Calculadora de Salário Líquido

Entenda o cálculo do salário líquido 2026 e faça uma simulação com nossa calculadora a partir do seu salário bruto, seus dependentes e descontos na folha de pagamento.

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Proventos:

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Sobre esta calculadora

Escrito porAmanda Gusmão

Supervisora de Conteúdo B2C

Revisado porRenata Santos

Especialista em Administração de Pessoal

Texto atualizado em:

Cálculo atualizado em 26/01/2026, utilizando nova tabela do INSS, IRRF e salário família, além do acréscimo do salário família e horas extras.

Nossa calculadora de salário líquido é atualizada regularmente e baseada em fontes oficiais como base legal, garantindo cálculos precisos. No entanto, os resultados são apenas para fins informativos e educacionais, sem valor legal; recomenda-se consulta a um especialista para questões específicas.

Referências utilizadas

Como usar a calculadora de salário líquido?

Usar a calculadora de salário líquido é simples: você preenche os principais dados da sua remuneração e informa os descontos que afetam a folha para chegar a uma estimativa do valor líquido.

Antes de preencher, vale separar o holerite ou as informações do seu contrato. Isso ajuda você a evitar erros de digitação e a entender melhor quais valores entram como remuneração e quais entram como desconto.

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Veja o passo a passo abaixo:

O melhor jeito de usar a ferramenta é preencher os campos na mesma ordem em que eles aparecem. Assim, você reduz a chance de esquecer alguma informação importante.

  1. Preencha o valor do seu salário bruto

    Na calculadora, preencha o valor do seu salário bruto, aquele registrado na sua carteira de trabalho ou no seu contracheque/holerite.

  2. Informe o número de dependentes

    O número de dependentes influencia no cálculo do Imposto de Renda retido na fonte. Por isso, indique seus dependentes legais.

    Importante: registre apenas os dependentes que constam na sua Declaração Anual do Imposto de Renda. Ou seja, em uma família onde o pai e a mãe de dois filhos fazem o IRPF como contribuintes, as crianças devem ser declaradas como dependentes apenas uma vez (um para cada responsável, os dois com um dos pais, etc.).

  3. Indique descontos não obrigatórios, se existirem

    Nossa calculadora já faz os descontos obrigatórios (INSS e IRRF), então, no campo para outros descontos, insira valores extras (previdência privada, assistência médica, entre outros).

  4. Clique em “Calcular”

    Para concluir o processo, basta clicar em calcular e a ferramenta vai trazer todos os dados devidamente discriminados.

Como a ferramenta tem finalidade informativa e educacional, o ideal é usá-la como apoio para conferência e planejamento, não como substituta da folha oficial da empresa.

Resultado do cálculo

Depois de clicar em calcular, a ferramenta apresenta o resultado da simulação separando os proventos e os descontos. Também há a opção de exibir o resultado em tabela, o que facilita bastante a leitura para quem quer conferir os números com mais calma.

Assim, o que você deve observar no resultado é:

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  • proventos: tudo o que compõe a remuneração considerada na conta;
  • descontos: os abatimentos aplicados sobre a folha;
  • valor líquido estimado: quanto sobra após a dedução dos descontos;
  • organização em tabela: recurso útil para comparar os dados com o holerite.

Esse resultado é especialmente útil para entender se o valor recebido faz sentido em relação ao salário bruto informado e aos abatimentos aplicados. Também ajuda você a identificar mais rápido quando algum desconto parece acima do esperado e merece conferência no contracheque.

Como calcular salário líquido?

Calcular o salário líquido significa descobrir quanto você realmente recebe após todos os descontos aplicados sobre o salário bruto. Esse cálculo envolve principalmente INSS e Imposto de Renda, além de possíveis descontos adicionais, como benefícios ou consignados.

De forma resumida, o raciocínio é:

  1. comece pelo salário bruto;
  2. aplique os descontos obrigatórios;
  3. subtraia outros descontos (se houver);
  4. o resultado será o salário líquido.

Esse processo pode ser feito manualmente, mas exige atenção às regras atualizadas de tributação. Por isso, a calculadora de salário líquido ajuda a automatizar essas etapas.

