Investimentos, Planejamento Financeiro

Como começar a investir: passo a passo com dicas para o investidor

Karina Carneiro
Karina Carneiro
Pequena muda plantada e moedas sinalizam o início da jornada de quem quer aprender como começar a investir
Como começar a investir: passo a passo com dicas para o investidor   Se você […]

Como começar a investir: passo a passo com dicas para o investidor

 

Se você pensa em ter um futuro financeiro tranquilo, sem depender do dinheiro e benefícios externos, certamente já deve ter se perguntado sobre como começar a investir.

Porém, diferentemente de anos atrás, fazer o dinheiro trabalhar para você está mais acessível e diversificado, ou seja, dá para fazer isso usando sua conta no banco, corretora de valores ou, até mesmo, nas fintechs que estão atuando no Brasil. 

Continua após a publicidade

Assim, existem diferentes maneiras de realizar aplicações e fica mais escolher o melhor investimento para seus objetivos, seja uma reserva de emergência, seja um plano de complementação de renda na aposentadoria. 

Com a versatilidade deste mercado, os investimentos em renda fixa ou renda variável podem se tornar a oportunidade perfeita para alavancar suas finanças.

Continua após a publicidade

Inclusive, se você estiver procurando produtos que estejam rendendo mais que a poupança neste momento, aprender sobre esse assunto poderá ser determinante no longo prazo.

Por isso, se você quer aprender como começar a investir, o iDinheiro preparou um conteúdo cheio de dicas para suas primeiras decisões de investimentos. Nesse post, você vai conferir:

  • É possível aprender como começar a investir com pouco dinheiro?
  • Como começar a investir: conceitos básicos
  • Quais são os principais tipos de investimento?
  • Como começar a investir na prática?
  • Existe idade mínima para aprender a como começar a investir?
  • Quando vale a pena começar a investir?

Então, chegou o momento de começar sua jornada de investimentos? Veja agora mesmo como começar a investir sem tropeços ou desânimos.

1. É possível aprender como começar a investir com pouco dinheiro?

Quando falamos sobre finanças, muitas pessoas ainda acreditam que, para começar a investir, é necessário ter um volume alto de dinheiro.

Continua após a publicidade

Entretanto, essa ideia está longe de ser verdade. Aliás, um dos objetivos de começar a investir é, justamente, conquistar um bom volume de dinheiro, e, não dá para alcançar essa meta sem começar de algum ponto, certo?

Então, aqui vai o primeiro ponto: quanto mais cedo você realizar suas aplicações, melhores serão os resultados ao passar dos anos. Isso porque, investindo de maneira constante, os juros compostos das aplicações vão trabalhar a seu favor.

Em outras palavras, como eles incidem no montante acumulado, mesmo que você não aplique dinheiro todo mês, o volume vai continuar crescendo exponencialmente porque o rendimento será proporcional ao saldo que permaneceu aplicado.

1.1 Investindo com pouco dinheiro na prática

Atualmente, existem produtos financeiros para todas as pessoas, independentemente se estiver buscando segurança ou risco. 

Continua após a publicidade

Basicamente, para você que está começando a entender sobre o assunto, podemos dividir o universo dos investimentos, em duas vertentes: a renda fixa e a renda variável.

1.1.1 Aplicações na renda fixa

No primeiro caso, através dos títulos públicos negociados pelo Tesouro Direto, é possível encontrar produtos a partir de R$ 40 no longo prazo, e R$ 100 com liquidez imediata, que fazem o mesmo papel da poupança, por exemplo.

Já no caso de um Certificado de Depósito Bancário (CDB), também é fácil se deparar com excelentes resultados no longo prazo. Por exemplo, digamos que você encontre um investimento pré fixado (com taxa fixa) anual, com juros de 12% ao ano.

Se realizar uma aplicação de R$ 1.000 de uma única vez, com vencimento de 08 anos, ao término deste período, a rentabilidade líquida será de R$ 2.255, já descontando todas as taxas do imposto de renda.

