Fundos imobiliários: aprenda o que é e como funciona esse tipo de investimento

Veja como funcionam os fundos de investimento imobiliários, ou FII, suas características e o que levar em conta ao escolher o seu.

Escrito por Melissa Nunes

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Os fundos de investimento imobiliário, também conhecidos como FIIs, são uma forma prática de investir no mercado imobiliário sem precisar comprar um imóvel. Eles permitem que você tenha acesso a rendimentos recorrentes e diversificação, com valores mais acessíveis e gestão profissional.

Ao longo deste conteúdo, você vai entender como os fundos imobiliários funcionam, quais são seus tipos, vantagens, riscos e para quem esse tipo de investimento pode fazer mais sentido. A ideia é te ajudar a decidir, com clareza, se os FIIs combinam com seus objetivos financeiros.

O que são fundos imobiliários?

Fundos de investimento imobiliário são fundos que reúnem recursos de vários investidores para aplicar em ativos ligados ao setor imobiliário. Ao investir, você compra cotas do fundo e passa a ter direito a uma parte dos resultados gerados por esses ativos.

Isso quer dizer que, em vez de comprar um imóvel inteiro, você se torna cotista de um portfólio que pode incluir prédios comerciais, shoppings, galpões logísticos ou títulos do mercado imobiliário. Dessa forma, o investimento se torna mais acessível e diversificado.

Os FIIs foram criados no Brasil em 1993 pela Lei nº 8.668/93 e tiveram sua regulamentação dada pela Instrução CVM º 472/08 – hoje, Resolução CVM 175.

Esses fundos são negociados na Bolsa de Valores, o que significa que você pode comprar e vender cotas com mais facilidade do que um imóvel físico. Além disso, quem faz a gestão são profissionais especializados, o que reduz a necessidade de acompanhamento operacional por parte do investidor.

Como funcionam os fundos de investimento imobiliário?

Os fundos imobiliários funcionam a partir da compra de cotas, que representam uma fração do patrimônio do fundo. Assim, ao investir, você se torna cotista e passa a participar dos resultados gerados pelos ativos imobiliários que compõem a carteira.

Esses resultados vêm, principalmente, do aluguel de imóveis ou do rendimento de títulos ligados ao setor imobiliário. Depois, a maior parte do lucro é distribuída aos cotistas, geralmente de forma mensal, proporcional à quantidade de cotas que cada um possui.

A estrutura do fundo envolve diferentes agentes, cada um com uma função específica:

  • gestor: responsável pelas decisões de investimento e estratégia do fundo;
  • administrador: cuida da parte operacional, jurídica e regulatória;
  • custodiante: faz a guarda dos ativos financeiros;
  • cotistas: investidores que aplicam recursos no fundo.

Os fundos imobiliários têm regras definidas em regulamento e divulgam relatórios periódicos, o que permite acompanhar resultados, imóveis, contratos e riscos envolvidos.

Quais são os tipos de fundos imobiliários?

Existem diferentes tipos de fundos imobiliários, e entender essa divisão ajuda muito na hora de escolher onde investir, já que cada categoria tem características, riscos e fontes de renda distintas.

Os principais tipos de fundos de investimento imobiliário são:

  • fundos de tijolo: investem diretamente em imóveis físicos, como shoppings, lajes corporativas, hospitais e galpões logísticos;
  • fundos de papel: aplicam em títulos do setor imobiliário, como CRIs e LCIs;
  • fundos híbridos: combinam imóveis físicos e títulos imobiliários na mesma carteira;
  • fundos de fundos (FOFs): investem em cotas de outros fundos imobiliários;
  • fundos de desenvolvimento: focados na construção ou incorporação de imóveis, com maior potencial de retorno e risco;
  • fundos de infraestrutura (FI-INFRA): captam recursos financeiros para investimentos em infraestrutura, como em debêntures incentivadas.

Cada tipo atende a objetivos diferentes: enquanto fundos de papel tendem a ser mais previsíveis em termos de renda, fundos de tijolo costumam ter maior sensibilidade ao mercado imobiliário e à economia.