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Como funciona o cálculo do salário líquido?

O cálculo segue uma sequência lógica, em que cada desconto é aplicado sobre uma base específica. Entender essa ordem é essencial para não errar.

Veja como funciona:

  • cálculo do INSS: o primeiro desconto aplicado é a contribuição previdenciária, que segue uma tabela progressiva. Ou seja, diferentes faixas do salário são tributadas com alíquotas diferentes;
  • base de cálculo do IRRF: após descontar o INSS, chega-se a uma nova base. É sobre esse valor que o Imposto de Renda pode ser aplicado;
  • aplicação do IRRF (se houver): o IR só incide se o valor estiver acima do limite de isenção. Caso contrário, não há desconto;
  • outros descontos: aqui entram valores como vale-transporte, plano de saúde e empréstimo consignado;
  • resultado final: depois de todos os descontos, você chega ao salário líquido, que é o valor efetivamente recebido.

O que é o salário líquido?

O salário líquido é o valor que você realmente recebe na conta após todos os descontos aplicados sobre o salário bruto. Em outras palavras, é o dinheiro disponível para uso no dia a dia, já considerando impostos e abatimentos obrigatórios.

Enquanto o salário bruto representa o total acordado em contrato, o líquido mostra o quanto sobra depois de deduções como INSS e Imposto de Renda. Por isso, entender essa diferença é essencial para organizar suas finanças e evitar surpresas no fim do mês.

Essa diferença pode ser significativa dependendo da faixa salarial e dos descontos aplicados. Quanto maior o salário bruto, maior tende a ser o impacto de tributos como o Imposto de Renda.

No contracheque você pode conferir todos esses valores, já que a empresa precisa deixar claro que esses descontos estão sendo devidamente processados e destinados conforme a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Por que o salário líquido pode variar?

Mesmo que duas pessoas tenham o mesmo salário bruto, o valor líquido pode ser diferente. Isso acontece porque o cálculo considera variáveis individuais.

Os principais fatores que influenciam são:

  • número de dependentes (pode reduzir o IRRF);
  • benefícios oferecidos pela empresa;
  • descontos opcionais, como plano de saúde;
  • tipo de contrato (CLT, PJ, etc.).

Além disso, mudanças nas regras tributárias ou nas tabelas de INSS e IR também podem alterar o valor líquido ao longo do tempo.

Quais são os descontos realizados para chegar ao salário líquido?

Os descontos são os principais responsáveis pela diferença entre o salário bruto e o salário líquido. Em geral, eles se dividem entre obrigatórios (definidos por lei) e opcionais (relacionados a benefícios ou acordos com a empresa).

No dia a dia, os principais descontos são INSS, Imposto de Renda e outros abatimentos como vale-transporte ou plano de saúde.

Descontos obrigatórios (Governo)

Os descontos obrigatórios são aqueles previstos em lei e aplicados diretamente sobre a sua remuneração. Eles têm como objetivo financiar a previdência social e a arrecadação de tributos.

Os principais são:

  • INSS (previdência social);
  • IRRF (imposto de renda retido na fonte).

Esses valores são descontados automaticamente na folha de pagamento, ou seja, você já recebe o salário com esses abatimentos aplicados.

1. INSS (Previdência Social)

O INSS é a contribuição destinada à previdência social. Ele garante acesso a benefícios como aposentadoria, auxílio-doença e salário-maternidade.

O cálculo do INSS é feito com base em uma tabela progressiva. Isso significa que:

  • cada faixa salarial tem uma alíquota diferente;
  • o desconto não é único sobre todo o salário, mas aplicado por partes.

Essa tabela pode ser reajustada anualmente. Em 2026, os valores são os seguintes:

Faixa salarialAlíquota INSS (%)
até R$ 1.621,007,50
de R$ 1.621,01 até R$ 2.902,849,00
de R$ 2.902,85 até R$ 4.354,2712,00
de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,5514,00

Assim, quanto maior o salário, maior o valor total contribuído, respeitando o teto estabelecido pela legislação.

2. IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte)

O IRRF é o imposto cobrado sobre a renda do trabalhador, já descontado diretamente na folha de pagamento. No entanto, ele só incide quando o salário ultrapassa o limite de isenção definido pela Receita Federal.

O cálculo do IRRF considera:

  • o salário após o desconto do INSS;
  • o número de dependentes;
  • eventuais deduções permitidas.

Assim como o INSS, o IR também segue uma tabela progressiva, com diferentes alíquotas conforme a faixa de renda. A Receita Federal divulga, anualmente, a tabela atualizada. Confira a nova tabela de Imposto de Renda 2026, conforme a Lei nº 15.270:

Renda brutaAlíquotaDedução
até R$ 5.000,000,00%R$ 0,00
de R$ 5.000,01 até R$ 7.350,00Redução decrescenteFórmula do desconto adicional: R$ 978,62 – (0,133145 x rendimentos tributáveis sujeitos à incidência mensal)
a partir de R$ 7.350,01De 7,5% a 27,50%R$ 978,62
Dedução por dependente na determinação da base de cálculo do IRRF: R$ 189,59.
Limite mensal de desconto simplificado: R$ 607,20.

Para quem ganha a partir de R$ 7.350,01, aplica-se a tabela abaixo, descontando o imposto por faixa:

Renda brutaAlíquotaDedução
até R$ 2.428,800,00%R$ 0,00
de R$ 2.428,81 até R$ 2.826,657,50%R$ 182,16
de R$ 2.826,66 até R$ 3.751,0515,00%R$ 394,16
de R$ 3.751,06 até R$ 4.664,6822,50%R$ 675,49
acima de R$ 4.664,6827,50%R$ 908,73
Rendimentos previdenciários isentos para maiores de 65 anos: R$ 1.903,98
Dedução mensal por dependente: R$ 189,59
Limite mensal de desconto simplificado: R$ 607,20

Vale ressaltar que o Imposto de Renda retido na fonte não necessariamente representa o valor total que ele deve pagar aos cofres públicos. Como ele é recolhido mensalmente, tem o caráter de adiantamento do imposto.

Assim, ao realizar a Declaração Anual do Imposto de Renda do ano calendário, o empregado informa tudo que já contribuiu, além das demais informações obrigatórias, e descobre se terá restituição ou precisará pagar um residual.

E o FGTS?

O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) costuma gerar dúvida, mas é importante deixar claro: ele não é um desconto do salário.

Na verdade, o valor do FGTS é depositado pelo empregador, ou seja, não é retirado do salário do trabalhador. Assim, ele funciona como uma reserva financeira vinculada ao emprego.

Por isso, embora apareça no contexto da folha de pagamento, o FGTS não reduz o salário líquido.


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Descontos de benefícios e outros

Além dos descontos obrigatórios, também existem abatimentos relacionados a benefícios ou serviços contratados. Esses valores variam de acordo com a empresa e com as escolhas do trabalhador.

Os mais comuns incluem:

  • vale-transporte (VT): a empresa pode descontar até 6% do salário base. Se o custo do transporte for menor que 6%, desconta-se apenas o custo real;
  • vale alimentação/refeição (VA/VR): a lei permite desconto de até 20%, mas a maioria das empresas desconta um valor simbólico ou muito menor que isso;
  • plano de saúde/odontológico: coparticipação ou mensalidade (varia conforme contrato);
  • previdência privada: se oferecida pela empresa e aceita pelo funcionário;
  • faltas e atrasos: descontados proporcionalmente se não justificados.

Na maioria desses casos, eles são facultativos, ou seja, o empregado pode decidir não usufruir de tais benefícios e, por consequência, não ter tais valores descontados no salário bruto.

Esses descontos podem ter impacto relevante no salário líquido, principalmente quando somados aos tributos obrigatórios. Por isso, ao usar uma calculadora de salário líquido, é importante informar esses valores corretamente. Assim, você terá uma estimativa mais próxima da sua realidade.