Continua após a publicidade

É claro que nessa modalidade você também pode aplicar sem valores mínimos, como é o caso da poupança e alguns CDBs.

Entretanto, como veremos mais a seguir, a ausência de aplicação mínima e a liquidez diária, que é a possibilidade de resgatar rapidamente, impactam diretamente na rentabilidade do seu investimento.

1.1.2 Investimentos na renda variável

Também existem opções de investir com pouco dinheiro na renda variável, ao contrário do que muitas pessoas acreditam. Atualmente, no mercado de ações você pode comprar frações de uma empresa e ter em seu portfólio, uma diversificação de investimentos que tendem a se valorizar ao longo do tempo.

Com isso, ao invés de precisar comprar um lote de 100 frações de ações, que totalizam o investimento em uma cota completa, comprar frações desses papéis pode ser uma alternativa interessante para começar a investir de maneira gradual.

Continua após a publicidade

Todavia, compreender as características da renda variável ajuda a entender se ela é a mais recomendada para seu perfil de investidor e, claro, seus objetivos.

Nela, como a própria nomenclatura sugere, os valores dos investimentos podem variar no curto prazo, para mais ou, para menos. É essa oscilação, aliás, que faz com que os investidores ganhem lucros nessa modalidade.

Então, aqui temos dois pontos importantes: os ganhos da renda variável estão na oscilação de preço de seus ativos e, para ter bons ganhos, é importante manter seus recursos aplicados por mais tempo.

Ou seja, você precisa estar confortável com essa oscilação (risco de variação) ao aplicar nessa modalidade e, ter em mente que o recurso não poderá ser resgatado rapidamente, tanto pela carência que tais investimentos costumam ter, como também porque pela oscilação, tarifas e impostos, você pode ter prejuízo no curto prazo.

Continua após a publicidade

Percebe que as duas opções são importantes para uma estratégia de investimentos? Mas, para explicar um pouco sobre elas, precisamos usar alguns conceitos que não fazem parte do cotidiano, não é mesmo?

Isso porque o mercado financeiro e de investimentos tem um vocabulário muito específico e, alguns conceitos básicos são importantes para compreendê-lo.

2. Como começar a investir: conceitos básicos

Para você que está buscando informações de como começar a investir de maneira segura e rentável, é fundamental estar familiarizado com alguns termos utilizados no universo financeiro. 

Desta maneira, separamos algumas nomenclaturas essenciais que, certamente, irão te ajudar a entender este universo de maneira mais fácil.

Continua após a publicidade

2.1 Liquidez

A liquidez, basicamente, representa o nível de facilidade para resgatar o montante depositado, tanto na renda fixa como variável, e pode ter diferentes níveis.

2.1.1 Alta liquidez

Neste modelo de investimento, você tem maior facilidade para retirar o valor aplicado, contando com o prazo estipulado pela instituição anteriormente.

Por isso, os retornos financeiros costumam ser mais baixos do que costumamos querer para este mercado.

2.1.2 Baixa liquidez

Aqui, podemos dizer que os investimentos ficam “bloqueados” e só podem ser resgatados na data de vencimento. 

Continua após a publicidade

É possível encontrar diferentes tipos na renda fixa, principalmente quando falamos de produtos prefixados, onde a taxa contratada é a mesma até o final do investimento.

Mas, com certeza, essa característica estará mais presente nos investimentos de renda variável pois a liquidação de alguns mercados demora mais, assim como a disponibilização para resgate do seu recurso.

2.1.3 Liquidez imediata

Como o nome já sugere, através da liquidez imediata, você poderá retirar os aportes a qualquer momento (desde que esse seja um dia útil). 

Geralmente, costuma ser utilizado para substituir a poupança e em casos de reserva de emergência.

Continua após a publicidade

Aqui, você certamente não encontrará investimentos tão atrativos se analisado do ponto de vista da rentabilidade, mas, terá a possibilidade de utilizar o dinheiro no momento que for necessário.