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Como funciona a tributação dos fundos imobiliários?

A tributação é um dos pontos que mais chamam atenção nos fundos de investimento imobiliário, especialmente porque os rendimentos mensais distribuídos aos cotistas são isentos de imposto de renda.

A Lei nº 11.196/05 determina algumas regras para que a isenção ocorra, tais como:

  1. o fundo não pode ter menos que 50 cotistas; 
  2. cada cotista deve ter, no máximo, 10% do fundo;
  3. o fundo deve ser listado na bolsa de valores (B3);
  4. obrigatoriamente, 95% do resultado semestral deve ser distribuído.

Por outro lado, existe tributação na venda das cotas com lucro. Nesse caso, o ganho de capital é tributado em 20%, e o próprio investidor é responsável por apurar e pagar o imposto via DARF. Diferente das ações, não há faixa de isenção mensal para FIIs.

Para saber mais, consulte: Como declarar fundos imobiliários no Imposto de Renda?

Quais são as vantagens dos fundos de investimento imobiliário?

Os fundos imobiliários oferecem uma combinação interessante de renda, praticidade e diversificação. Por isso, acabam sendo uma porta de entrada para quem quer investir no setor imobiliário sem lidar com burocracias.

Entre as principais vantagens dos fundos de investimento imobiliário, destacam-se:

  • possibilidade de renda passiva mensal;
  • acesso ao mercado imobiliário com pouco dinheiro;
  • diversificação entre imóveis e regiões;
  • liquidez maior em comparação ao imóvel físico;
  • gestão profissional dos ativos;
  • transparência, com divulgação periódica de relatórios.

Outro ponto relevante é que você não precisa se preocupar com tarefas como cobrança de aluguel, manutenção ou vacância direta do imóvel. Afinal, tudo isso fica sob responsabilidade da gestão do fundo, enquanto você acompanha os resultados como investidor.


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Quais são os riscos dos fundos imobiliários?

Apesar das vantagens, os fundos de investimento imobiliário também envolvem riscos e é importante conhecê-los antes de investir. O principal ponto é entender que os FIIs fazem parte da renda variável, ou seja, não oferecem retorno garantido.

Um dos riscos mais comuns é a vacância, que ocorre quando imóveis do fundo ficam sem inquilinos. Isso pode reduzir temporariamente os rendimentos distribuídos aos cotistas. Além disso, existe o risco de inadimplência, quando o locatário atrasa ou deixa de pagar o aluguel.

Outros riscos relevantes incluem:

  • risco de mercado: oscilações no preço das cotas devido ao cenário econômico e aos juros;
  • risco de gestão: decisões equivocadas do gestor podem impactar o desempenho do fundo;
  • risco de concentração: fundos com poucos imóveis ou poucos locatários tendem a ser mais sensíveis;
  • risco de crédito: mais presente em fundos de papel, ligado à qualidade dos títulos investidos.

Entender esses pontos ajuda a alinhar expectativas e evita decisões baseadas apenas no rendimento do curto prazo.

Fundos de investimento imobiliário valem a pena?

Fundos de investimento imobiliário podem valer a pena, desde que estejam alinhados ao seu perfil e aos seus objetivos financeiros. Eles costumam fazer mais sentido para quem busca renda recorrente e diversificação dentro da carteira.

Em cenários de médio e longo prazo, os FIIs podem ajudar a equilibrar a carteira, especialmente quando combinados com renda fixa e outros ativos. No entanto, é importante estar preparado para oscilações no valor das cotas, principalmente em períodos de alta dos juros.

Antes de investir, vale refletir sobre alguns pontos:

  • seu objetivo é renda, crescimento ou ambos;
  • seu prazo de investimento;
  • sua tolerância a oscilações de curto prazo;
  • o papel dos FIIs dentro da sua estratégia como um todo.

Quando bem escolhidos e acompanhados, os fundos imobiliários podem ser uma peça relevante na construção de patrimônio.


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Para quem os fundos imobiliários são mais indicados?