Além dos descontos mencionados, eventuais contratações de empréstimos consignados também são debitados direto na folha de pagamento, ou seja, o valor líquido recebido na conta já desconta a parcela mensal do crédito contratado.

Erros comuns ao calcular salário líquido

Calcular o salário líquido parece simples, mas alguns erros podem distorcer bastante o resultado final. Esses equívocos geralmente acontecem por desconhecimento das regras ou por ignorar detalhes importantes do cálculo.

Se você usa uma calculadora ou faz a conta manualmente, vale a pena revisar estes pontos para evitar interpretações erradas do seu salário:

  • considerar o FGTS como desconto: como informamos, o FGTS é pago pelo empregador, por isso, não reduz o valor líquido recebido;
  • ignorar a ordem dos descontos: o cálculo do salário líquido tem uma sequência correta que influencia no resultado. A ordem correta é: primeiro o desconto de INSS; depois o cálculo da base para o IRRF; por fim, aplicação do IR (se houver);
  • não considerar dependentes no cálculo: eles influenciam diretamente o cálculo do Imposto de Renda. Por isso, sempre considere o número de dependentes e se eles se enquadram nas regras da Receita Federal;
  • esquecer descontos adicionais: é necessário incluir vale-transporte, plano de saúde, empréstimo consignado e outros benefícios;
  • usar tabelas desatualizadas: as regras de INSS e Imposto de Renda podem mudar com o tempo. Portanto, utilize calculadoras atualizadas, confira o ano-base das tabelas e evite conteúdos antigos na internet.

Vale a pena usar o simulador de salário líquido?

Sim, vale a pena usar um simulador de salário líquido, especialmente se você quer entender rapidamente quanto vai receber no fim do mês sem precisar fazer cálculos complexos. A principal vantagem é a praticidade: a ferramenta automatiza regras de INSS e Imposto de Renda, reduzindo erros e economizando tempo.

A própria calculadora do iDinheiro, por exemplo, informa quando foi atualizada, o que ajuda a garantir maior precisão na simulação.

Além disso, simuladores atualizados utilizam tabelas recentes e permitem incluir variáveis como dependentes e outros descontos. Isso torna o resultado mais próximo da sua realidade, principalmente quando comparado a cálculos manuais feitos “de cabeça”.

Vantagens e limitações da calculadora

O uso da calculadora faz ainda mais sentido em situações do dia a dia em que você precisa tomar decisões rápidas, como:

  • antes de aceitar uma proposta de emprego;
  • ao avaliar um aumento salarial;
  • para entender o impacto de novos descontos;
  • ao organizar o orçamento mensal;

Nesses casos, o simulador ajuda você a enxergar o valor líquido com clareza, o que facilita a tomada de decisão.

Por outro lado, é importante ter em mente que o simulador não substitui o holerite oficial. Algumas limitações incluem:

  • não considera regras específicas de algumas empresas;
  • pode não incluir todos os benefícios ou descontos particulares;
  • serve como estimativa, não como valor definitivo;

Por isso, o ideal é usar o simulador como apoio para análise e planejamento, e não como único parâmetro.

Perguntas frequentes

  1. Como calcular o salário líquido?

    Para chegar ao valor do salário líquido, subtraia os descontos no salário bruto acordado. Os principais descontos são da Previdência Social e do Imposto de Renda. Para facilitar seu cálculo, basta utilizar a Calculadora de Salário Líquido do iDinheiro.

  2. FGTS também é um desconto na folha de pagamento?

    O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) não é pago pelo empregado, mas sim, pela empresa que o contratou. Ele também é obrigatório e, por isso, pode estar discriminado na folha de pagamento para que o colaborador possa acompanhar seu pagamento. Porém, não é um desconto no seu salário.

  3. Qual a diferença entre adicionais trabalhistas e variáveis salariais?

    Adicionais (noturno, insalubridade, periculosidade, hora extra, etc.) são pagos em razão do desgaste do empregado, ou seja, por demandarem um esforço atípico. Já os ganhos variáveis, como comissões e premiações, estão relacionados ao desempenho e têm caráter motivacional.

  4. Os descontos obrigatórios incidem nos adicionais trabalhistas?

    Nem INSS, nem IRRF incidem sobre os adicionais trabalhistas, pois eles não integram o salário bruto do empregado.

  5. Os descontos obrigatórios incidem em comissões, corretagem e outros ganhos variáveis do trabalhador?

    Sim. No entanto, com alíquotas diferentes.

  6. A contribuição sindical é obrigatória?

    De acordo com as novas leis trabalhistas, a contribuição sindical é facultativa.

  7. A pensão alimentícia incide no salário bruto ou líquido?

    Depende da decisão judicial, que ainda pode considerar o valor da pensão pelo salário mínimo. Ou seja, depende de cada caso.

  8. Por que meu desconto aumentou se eu recebi um aumento de salário?

    O Brasil utiliza uma tabela progressiva para o INSS e o Imposto de Renda. Isso significa que, ao subir de faixa salarial, a alíquota (porcentagem) do imposto também pode subir. Às vezes, um aumento bruto pequeno pode resultar em um aumento líquido quase imperceptível porque você “pulou” para uma faixa de tributação mais alta.

  9. Ter filhos (dependentes) aumenta meu salário líquido?

    Sim, tende a aumentar levemente. Cada dependente legal cadastrado gera uma dedução na base de cálculo do Imposto de Renda (IRRF), e isso faz com que você pague menos imposto mensalmente, sobrando mais dinheiro na conta.

  10. Ao negociar um novo emprego, devo falar em salário bruto ou líquido?

    Sempre negocie o Salário Bruto. O líquido varia conforme seus dependentes, opção de VT e descontos específicos da empresa. Se você negociar o líquido, pode haver confusão contratual. Porém, faça a conta do líquido em casa para saber se cobre suas despesas.

  11. Quanto um funcionário custa para a empresa além do salário líquido?

    O salário líquido é apenas a ponta do iceberg. A empresa paga o Bruto + FGTS (8%) + Férias + 13º + Multa rescisória (reserva) + impostos patronais (que variam se a empresa é do Simples Nacional ou Lucro Presumido/Real). Em média, um funcionário pode custar de 1,6 a 2 vezes o seu salário bruto.

  12. Posso pagar o salário líquido em dinheiro vivo (espécie)?

    Pode, mas exige recibo assinado na hora. Porém, a recomendação de compliance é sempre transferência bancária ou PIX para uma conta de titularidade do funcionário, servindo como comprovante legal imediato do pagamento.

  13. O 13º salário tem os mesmos descontos do salário normal?

    Sim, incidem INSS e IRRF. A diferença é que o 13º é tributado exclusivamente na fonte (não se mistura com o salário do mês para cálculo do IR), o que evita que o imposto seja excessivamente alto naquele mês.

  14. Por que recebo menos no mês que volto das férias?

    Quando você sai de férias, recebe o salário adiantado + 1/3 extra. Quando volta, você já recebeu por aqueles dias que ficou fora. O “salário líquido” no mês de retorno costuma ser zerado ou muito baixo, pois o pagamento já foi feito antes de você sair.

Amanda Gusmão

Escrito por Amanda Gusmão - Supervisora de Conteúdo B2C

Cursou Administração de Empresas e Empreendedorismo pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) e é graduanda em Marketing Digital pela Faculdade Anhanguera. No mercado financeiro atuou como gestora de contas, orientadora financeira e de investimentos no Banco Itaú, com experiências de gestão anteriores no setor da aviação civil e Tecnologia da Informação. Desde 2008 trabalha com marketing de conteúdo, em especial na área de finanças pessoais e administração. No iDinheiro supervisiona o time de conteúdo B2C (Business to Consumer), Jornalismo, PR e Comunicação Interna.

Renata Santos

Revisado por Renata Santos - Especialista em Administração de Pessoal

Experiência Generalista nos processos de Administração de Pessoal, Gestão de Folha de Pagamento, Relações Trabalhista, Administração de Benefícios e Treinamento, Recrutamento e Seleção, Desenvolvimento Humano e Organizacional e Business Partner desenvolvido ao longo de 20 anos em vários segmentos.