2.2 Retorno

Basicamente, o retorno no mercado de investimentos, significa o quanto você vai ganhar com o dinheiro investido por um determinado período. 

Quando falamos sobre esses valores de maneira geral, nos referimos à rentabilidade dos investimentos, independentemente da sua classificação.  

2.3 Risco

Nos investimentos, existem diferentes níveis de incertezas e fatores que influenciam na remuneração do seu investimento. Assim, dá para entender que todo investimento tem um risco, até mesmo colocar o dinheiro dentro de um cofrinho.

Continua após a publicidade

Nesse caso, o dinheiro continua valendo o mesmo tanto, mas, o custo de vida continua evoluindo por causa da inflação e movimentos da economia. Então, guardar suas economias debaixo do colchão sofre o risco de mercado, que é o mesmo que perder o poder de compra.

Outros riscos que existem, são os de:

  • crédito, que é a possibilidade do emissor do título não retornar seu investimentos com os lucros prometidos;
  • liquidez, que é o risco que o investidor assume ao investir seu recurso em um ativo que tem carência;
  • mercado, que é o que citamos no caso do dinheiro debaixo do colchão, mas como existem diferentes mercados de investimentos, tem outros fatores que podem afetar a remuneração do investimento.

 Assim, dos investimentos mais conservadores até os mais arrojados, todos terão, pelo menos, um risco relacionado. E é aí que entra a estratégia de diversificação.

2.4 Diversificação

A diversificação, nada mais é do que você diferentes produtos financeiros em sua carteira de investimentos. Essa, é uma das estratégias de investimento mais utilizada no mercado para reduzir os riscos da sua carteira.

Na prática, esse conceito costuma funcionar da seguinte maneira: se você está aprendendo a como começar a investir  e só tem produtos de renda fixa, realizar aplicações no mercado variável faz com que você possa ter lucros maiores, sem colocar todo o seu dinheiro em risco. 

Continua após a publicidade

Para tudo dentro deste universo, a diversificação é sempre a melhor opção.

2.5 Selic, CDI e IPCA

Essas três siglas são indicadores do mercado financeiro, assim, costumam representar um direcionamento para as pessoas que desejam realizar investimentos, principalmente para quem deseja aprender a como começar a investir em renda fixa.

2.5.1 Selic

A taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) nada mais é que a taxa básica de juros da economia brasileira, por isso, é responsável por demarcar diversos setores da economia do País e também usada como referência para diversos produtos de investimentos e crédito.

Das taxas de juros de empréstimos, passando pelos investimentos até o Produto Interno Bruno, certamente, essa nomenclatura estará presente em discussões e tomadas de decisão do Governo Federal  e instituições financeiras. 

2.5.2 CDI

O CDI é um dos principais indexadores do universo da renda fixa e significa Certificado de Depósito Interbancário. Ele é o resultado médio das taxas usadas para empréstimos e pagamentos entre os bancos (sim, eles emprestam dinheiro entre si) e costuma acompanhar a taxa Selic, ou seja, está sempre um pouco abaixo do valor da taxa básica de juros.

Continua após a publicidade

Podemos dizer, que ele é uma referência de valor para quanto aquele produto irá render durante o tempo pré determinado pela instituição.

Por exemplo: se temos um investimento com uma rentabilidade em 100% do CDI, significa que o valor aplicado será remunerado com a mesma taxa do CDI no período da aplicação

2.5.3 IPCA

O IPCA (Índice de Preços para o Consumidor Amplo), é o índice utilizado pelo Banco Central para medir a taxa de inflação ou deflação do Brasil no período de um ano, assim como para a remuneração de alguns investimentos, principalmente os títulos públicos.

Esta pesquisa, inclusive, é realizada mensalmente de acordo com as estatísticas divulgadas pelo IBGE para identificar a variação de preços do mercado financeiro.