Os fundos de investimento imobiliário são mais indicados para quem busca renda recorrente e quer diversificar a carteira com ativos ligados ao mercado imobiliário. Eles costumam se encaixar bem em estratégias de médio e longo prazo.

Esse tipo de investimento pode fazer sentido para perfis como:

  • investidores que desejam renda passiva mensal;
  • quem quer diversificar além da renda fixa;
  • pessoas que não querem lidar com a gestão direta de imóveis;
  • investidores que aceitam oscilações no valor das cotas;
  • quem busca exposição ao mercado imobiliário com valores acessíveis.

Por outro lado, os FIIs podem não ser ideais para quem precisa de previsibilidade total no curto prazo ou não se sente confortável com variações de mercado. Portanto, avaliar o perfil e os objetivos é fundamental antes de investir.

Quanto rende um fundo imobiliário?

A rentabilidade dos FIIs varia de acordo com a sua constituição, a situação do setor e o valor das cotas.

Uma das principais fontes de renda de um fundo imobiliário são os aluguéis. Desse modo, no período que todos os imóveis estão alugados, os rendimentos são mais altos, assim como prédios localizados em bons pontos comerciais tendem a estarem sempre alugados e com bons valores.

Por outro lado, os chamados fundos de papel, por estarem atrelados a índices, como taxa Selic, IGP-M e CDI, têm seus proventos diretamente impactados pelas oscilações desses indicadores.

De toda maneira, no geral, uma rentabilidade aceitável dos FIIs gira em torno de 0,6% ao mês, podendo, em alguns casos, chegar a 1%.

Porém, os FIIs são investimentos de renda variável, o que quer dizer que seu valor oscila naturalmente. Precisamos sempre estudar o histórico deles, e, ainda assim, os desempenhos do passado também não são certeza de rentabilidade futura.


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Como investir em fundos imobiliários?

É possível investir em FIIs através da Oferta Pública de Distribuição, quando as cotas são ofertadas ao mercado. Posteriormente, investidores podem comprar e vender as cotas em mercados organizados, como a bolsa de valores.

Assim, para comprar cotas de fundos imobiliários na bolsa, basta seguir alguns passos simples:

  1. escolher uma boa corretora confiável e segura;
  2. abrir uma conta na corretora escolhida;
  3. transferir dinheiro para sua conta na corretora;
  4. escolher o fundo;
  5. investir: o comprador envia uma ordem de compra com o código do FII, o número de cotas que quer e o valor que deseja pagar. Se houver algum participante disposto a vender por aquele montante, então, negócio fechado.

Após a compra, os rendimentos são creditados automaticamente na conta da corretora, geralmente de forma mensal. A partir daí, o acompanhamento pode ser feito por meio de relatórios gerenciais, comunicados ao mercado e indicadores do próprio fundo.


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Como escolher um fundo imobiliário?

Analisar um fundo imobiliário antes de investir é essencial para evitar decisões baseadas apenas no valor do dividendo. O ideal é entender a qualidade dos ativos, a estratégia do fundo e a consistência dos resultados ao longo do tempo.

Alguns critérios importantes de análise incluem:

  • tipo de fundo e estratégia adotada;
  • qualidade e localização dos imóveis ou dos títulos;
  • nível de vacância e perfil dos inquilinos;
  • histórico e previsibilidade dos rendimentos;
  • taxa de administração e demais custos;
  • liquidez das cotas na Bolsa;
  • relatórios gerenciais e transparência da gestão.

A leitura dos relatórios mensais também ajuda a entender como o fundo está performando, quais são os riscos atuais e quais decisões estão sendo tomadas pelo gestor. Esse acompanhamento faz diferença, especialmente no longo prazo.

Aspectos gerais e princípios de análise

Primeiramente, é fundamental conhecer o setor no qual se está investindo. Entre os setores, no caso dos fundos de tijolo, podemos ter shoppings, lajes corporativas, galpões logísticos, hotéis, escolas e, até mesmo, hospitais e cemitérios.

Já quando falamos em fundos de recebíveis, os setores são representados pelos tipos de papéis (CRI, LCI, LIG, etc.) e pelos indicadores atrelados a eles (CDI, Selic, IGP-M, etc.).

Sendo assim, alguns setores podem ser mais atraentes do que outros, dependendo do período econômico do país.

Um segundo ponto importante é analisar se o valor das cotas está de acordo com o esperado. Para isso, basta dividir o valor do fundo pelo número de cotas e comparar o resultado com o valor que as cotas estão sendo negociadas.

Mas, atenção: nem sempre um fundo barato é um bom negócio e um caro é um mau negócio. Às vezes, as características de um fundo mais caro podem ser mais vantajosas para sua carteira como, por exemplo, boa liquidez e alta rentabilidade.

Outro ponto a se avaliar é quem são os gestores daquele fundo. Outros fundos gerenciados pelos mesmos apresentam bons resultados? 

Os ativos que compõem o fundo também são essenciais para se definir quais são bons investimentos ou não. Nesse caso, evite fundos que possuem poucos ativos ou prédios localizados na mesma região (no caso dos FIIs de tijolo), seu risco é consideravelmente maior do que aqueles que são bem diversificados.

Por fim, números e histórico do FII são dados importantes para entender a consistência e a perspectiva do fundo. Porém, lembre-se de que histórico não é garantia de bons resultados futuros.

Erros comuns ao investir em fundos imobiliários

Um dos erros mais comuns ao investir em fundos de investimento imobiliário é tomar decisões com base apenas no valor do rendimento mensal. Um dividendo alto hoje não garante sustentabilidade no longo prazo.

Outro ponto recorrente é ignorar os riscos envolvidos ou não entender o tipo de fundo que está sendo comprado. Isso pode gerar frustração quando o desempenho não acompanha a expectativa inicial.

Entre os erros mais frequentes, vale destacar:

  • escolher o fundo apenas pelo dividend yield;
  • não diversificar entre tipos de fundos;
  • investir sem ler relatórios gerenciais;
  • confundir fundos imobiliários com renda fixa;
  • reagir às oscilações de curto prazo sem estratégia.

Evitar esses erros ajuda a construir uma carteira mais equilibrada e alinhada aos seus objetivos financeiros.


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Fundos imobiliários x outros investimentos

Os fundos imobiliários se diferenciam de outros investimentos por combinarem renda recorrente com exposição ao mercado imobiliário. Ainda assim, é importante entender como eles se posicionam em relação a outras alternativas.

De forma geral, podemos resumir a comparação assim:

  • fundos imobiliários: renda variável, pagamento recorrente e maior liquidez que imóveis físicos;
  • imóveis físicos: maior controle direto, porém menor liquidez e mais burocracia;
  • renda fixa: previsibilidade maior, mas retorno geralmente menor no longo prazo;
  • ações: maior potencial de valorização, porém com mais volatilidade.

Cada tipo de investimento tem seu papel dentro da carteira. Assim, os FIIs costumam funcionar como um meio-termo entre renda fixa e ações, ajudando a equilibrar risco e geração de renda.

Quais os principais fundos imobiliários?

Quando falamos em principais, podemos considerar aqueles fundos que têm maior patrimônio líquido, ou seja, aqueles com maior capital investido. Esses costumam ser fundos ligados a grandes gestoras e muito distribuídos, especialmente pelos maiores bancos do país.

Confira, abaixo, a lista com os 10 maiores fundos, datada de dezembro de 2025:

  1. KNCR11 – Kinea Rendimentos Imobiliários (9,40 bilhões)
  2. KNIP11 – Kinea Índices de Preços (7,41 bilhões)
  3. ISNT11 – Itaú Isento Março 28 Fic Fi-Infra (7,20 bilhões)
  4. HGLG11 – Pátria Log (7,03 bilhões)
  5. XPML11 – XP Malls (6,37 bilhões)
  6. ISEN11 – Itaú Isento Março 29 Fic Fi-Infra (6,34 bilhões)
  7. BTLG11 – BTG Pactual Logística (5,08 bilhões)
  8. KNRI11 – Kinea Renda Imobiliária (4,61 bilhões)
  9. MXRF11 – Maxi Renda (4,34 bilhões)
  10. FTCE11B – Opportunity (3,81 bilhões)

Perceba como vários da lista pertencem à gestora Kinea. Isso acontece porque um dos maiores distribuidores desses fundos é o Banco Itaú, que costuma recomendá-los aos seus clientes.

Porém, esse fato não atesta a qualidade do fundo. Sempre precisamos analisar os ativos que o compõem antes de tomar uma decisão. Ainda assim, existem bons fundos que são alguns dos maiores, justamente por sua ótima gestão e composição.

Fundos imobiliários que mais pagam dividendos

Os dividendos distribuídos por um fundo imobiliário nada mais são do que seus rendimentos divididos entre seus cotistas.

Pela lei, pelo menos 95% desses rendimentos, provenientes da renda gerada pelos ativos que compõem o portfólio do FII, devem ser distribuídos a cada semestre. Contudo, geralmente esse pagamento é feito todo mês, por ser uma preferência do mercado.

Abaixo, você pode ver a lista dos fundos imobiliários que mais pagaram dividendos nos últimos 12 meses, de acordo com os resultados do ano de 2025:

  1. CACR11 – 21,61%
  2. KORE11 – 20,26%
  3. GZIT11 – 20,10%
  4. HCTR11 – 19,96%
  5. VGRI11 – 19,47%
  6. URPR11 – 19,29%
  7. DEVA11 – 19,27%
  8. LIFE11 – 18,27%
  9. KIVO11 – 18,22%
  10. BPML11 – 17,77%

Obs: essa lista não é uma indicação de investimento.

Você pode conferir a lista completa no site ClubeFII.

Sites de fundos imobiliários

Para quem deseja conhecer mais profundamente os fundos imobiliários, existem sites bem completos sobre o assunto. Portanto, trouxemos os links para os principais, a seguir:

  1. Clube FII
  2. Funds Explorer
  3. FIIs
  4. Status Invest
  5. B3

Conclusão

Os FIIs são uma ótima opção para quem quer construir sua liberdade financeira e viver de renda. Assim, investir em fundos de investimento imobiliário pode valer a pena, especialmente para quem busca renda passiva e diversificação.

No fim das contas, mais do que tentar prever o mercado, o ideal é avaliar:

  • seu horizonte de investimento;
  • sua necessidade de renda mensal;
  • sua tolerância a oscilações;
  • a qualidade dos fundos escolhidos.

Com uma análise cuidadosa e visão de longo prazo, os FIIs podem continuar sendo uma alternativa interessante dentro da carteira.


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Perguntas frequentes

  1. Fundos imobiliários pagam renda todo mês?

    A maioria dos fundos imobiliários distribui rendimentos mensalmente, mas isso pode variar de acordo com a estratégia e os resultados do fundo.

  2. Fundos imobiliários são renda fixa?

    Não. Os fundos imobiliários fazem parte da renda variável e estão sujeitos a oscilações de mercado.

  3. Qual o valor mínimo para investir em fundos imobiliários?

    O valor mínimo depende do preço da cota, que pode variar bastante e, em alguns casos, custa menos de R$ 100.

  4. Fundos imobiliários são isentos de imposto de renda?

    Os rendimentos mensais são isentos para pessoas físicas, desde que o fundo atenda às regras previstas na legislação. Já as cotas vendidas com lucro são sujeitas à 20% de IR sobre esse resultado.

  5. Onde investir em fundos imobiliários?

    Por uma corretora de investimentos que ofereça acesso à bolsa de valores.

  6. Qual melhor corretora para fundos imobiliários?

    Hoje, existem boas corretoras que não cobram corretagem para investir em fundos imobiliários, como BTG Pactual, Ágora Inter e XP Investimentos.

  1. Sanzio Dias

    Olá, bom dia! Estou com uma dúvida. O fundo imobiliário é indicado para qual tipo de investidor? Poderiam me ajudar?

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