Continua após a publicidade

2.6 FGC

O Fundo Garantidor de Crédito costuma ser um dos maiores aliados dos investidores de renda fixa. 

O FGC é uma associação sem fins lucrativos que tem como principal objetivo, garantir os valores depositados por pessoas físicas, em produtos de renda fixa que estejam atrelados a um banco.

Portanto, caso um banco venha a abrir falência, o investidor terá o seu dinheiro garantido de maneira integral em até R$ 250 mil reais, por instituição, e por CPF.

3. Quais são os principais tipos de investimento?

Por mais que já tenhamos falado um pouco sobre eles anteriormente, é importante conhecer com maior profundidade um pouco melhor sobre os dois universos de investimentos: a renda fixa, e a renda variável. 

Continua após a publicidade

3.1 Renda Fixa para quem quer saber como começar a investir

A renda fixa é composta por produtos financeiros que o cálculo seja possível de ser realizado ou simulado antes mesmo de fazer a contratação.

Além disso, a renda fixa apresenta os menores riscos desse mercado já que a grande maioria dos investimentos possuem algum tipo de segurança.

Garantindo assim, um retorno das aplicações aos investidores, ainda que relativamente menores. 

Para quem deseja aprender a como começar a investir, fica fácil entender conceito considerando que a aplicação seria o mesmo que “emprestar” uma quantia em dinheiro ao emissor do título que, em troca disso, ao final do prazo, vai devolver o investimento acrescido de uma remuneração pelo empréstimo. 

Inclusive, essa emissão pode ser feita desde instituições financeiras à empresas que precisem levantar capital para investimento próprio. Sem contar na possibilidade de emprestar dinheiro ao Governo, através do Tesouro Direto.

Continua após a publicidade

No entanto, aqui vale retomar o conceito de risco de crédito, afinal, o Governo como emissor de um título tem mais recursos e meios financeiros para pagar o investidor do que uma empresa que tenha vendido suas debêntures (nome usado para esse tipo de captação de investimentos), não é mesmo?

Por isso, entre os principais investimentos de renda fixa, podemos listar:

  • CDB’s, que são os Certificados de Depósito Bancário;
  • LCI’s, as Letras de Crédito Imobiliários;
  • LCA’s, chamadas de Letras de Crédito do Agronegócio;
  • Tesouro Direto;
  • Debêntures;
  • CRI, Certificado de Recebíveis Imobiliários;
  • CRA, Certificado de Recebíveis do Agronegócio.

3.2 Renda Variável para quem quer saber como começar a investir

Já no universo da renda variável, os rendimentos costumam ser bastante imprevisíveis, já que costumam depender de fatores como:

  • variações do mercado;
  • pagamento de dividendos;
  • divisão de lucros de empresas;
  • mudanças macro e microeconômicas;
  • entre outros.

Sendo assim, a remuneração oferecida costuma variar bastante de acordo com as condições do momento no mercado financeiro e econômico, de forma geral.

Por exemplo, quem comprou ações da Magazine Luiza em 2015, no valor de R$ 1 na época, teve uma lucratividade de mais de 1000% ao longos desses 5 anos. 

Continua após a publicidade

4. Como começar a investir na prática?

Agora, para que você consiga começar a investir na prática,  é essencial dedicar um pouco mais de atenção para certos pontos. 

Como tudo na vida, ao tomar a decisão de começar a investir, precisamos analisar se aquela oportunidade está relacionada aos nossos objetivos e perfil de investidor. 

4.1. Quais são os seus objetivos financeiros?

Quando você decide investir, certamente o foco é alcançar algum tipo de ganho para usá-lo posteriormente. Seja a troca de um carro, seja ter uma reserva de emergência ou, até mesmo melhorar sua aposentadoria. 

Assim como tudo em nossa vida, precisamos ter um mínimo de planejamento para fazer com que a rentabilidade desses ativos trabalhem de maneira adequada. 

Continua após a publicidade

Dessa forma, para realizar alguma aplicação, é preciso responder algumas perguntas como:

  • para quando eu preciso desse dinheiro?
  • com esse produto de investimento, eu vou conseguir alcançar minha meta?
  • eu vou precisar desse dinheiro a qualquer momento?
  • eu realmente posso esperar até a data de vencimento?
  • estou preparado para correr riscos em busca de um lucro maior?

Por tudo isso, no universo financeiro, é possível dividir os produtos de investimento em três etapas, como:

4.1.1 Investimento de curto prazo

Consideramos um investimento de curto prazo, aquele que, a qualquer momento pode ser resgatado e, portanto, tem liquidez diária ou carência de poucos dias.

Por exemplo, uma reserva de emergência, ou investimentos que possuem um objetivo de concretização no período de um a três anos.

4.1.2 Investimento de médio prazo

Aqui, podemos considerar todos os investimentos estejam planejados para uso dentro do prazo de três a cinco anos.

Continua após a publicidade

Procurando por alternativas, você talvez consiga encontrar aplicações em que o resgate parcial ou integral da quantia, de maneira antecipada, seja possível. Fundos de investimentos podem ser boas opções.

4.1.3 Investimentos de longo prazo

Assim como o nome sugere, são as aplicações realizadas para resgate acima de cinco anos.Podemos encaixar aqui, um projeto de aposentadoria, ou até mesmo a compra de uma casa. 

Por isso, no longo prazo, você consegue encontrar investimentos muito bons, tanto na renda fixa, como na renda variável (caso você a enxergue como um projeto de aposentadoria, por exemplo). 

4.2. Descubra o seu perfil de investidor

Uma das melhores formas de como começar a investir, é sabendo qual o seu perfil de investidor. Com o teste de suitability, é possível avaliar com mais assertividade os tipos de produtos financeiros adequados para os seus projetos e ideais.

Continua após a publicidade

Basicamente, existem três perfis de investidor, e, ao preencher as perguntas específicas, você será encaixado em algum deles.

4.2.1 Perfil conservador

Pessoas com baixa ou nenhuma tolerância à riscos. Preferem investir com garantia de recebimento, ainda que os rendimentos sejam menores. 

4.2.2 Perfil moderado

O perfil moderado tem tolerância mediana aos riscos, está empenhado em buscar rentabilidades, nem que para isso, seja necessário flertar com a renda variável. 

4.2.3 Perfil agressivo

Pessoas que sabem lidar com o risco e entendem que, para garantir maior lucratividade em um curto espaço de tempo, precisam lidar com a volatilidade do mercado de renda variável.

Continua após a publicidade

Vale dizer que todos os perfis de investidores investem com segurança, ou seja, analisam os riscos, avaliam os prós e contras, escolhem instituições confiáveis, etc.  

4.2.4 Vou ter o mesmo perfil de investidor para sempre?

Ao estudar como começar a investir, você perceberá que a maioria das corretoras de valores, costumam atualizar esse perfil no prazo de um a dois anos porque seu comportamento, conhecimento e objetivos financeiros, de fato, mudam com o tempo.

Desta forma, seu perfil pode mudar e, as corretoras e bancos fazem a atualização do seu perfil, justamente, para oferecem opções de investimentos alinhados com seu momento e objetivos atuais.

4.3. Estipule um valor a ser investido mensalmente

Se o objetivo é aprender como começar a investir de maneira segura e constante, é fundamental separar parte dos seus ganhos para fazer seus investimentos. Afinal, como já vimos, a constância nos leva a resultados melhores no longo prazo.

Continua após a publicidade

Para isso, busque no seu orçamento um valor que não comprometa seu estilo de vida. Ou, se for o caso, busque alternativas de aumentar sua renda, como fazer uma renda extra, para que o valor conquistado seja destinado para os seus objetivos.

4.4. Tenha conta em uma corretora de valores

Para fazer aplicações de investimentos, entre as melhores opções, as corretoras de valores estarão por lá.

Basicamente, podemos fazer uma comparação destas empresas a um supermercado. Ali, você terá diferentes produtos de investimento à sua disposição, sempre baseados no seu perfil de investidor. 

A partir deste princípio, você será livre para fazer suas próprias decisões e investir onde achar mais interessante. 

Continua após a publicidade

Com seus serviços, você poderá investir em:

  • Tesouro Direto;
  • CDB’s;
  • LCI’s;
  • LCA’s;
  • CRI;
  • CRA;
  • Mercado de ações;
  • Fundos imobiliários;
  • Debêntures;
  • IPO’s;
  • Mercado de fundos;
  • Entre outros.

4.4.1 Escolhendo uma corretora de valores

Por este mercado estar repleto de opções interessantes, o recomendável é que você tenha o cadastro em pelo menos duas corretoras de valores.

Afinal, os produtos que você encontrará em uma instituição, podem ser extremamente diferentes de outras. Além disso, algumas operam com fee based, que é a cobrança de taxa única pela gestão ativa de todos os seus investimentos, enquanto outras cobram por cada operação realizada na alocação dos seus recursos.

Para facilitar a sua busca, podemos mencionar algumas das principais corretoras de valores do Brasil para que você possa entender como começar a investir da melhor maneira possível.

Além disso, é importante que você consiga avaliar quais são as taxas de corretagem que cada uma delas cobra para realizar determinado tipo de operação, principalmente na renda variável.

Continua após a publicidade

4.5. Estude sobre investimentos

A melhor maneira de conseguir entender qual o melhor tipo de investimento, está baseada no estudo constante sobre cada um deles.

É com base nos aprendizados de como começar a investir, que você consegue criar um filtro automático para avaliar o que serve para o seu momento de vida, e qual o produto financeiro ideal para te fazer chegar mais próximo do objetivo traçado no início de tudo. 

Desta forma, quanto mais informações você tiver, melhores serão as decisões tomadas no médio e longo prazo. 

5. Existe idade mínima para aprender a como começar a investir?

Dependendo do projeto desenhado para o seu investimento, o fator idade precisa ser avaliado com cautela.

Continua após a publicidade

Podemos dizer que, quanto mais cedo você começar suas aplicações financeiras, maiores serão as chances de você atingir o seu objetivo com a ajuda do tempo e de juros compostos. 

Entretanto, se o seu receio de aprender a como começar a investir é o fator idade, não se preocupe.

O mercado financeiro é ideal para qualquer pessoa, e neste caso, o que basta para ter bons resultados é estudar profundamente o que você precisa e como fará para cumprir suas metas. Acompanhar notícias com a newsletter do iDinheiro também vai ajudar.

Aqui, o que não vale é deixar de aplicar o seu dinheiro por receio de que é “cedo ou tarde demais” para isso. 

Continua após a publicidade

6. Quando vale a pena começar a investir?

O melhor momento para saber como começar a investir, está na sua vontade de modificar a vida financeira e planejar o futuro. 

E, como falamos anteriormente, para isso não existe uma idade pré determinada. Porém, se você puder usar o tempo ao seu favor, certamente será possível colher excelentes frutos.

Além disso, como pudemos ver ao longo desse conteúdo, iniciar no mundo dos investimentos deixou de ser um tabu. Com pouco dinheiro, é possível começar a montar o seu patrimônio de maneira simples e descomplicada.

Esse conteúdo ajudou a descomplicar, um pouco, o mundo dos investimentos? Então, agora é continuar buscando mais informações, notícias e boas práticas. Para isso, assine a newsletter do iDinheiro e ative as notificações do Push para acompanhar nossas atualizações.

Publicidade

Logo iDinheiro

Newsletter iDinheiro: receba novidades sobre o que importa para o seu dinheiro.

    Suas informações não serão compartilhadas com terceiros e também não enviaremos promoções ou ofertas.

    Deixe uma resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *