Em nossa análise de 16 corretoras de criptomoedas disponíveis para brasileiros, a OKX ficou em primeiro lugar, seguida por Mercado Bitcoin e Foxbit. O resultado considera critérios como segurança, custos, facilidade fiscal, experiência para iniciantes, recursos para Bitcoin, liquidez e atendimento.
Voltar ao topoIsso não significa, porém, que a primeira colocada seja a melhor escolha em todos os casos. A Bipa, por exemplo, tem características interessantes para quem pretende investir pequenos valores exclusivamente em Bitcoin, enquanto Binance e outras exchanges globais se destacam pelo baixo custo de negociação. Já plataformas brasileiras podem facilitar questões operacionais e fiscais.
Recado da especialista 👇
Quais são as melhores corretoras de criptomoedas em 2026?
As melhores corretoras de criptomoedas em 2026 são OKX, Mercado Bitcoin, Foxbit, Bipa, Coinbase e Binance, considerando o perfil de um investidor brasileiro iniciante, que pretende começar com valores menores, busca custos competitivos e tem o Bitcoin como principal ativo de interesse.
| Corretora | Nota | Melhor para | Principal destaque |
|---|---|---|---|
| 1º OKX | 93/100 | Melhor equilíbrio geral | Combina operação adaptada ao Brasil, custos competitivos, liquidez e recursos para Bitcoin |
| 2º Mercado Bitcoin | 90/100 | Facilidade fiscal e operação no Brasil | Estrutura brasileira, movimentações em reais e boa documentação para o investidor |
| 3º Foxbit | 89/100 | Transparência de custos | Publica taxas de negociação e oferece estrutura local, Pix e saque de Bitcoin |
| 4º Bipa | 86/100 | Iniciantes e pequenos aportes em Bitcoin | Permite começar com valores muito baixos e oferece Lightning Network e compras recorrentes |
| 5º Coinbase | 84/100 | Facilidade de uso | Combina experiência simples, estrutura brasileira e possibilidade de transferir Bitcoin |
| 6º Binance | 83/100 | Taxas e liquidez | Possui custos competitivos, ampla liquidez e diferentes formas de negociar Bitcoin |
| 7º Bybit | 82/100 | Baixo custo de negociação | Oferece taxas reduzidas e recursos para diferentes níveis de experiência |
| 8º BTG Pactual | 81/100 | Quem prefere investir por uma instituição financeira | Integra criptomoedas ao ecossistema do BTG Pactual |
| 9º BityBank | 74/100 | Experiência local | Oferece Pix, suporte em português e documentos que ajudam na organização fiscal |
| 10º Bitget | 70/100 | Taxas competitivas | Combina baixo custo de negociação, Proof of Reserves e fundo de proteção |
| 11º Kraken | 69/100 | Segurança e autocustódia | Possui longo histórico de mercado e permite transferir Bitcoin para carteira própria |
| 12º Webull | 67/100 | Investir em diferentes tipos de ativos no mesmo app | Reúne criptomoedas, ações e ETFs, mas não permite transferir os criptoativos para carteira externa |
| 13º MEXC | 66/100 | Menor custo de negociação | Apresenta algumas das menores taxas spot entre as plataformas avaliadas |
| 14º Gate | 58/100 | Usuários mais experientes | Oferece taxas competitivas e ampla estrutura de negociação, mas tem menor adaptação ao público brasileiro |
| 15º Bitstamp | 58/100 | Tradição internacional | Possui longo histórico no mercado e estrutura robusta de segurança |
| 16º Strike | 53/100 | Bitcoin e Lightning Network | É especializada em Bitcoin e oferece boa estrutura para transferências via Lightning |
A OKX ocupa a primeira posição, com 93 pontos em 100, por apresentar um dos melhores equilíbrios entre segurança, custos, facilidade para brasileiros, recursos para Bitcoin e liquidez. Mercado Bitcoin e Foxbit aparecem logo depois, com destaque para a estrutura local e a maior facilidade para lidar com depósitos em reais e questões fiscais.
O ranking, porém, não indica que a primeira colocada seja a melhor escolha para todos. Corretoras como Bipa, Binance, Coinbase e Kraken podem se destacar em necessidades específicas, como começar com pouco dinheiro, pagar taxas menores, usar Lightning Network ou transferir Bitcoin para uma carteira própria.
Qual é a melhor corretora de criptomoedas no Brasil?
De acordo com a nossa metodologia, a OKX é a melhor corretora de criptomoedas no Brasil em 2026. A plataforma ficou na primeira posição por apresentar um dos melhores equilíbrios entre segurança, custos, facilidade para brasileiros, recursos para Bitcoin, liquidez e atendimento.
Um dos principais diferenciais é a estrutura local. A OKX opera no país por meio de uma entidade brasileira com CNPJ próprio e oferece recursos adaptados ao público nacional, como depósitos em reais via Pix.
Nos custos, a corretora também apresenta condições competitivas. Para usuários regulares, a tabela vigente em 2026 indica taxa maker de 0,10% e taker de 0,40% nos pares em reais, com redução progressiva conforme o nível do cliente.
A segurança também teve peso importante na posição. A OKX publica relatórios periódicos de Proof of Reserves e informa manter reservas de pelo menos 1:1 para os ativos dos clientes. Em setembro de 2026, a plataforma publicou sua 46ª prova de reservas, com US$ 22,96 bilhões em ativos principais.
Apesar da liderança geral, a OKX não necessariamente será a melhor corretora para todos os perfis. Por isso, vale comparar as corretoras de acordo com a sua prioridade, como menor taxa, facilidade para iniciantes, segurança, uso de Pix ou possibilidade de transferir Bitcoin para uma carteira própria.
Ranking das melhores corretoras de criptomoedas: análise das 16 opções
O ranking iDinheiro reúne corretoras com características bastante diferentes. Algumas se destacam pela combinação entre operação no Brasil, segurança e facilidade fiscal, enquanto outras oferecem taxas menores ou recursos mais completos para quem pretende transferir e manter seus próprios Bitcoins.
A seguir, confira a análise das 16 corretoras de criptomoedas avaliadas, da maior para a menor pontuação segundo a nossa metodologia.
1. OKX
| Avaliação | OKX |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 93/100 |
| 🏅 Melhor para | Melhor equilíbrio geral |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0,10% maker e 0,40% taker |
| ✅ O que gostamos | Estrutura adaptada ao Brasil, boa liquidez e possibilidade de sacar Bitcoin |
| ❗ Ponto de atenção | A compra a mercado em BRL tem taxa maior que algumas concorrentes globais |
A OKX ficou em primeiro lugar por não depender de um único diferencial. Ela apresentou pontuação alta em segurança, custos, facilidade para brasileiros, recursos relacionados ao Bitcoin e liquidez, formando o conjunto mais equilibrado da análise.
Nos pares negociados em reais, um usuário regular paga 0,10% como maker e 0,40% como taker, com redução progressiva das tarifas nos níveis superiores. A plataforma também permite comprar e vender cripto com BRL e transferir os ativos para carteiras externas.
Para o iniciante, o principal benefício está justamente em combinar uma exchange global com recursos mais adaptados ao mercado brasileiro. Ainda assim, quem utiliza ordens a mercado deve comparar o custo final, já que a taxa taker em BRL não está entre as menores deste ranking.
2. Mercado Bitcoin
| Avaliação | Mercado Bitcoin |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 90/100 |
| 🏅 Melhor para | Quem prioriza operação brasileira e facilidade fiscal |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0,30% maker e 0,70% taker |
| ✅ O que gostamos | Estrutura local, movimentação em reais e boa adaptação ao investidor brasileiro |
| ❗ Ponto de atenção | Taxas de negociação podem superar as cobradas por grandes exchanges internacionais |
O Mercado Bitcoin aparece em segundo lugar principalmente por oferecer uma experiência bastante integrada ao mercado brasileiro. A corretora permite movimentar reais, possui estrutura local e facilita a obtenção de informações necessárias para acompanhar os investimentos.
As taxas variam conforme o volume e a modalidade da ordem. Em 2026, o Mercado Bitcoin informa faixas de 0,15% a 0,30% para maker e 0,60% a 0,70% para taker, além de depósitos e saques em reais sem tarifa.
Isso significa que o MB não necessariamente será a opção de menor custo para quem olha exclusivamente a corretagem. A vantagem aparece no conjunto: estrutura brasileira, facilidade operacional e menor necessidade de adaptar uma plataforma internacional à rotina de um investidor local.
3. Foxbit
| Avaliação | Foxbit |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 89/100 |
| 🏅 Melhor para | Transparência de custos e experiência local |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0,25% maker e 0,50% taker |
| ✅ O que gostamos | Tabela de tarifas clara, Pix e saque em reais gratuito |
| ❗ Ponto de atenção | Negociação custa mais que em algumas exchanges globais |
A Foxbit ficou muito próxima do Mercado Bitcoin e se destaca principalmente pela transparência. A empresa detalha valores mínimos, tarifas de negociação e custos de saque, o que facilita calcular quanto uma operação pode custar antes de abrir a conta.
Na faixa inicial, operações em pares cripto/BRL custam 0,25% para ordens passivas e 0,50% para ordens a mercado. O depósito via Pix funciona todos os dias, e a retirada em reais não possui tarifa. Também é possível transferir Bitcoin para uma carteira externa, embora a taxa varie conforme a rede.
É uma combinação interessante para o iniciante que prefere uma corretora brasileira e quer encontrar as condições de uso com facilidade, mesmo que existam concorrentes com corretagem menor.
4. Bipa
| Avaliação | Bipa |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 86/100 |
| 🏅 Melhor para | Começar com pouco dinheiro e acumular Bitcoin |
| 💸 Taxas de compra e venda | Regressiva por volume e plano, de 3% a 0,20% |
| ✅ O que gostamos | Foco em Bitcoin, Pix, DCA e Lightning Network |
| ❗ Ponto de atenção | Não possui a mesma estrutura de livro de ofertas de uma exchange tradicional |
A Bipa é uma das opções que mais se diferenciam das grandes exchanges do ranking. Seu foco está na simplificação da compra e uso de Bitcoin, em vez de oferecer dezenas de ferramentas para traders.
É possível começar com R$ 1, realizar compras por Pix, configurar aportes recorrentes (DCA) e transferir BTC para uma carteira própria. A plataforma também oferece suporte à Lightning Network, recurso útil para transferências rápidas e de baixo valor.
Essas características fazem da Bipa uma alternativa particularmente interessante para quem pretende comprar pequenas quantidades de Bitcoin periodicamente. Em contrapartida, quem procura livro de ofertas, diferentes pares e ferramentas avançadas encontrará uma estrutura mais completa em exchanges tradicionais.
5. Coinbase
| Avaliação | Coinbase |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 84/100 |
| 🏅 Melhor para | Iniciantes que priorizam simplicidade e estrutura global |
| 💸 Taxas de negociação padrão | Até 2%, ou 0,09% maker e 0,10% taker no Coinbase Advanced |
| ✅ O que gostamos | Operação brasileira, informe fiscal e possibilidade de autocustódia |
| ❗ Ponto de atenção | Compra simplificada pode ter custo superior ao mercado spot de concorrentes |
A Coinbase combina uma das marcas internacionais mais conhecidas do setor com uma estrutura específica para clientes brasileiros. Entre os pontos que contribuíram para sua posição estão facilidade de uso, recursos de segurança e documentação fiscal.
A Coinbase Brasil disponibiliza Informe de Rendimentos, incluindo saldos, custo médio e histórico de transações. Isso é particularmente útil para o público deste ranking, que tem dúvidas sobre a declaração dos investimentos.
As taxas dependem da forma de compra. No Coinbase Advanced, existe estrutura maker/taker e redução conforme o volume. Já uma compra simplificada pode envolver preços e custos diferentes, apresentados antes da confirmação. Por isso, vale comparar o valor final recebido em BTC, e não apenas a tarifa de negociação anunciada.
6. Binance
| Avaliação | Binance |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 83/100 |
| 🏅 Melhor para | Baixo custo e liquidez |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0,10% (maker e taker) |
| ✅ O que gostamos | Taxas baixas, alta liquidez e ampla estrutura de negociação |
| ❗ Ponto de atenção | Serviço ao brasileiro ainda é prestado por exchange estrangeira |
A Binance teria uma posição ainda melhor se o ranking considerasse principalmente custo e liquidez. A taxa spot de referência para um usuário regular é de 0,10%, podendo ser reduzida por descontos e níveis de negociação.
O que reduz sua pontuação geral é principalmente a dimensão fiscal e regulatória aplicada ao público brasileiro. Em documentação publicada em 2026, a Binance informa que continua prestando o serviço ao cliente brasileiro por meio de uma exchange estrangeira, embora esteja sujeita às novas obrigações de reporte da DeCripto.
Para quem prioriza preço e liquidez, continua sendo uma das alternativas mais relevantes da lista. Para o iniciante preocupado em simplificar a declaração e manter a operação dentro de uma estrutura local, outras opções do ranking tiveram desempenho melhor.
7. Bybit
| Avaliação | Bybit |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 82/100 |
| 🏅 Melhor para | Custos baixos e recursos avançados |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0,10% (maker e taker) |
| ✅ O que gostamos | Corretagem competitiva e plataforma completa |
| ❗ Ponto de atenção | Histórico de incidente de segurança pesa na avaliação |
A Bybit obteve uma pontuação alta principalmente pelo custo de negociação e pela variedade de recursos. Usuários não VIP pagam atualmente 0,10% tanto em ordens maker quanto taker no mercado spot.
Apesar disso, segurança não é avaliada apenas pelos mecanismos disponíveis hoje. O grande incidente sofrido pela empresa em 2025 também entrou no histórico considerado pela metodologia, ainda que a resposta da plataforma e a continuidade das operações tenham sido levadas em conta.
Para um iniciante que pretende apenas comprar Bitcoin, boa parte das funcionalidades avançadas da Bybit terá pouca utilidade. Ainda assim, o custo competitivo contribui para que a plataforma permaneça entre as primeiras posições.
8. BTG Pactual (antiga Mynt)
| Avaliação | BTG Pactual |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 81/100 |
| 🏅 Melhor para | Quem prefere investir em cripto dentro de uma instituição financeira |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 1% por ordem executada |
| ✅ O que gostamos | Integração com BTG Pactual, atendimento em português e saque de cripto |
| ❗ Ponto de atenção | Taxa mais alta em comparação a outras corretoras |
A plataforma de criptoativos do BTG Pactual (antes Mynt, agora integrada à conta de investimentos), pode fazer mais sentido para quem se sente mais confortável mantendo os investimentos dentro do ecossistema de uma instituição financeira brasileira.
A plataforma informa que não cobra taxa de abertura ou manutenção, mas aplica uma taxa sobre as transações, fixa em 1% por ordem executada. Os saques de criptomoedas também podem gerar custos variáveis de acordo com a rede utilizada.
Investidores que preferem manter todos os investimentos em um só lugar podem se beneficiar no BTG Pactual. Além da plataforma completa, também está disponível uma conta bancária, com cartão de crédito com benefícios modulares (você escolhe ativar ou não).
9. BityBank (BityPreço)
| Avaliação | BityBank/BityPreço |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 74/100 |
| 🏅 Melhor para | Quem busca uma plataforma brasileira com diferentes formas de negociação |
| 💸 Taxas de negociação padrão | De 1,3% a 0,5%, conforme o valor negociado |
| ✅ O que gostamos | Pix, informe de movimentações e negociação avançada |
| ❗ Ponto de atenção | Compra simplificada de pequenos valores é relativamente cara |
A BityBank oferece uma experiência bastante adaptada ao brasileiro, incluindo movimentações em reais e emissão de informe de movimentações, que reúne as operações do usuário em PDF para auxiliar na declaração.
O principal ponto de atenção é o custo para quem compra pouco. Desde julho de 2026, as modalidades Express, Conversor e Compra Fácil usam uma tarifa gradual de 1,3% para operações de até R$ 1 mil, reduzindo-se conforme o volume até chegar a 0,5%.
Assim, apesar da facilidade local, um investidor que pretende realizar pequenos aportes precisa comparar o impacto da tarifa com opções de menor custo.
10. Bitget
| Avaliação | Bitget |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 70/100 |
| 🏅 Melhor para | Negociação com taxas baixas |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0,10% maker e taker |
| ✅ O que gostamos | Baixo custo, Proof of Reserves e fundo de proteção |
| ❗ Ponto de atenção | Menor facilidade fiscal e regulatória para o brasileiro |
A Bitget possui uma das estruturas de custo mais competitivas do ranking. A tarifa spot padrão é de 0,10% para maker e taker, podendo cair para 0,08% quando o pagamento da tarifa é realizado com BGB.
Na segurança, a empresa divulga mensalmente sua Proof of Reserves e mantém um fundo de proteção separado. Em setembro de 2026, o índice total de reservas divulgado foi de 135%, enquanto o fundo de proteção teve valor médio de US$ 464 milhões.
O resultado final no ranking é prejudicado principalmente pela menor adaptação fiscal ao investidor brasileiro. Quem escolhe a Bitget pelo custo precisa considerar também o trabalho necessário para acompanhar e organizar as operações para fins tributários.
11. Kraken
| Avaliação | Kraken |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 69/100 |
| 🏅 Melhor para | Segurança, Bitcoin e autocustódia |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0,40% maker e 0,80% taker |
| ✅ O que gostamos | Histórico de mercado, saque de BTC e Lightning Network |
| ❗ Ponto de atenção | Uso de reais envolve conversão e custos adicionais |
A Kraken ganha pontos principalmente em segurança e recursos para Bitcoin. A plataforma permite enviar BTC pela rede tradicional e também pela Lightning Network, característica importante para quem quer efetivamente movimentar o ativo em vez de apenas manter exposição ao preço.
A empresa passou a oferecer entrada e saída em reais por Pix para clientes brasileiros elegíveis. Porém, há uma particularidade: o dinheiro depositado não fica simplesmente como saldo tradicional em reais, havendo conversão automática para USD dentro da plataforma. Já a retirada por Pix está sujeita à taxa de 0,5%.
Por isso, a Kraken pode ser especialmente interessante para quem valoriza Bitcoin e autocustódia, mas é menos simples que alternativas locais para alguém que quer apenas enviar um Pix, comprar BTC e acompanhar os valores em reais.
12. Webull
| Avaliação | Webull |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 67/100 |
| 🏅 Melhor para | Reunir cripto e investimentos tradicionais no mesmo aplicativo |
| 💸 Taxas de negociação padrão | Corretagem nominal pode ser zero, mas é necessário observar o preço efetivo |
| ✅ O que gostamos | Pix, interface voltada a investimentos e operação local |
| ❗ Ponto de atenção | Não oferece a mesma liberdade de transferência de BTC que exchanges focadas em cripto |
A Webull tem uma proposta diferente da maioria das empresas da lista: permite ao investidor acessar criptomoedas junto de outros produtos financeiros, o que pode ser conveniente para quem não quer utilizar vários aplicativos.
Essa praticidade, porém, vem acompanhada de uma limitação importante para quem enxerga o Bitcoin como um ativo que deve poder ser retirado da corretora. Até o momento, a Webull não recebe nem envia criptomoedas para carteiras ou outras corretoras.
Por isso, sua nota no critério de saque e uso do Bitcoin ficou significativamente abaixo das exchanges que permitem transferência direta para uma carteira particular. Para quem pretende apenas acompanhar a valorização do ativo dentro da plataforma, essa limitação pode ter menos importância.
13. MEXC
| Avaliação | MEXC |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 66/100 |
| 🏅 Melhor para | Quem prioriza taxas de negociação muito baixas |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0% maker e 0,05% taker |
| ✅ O que gostamos | Uma das menores tarifas spot e suporte a Pix |
| ❗ Ponto de atenção | Menor conveniência fiscal e regulatória para brasileiros |
A MEXC é uma das corretoras de menor custo de negociação entre as avaliadas. Em 2026, a plataforma informa 0% para ordens maker e 0,05% para taker no mercado spot.
Outro avanço para o público brasileiro é a possibilidade de utilizar Pix para depósitos e saques, com processo detalhado pela própria corretora.
Mesmo assim, ela aparece apenas na 13ª posição porque nossa metodologia não considera taxa baixa suficiente para definir a melhor corretora. A menor estrutura fiscal/local e a experiência mais voltada à negociação fazem com que plataformas mais adaptadas a iniciantes brasileiros tenham pontuação superior.
14. Gate
| Avaliação | Gate |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 58/100 |
| 🏅 Melhor para | Usuários que já têm experiência com exchanges internacionais |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0,10% maker e taker |
| ✅ O que gostamos | Tarifa competitiva e Proof of Reserves |
| ❗ Ponto de atenção | Pouca adaptação às necessidades fiscais e operacionais do iniciante brasileiro |
A Gate oferece taxa spot inicial de 0,10% para maker e taker, colocando seu custo de negociação no mesmo patamar de diversas grandes exchanges internacionais.
A empresa também publica relatórios de Proof of Reserves. Em agosto de 2026, divulgou reservas totais equivalentes a 127% dos ativos de clientes em seu relatório mais recente daquele período.
A posição mais baixa não decorre, portanto, de falta de recursos para negociação. O principal problema para o público deste ranking é a menor adaptação ao investidor brasileiro iniciante, especialmente quando comparada a empresas com Pix, documentação fiscal e suporte local mais estruturados.
14. Bitstamp
| Avaliação | Bitstamp |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 58/100 |
| 🏅 Melhor para | quem valoriza tradição internacional |
| 💸 Taxas de negociação padrão | 0,30% maker e 0,40% taker |
| ✅ O que gostamos | longo histórico, auditorias e possibilidade de saque de cripto |
| ❗ Ponto de atenção | baixa conveniência para quem quer investir diretamente em reais |
A Bitstamp empata com a Gate na pontuação, mas por motivos diferentes. Seu principal diferencial está no histórico da empresa e na estrutura de controles, e não na adaptação ao mercado brasileiro.
A companhia informa que suas entidades passam por auditorias financeiras anuais realizadas por uma empresa Big Four desde 2016.
Para quem recebe e investe em moeda estrangeira, a Bitstamp pode fazer mais sentido. Para o usuário deste ranking, que pretende começar com reais e Pix, a ausência de uma experiência local comparável às primeiras colocadas pesa bastante.
16. Strike
| Avaliação | Strike |
|---|---|
| 📋 Nota iDinheiro | 53/100 |
| 🏅 Melhor para | Usuários focados exclusivamente em Bitcoin e Lightning |
| 💸 Taxa de compra avulsa | A partir de 0,89% na faixa inicial publicada |
| ✅ O que gostamos | Foco em BTC, Lightning, autocustódia e DCA |
| ❗ Ponto de atenção | Pouca adaptação à rotina de pagamentos e tributação de um investidor brasileiro |
A Strike ocupa a última posição geral, mas isso não significa que seja uma plataforma ruim para Bitcoin. Na verdade, ela possui alguns dos melhores recursos da lista para quem já sabe que quer utilizar exclusivamente BTC.
A plataforma permite saques on-chain, pagamentos via Lightning Network, compras recorrentes e envio do Bitcoin para autocustódia. Nas compras recorrentes pessoais, a Strike informa que a tarifa de negociação é zerada após o período inicial previsto para cada frequência.
Nas compras avulsas, a taxa começa em 0,89% para volumes mensais inferiores a US$ 5 mil, diminuindo conforme o volume cresce. Além disso, a cotação pode incorporar margens e spreads de provedores.
A nota menor ocorre principalmente porque o ranking foi construído para um brasileiro iniciante que recebe em reais e quer começar com facilidade. Para um usuário mais experiente, interessado especificamente em Bitcoin, Lightning e autocustódia, a posição da Strike poderia ser bastante diferente.
Qual é a melhor corretora de criptomoedas para cada perfil?
A melhor corretora de criptomoedas pode mudar conforme o que você pretende fazer. Para um iniciante que quer investir R$ 50 por mês em Bitcoin, por exemplo, facilidade de uso e valor mínimo têm mais importância do que ferramentas avançadas de negociação. Já quem pretende retirar os Bitcoins da corretora deve priorizar suporte a carteiras externas e custos de saque.
Considerando essas diferenças, estes são os principais destaques entre as corretoras avaliadas:
| Perfil | Corretora que mais se destaca | Por quê? |
|---|---|---|
| Iniciantes | Bipa | Experiência simples, Pix, foco em Bitcoin e compras recorrentes |
| Comprar Bitcoin | OKX | Melhor equilíbrio entre custos, segurança, liquidez e possibilidade de saque |
| Começar com pouco dinheiro | Bipa | Permite comprar Bitcoin a partir de R$ 1 |
| Facilitar o Imposto de Renda | Mercado Bitcoin | Operação brasileira e relatórios específicos para auxiliar na declaração |
| Transferir Bitcoin para carteira própria | Kraken | Boa estrutura para saques de BTC, incluindo rede Bitcoin e Lightning |
| Usar Lightning Network | Strike | Plataforma especializada em Bitcoin e pagamentos pela Lightning |
Qual é a melhor corretora de criptomoedas para iniciantes?
A Bipa é uma das opções que mais se destacam para iniciantes, principalmente para quem quer começar comprando Bitcoin sem precisar entender livros de ofertas, pares de negociação ou diferentes tipos de ordem.
A plataforma permite depositar reais por Pix e comprar Bitcoin a partir de R$ 1. Também oferece compras recorrentes automáticas, permitindo definir aportes diários, semanais ou mensais. A Bipa informa que o DCA automático fica sem taxa a partir da segunda semana.
Outro diferencial é o foco reduzido em comparação às grandes exchanges. Para quem quer apenas começar a acumular Bitcoin, ter menos produtos e telas de negociação pode tornar a experiência mais simples.
Qual é a melhor corretora para comprar Bitcoin?
A OKX é a principal escolha para comprar Bitcoin considerando o conjunto da nossa metodologia. A corretora ficou em primeiro lugar no ranking geral e recebeu pontuação máxima no critério relacionado a saque e uso do Bitcoin.
Para brasileiros, também conta a favor a existência de uma entidade local e de serviços adaptados ao país. Além de realizar a compra dentro da plataforma, o usuário pode posteriormente transferir seus Bitcoins, em vez de ficar limitado à exposição ao preço do ativo.
A Bipa pode ser mais interessante para quem deseja apenas acumular pequenas quantidades de BTC de forma recorrente, enquanto Binance tende a fazer mais sentido quando a prioridade está em taxas de negociação e liquidez.
Qual é a melhor corretora para começar com pouco dinheiro?
Para aportes pequenos, a Bipa volta a se destacar porque permite comprar Bitcoin a partir de apenas R$ 1, com depósito por Pix sem taxa informado pela plataforma.
Isso faz diferença principalmente para quem pretende testar o funcionamento do Bitcoin antes de investir quantias maiores ou adotar uma estratégia de aportes frequentes.
Por exemplo, quem deseja separar R$ 20 ou R$ 50 por semana consegue programar compras recorrentes sem precisar acumular um valor mínimo elevado para cada operação. O mais importante, porém, continua sendo observar o custo efetivo da compra e não apenas o aporte mínimo permitido.
Qual é a melhor corretora para facilitar a declaração do Imposto de Renda?
O Mercado Bitcoin se destaca para quem prioriza a organização das informações fiscais. A plataforma possui operação brasileira e disponibiliza relatórios específicos que podem ser utilizados como apoio na declaração anual.
No ambiente de IR da empresa, o cliente pode solicitar relatórios detalhados, consultar operações e ajustar o custo de aquisição de criptoativos transferidos de outras plataformas. O Mercado Bitcoin também informa que reporta as operações realizadas na plataforma à Receita Federal e, desde julho de 2026, está sujeito às regras da DeCripto.
Isso não significa que o investidor fique dispensado de conferir a própria declaração ou calcular eventual imposto devido. Afinal, a responsabilidade pelas informações declaradas e pelo pagamento de tributos continua sendo do contribuinte.
A Coinbase também merece destaque neste perfil: seu informe para clientes brasileiros apresenta saldo por ativo, custo médio, compras e vendas, outras movimentações e resumo mensal de ganhos e perdas.
Qual é a melhor corretora para transferir Bitcoin para uma carteira própria?
A Kraken é uma das opções mais interessantes para quem pretende comprar Bitcoin e depois transferi-lo para autocustódia.
A plataforma permite enviar Bitcoin pela rede tradicional e pela Lightning Network, inclusive para endereços externos compatíveis. Isso amplia as possibilidades para quem não deseja manter os ativos indefinidamente sob custódia da corretora.
Esse perfil exige atenção especial às taxas de retirada. Dependendo do valor transferido e das condições da rede, enviar quantidades muito pequenas pela blockchain tradicional pode representar um custo proporcionalmente alto.
OKX, Binance, Coinbase e Bipa também permitem transferências de Bitcoin e são alternativas que vale comparar antes de escolher.
Veja também: Qual a melhor carteira física para criptomoedas?
Qual é a melhor corretora para usar Lightning Network?
Para quem já sabe que pretende utilizar a Lightning Network com frequência, a Strike é a plataforma mais especializada entre as avaliadas.
Diferentemente das exchanges que oferecem dezenas ou centenas de ativos, a Strike é focada exclusivamente em Bitcoin. Seu serviço permite enviar e receber BTC tanto pela blockchain tradicional quanto pela Lightning Network.
Para quem busca Lightning, mas prefere uma experiência mais adaptada ao Brasil, a Bipa é uma alternativa mais prática: a fintech brasileira também oferece a rede e permite comprar BTC diretamente com Pix.
Quais são as melhores corretoras de criptomoedas brasileiras?
Considerando apenas as plataformas criadas no Brasil e com estrutura empresarial brasileira, as melhores colocadas em nossa avaliação são Mercado Bitcoin, Foxbit, Bipa, BTG Pactual e BityBank.
Entre elas, o Mercado Bitcoin teve a maior nota, com 90 pontos em 100, seguido de perto pela Foxbit, com 89. A Bipa aparece na terceira posição e se diferencia das demais pelo foco maior em Bitcoin e pequenos aportes.
| Posição | Corretora brasileira | Nota | Principal destaque |
|---|---|---|---|
| 1º | Mercado Bitcoin | 90/100 | Estrutura local e facilidade fiscal |
| 2º | Foxbit | 89/100 | Transparência de custos e segurança |
| 3º | Bipa | 86/100 | Bitcoin, pequenos aportes e Lightning |
| 4º | BTG Pactual | 81/100 | Integração com uma instituição financeira brasileira |
| 5º | BityBank | 74/100 | Pix, negociação em reais e estrutura local |
O Mercado Bitcoin é uma empresa brasileira criada em 2013 e se apresenta como a primeira corretora de criptomoedas do país. Atualmente, sua prestadora de serviços de ativos virtuais possui sede em São Paulo e está em processo de autorização junto ao Banco Central.
A Foxbit também nasceu no Brasil, em 2014, e possui empresa constituída em território nacional. Em seus termos atuais, informa estar em processo de autorização como Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais (PSAV) junto ao Banco Central.
Já a Bipa é uma fintech brasileira fundada em 2020, com sede em São Paulo, voltada principalmente para Bitcoin e USDT. Entre seus diferenciais estão compra de BTC a partir de R$ 1, Pix, aportes recorrentes e Lightning Network.
A BTG Pactual também é uma plataforma brasileira, e o maior banco de investimentos da América Latina. Após a criação da Mynt, em 2022, a plataforma hoje está integrada ao app BTG Investimentos de maneira definitiva.
A BityBank, por sua vez, pertence à Bity, cuja empresa responsável é constituída e sediada no Brasil. Além da compra e venda de criptomoedas, a plataforma oferece Pix e diferentes modalidades de negociação.
Atenção
Para o investidor, porém, a origem da marca não deve ser o único fator de escolha. Uma estrutura local pode facilitar depósitos em reais, atendimento e organização das informações fiscais, mas também é importante comparar segurança, situação regulatória, taxas, spread, possibilidade de sacar as criptomoedas e qualidade da custódia antes de abrir a conta.
Qual corretora de criptomoedas tem as menores taxas?
Entre as plataformas avaliadas, a MEXC apresenta a menor taxa padrão de negociação spot, com 0% para ordens maker e 0,05% para taker na tabela consultada em 2026. Na sequência, Binance, Bybit, Bitget e Gate cobram, em geral, 0,10% para usuários do nível inicial.
No entanto, a menor taxa de corretagem não significa necessariamente o menor custo para comprar Bitcoin. Spread, depósito e saque em reais, conversão de moedas e retirada de BTC também podem afetar quanto você efetivamente paga.
Por isso, em nossa metodologia, o critério de custos vale até 20 pontos e considera a negociação, a movimentação em reais e o saque de Bitcoin. Nesse recorte mais amplo, Bybit e Bitget atingiram 19 pontos, enquanto Binance, MEXC e Foxbit alcançaram 18.
| Corretora | Taxa maker | Taxa taker | Pontuação em custos | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|---|
| Bybit | 0,10% | 0,10% | 19/20 | Taxas de depósitos e saques fiduciários podem variar conforme o método |
| Bitget | 0,10% | 0,10% | 19/20 | Saque em BRL tem tarifa de R$ 2,60 |
| MEXC | 0% | 0,05% | 18/20 | A menor corretagem spot não garante o menor custo final de compra |
| Binance | 0,10% | 0,10% | 18/20 | Saque em BRL para conta pessoal custa R$ 3,50 |
| Foxbit | 0,25% | 0,50% | 18/20 | Corretagem é maior, mas saque em reais é gratuito |
| OKX | 0,10% | 0,40% | 17/20 | Ordem a mercado em pares BRL custa mais que nas líderes de taxa |
| Mercado Bitcoin | 0,30%* | 0,70%* | 16/20 | Taxas iniciais maiores, com descontos conforme o volume |
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Existe corretora de criptomoedas com taxa zero?
Sim, mas normalmente a taxa zero está associada a uma modalidade específica de operação, promoção ou condição de uso.
A MEXC, por exemplo, informa atualmente taxa maker de 0% no mercado spot, enquanto cobra 0,05% para ordens taker. Isso significa que uma ordem que adiciona liquidez ao livro pode não pagar corretagem, mas uma ordem executada imediatamente continua sujeita à tarifa.
Também existem descontos condicionados ao uso do token da própria plataforma. Na Binance, por exemplo, a tarifa padrão de 0,10% cai para 0,075% quando o usuário utiliza BNB para pagar as taxas. Na Bitget, o uso de BGB reduz a taxa spot padrão de 0,10% para 0,08%.
Por isso, é importante verificar qual operação realmente possui taxa zero e quais condições precisam ser cumpridas antes de escolher a corretora apenas por esse benefício.
Taxa zero significa que a compra de criptomoedas é gratuita?
Não. Uma corretora pode anunciar taxa de negociação zero e ainda assim existir diferença entre o preço de mercado do Bitcoin e a cotação oferecida ao usuário, conhecida como spread.
Também podem existir outros custos, como conversão entre real e dólar ou stablecoin, saque em reais e transferência dos Bitcoins para uma carteira externa.
Imagine, por exemplo, duas plataformas em uma compra de R$ 1.000:
- a Corretora A não cobra corretagem, mas oferece o Bitcoin com spread de 1%. O custo implícito seria de aproximadamente R$ 10;
- a Corretora B cobra 0,10% de corretagem e apresenta preço próximo ao mercado. A tarifa seria de R$ 1.
Nesse cenário hipotético, a corretora com taxa anunciada de 0% sairia mais cara.
Por isso, para comparar corretamente, observe quanto Bitcoin você recebe pelo mesmo valor em reais, além das tarifas de negociação, depósito e saque. O preço final exibido antes da confirmação da ordem é mais útil do que analisar apenas a porcentagem anunciada pela corretora.
Quais corretoras de criptomoedas aceitam Pix?
Entre as plataformas avaliadas neste ranking, OKX, Mercado Bitcoin, Foxbit, Bipa, Coinbase, Binance, Bybit, BityBank, Bitget, Kraken, Webull e MEXC oferecem alguma forma de movimentação em reais via Pix para usuários brasileiros.
Na maioria dos casos, você pode transferir reais da sua conta bancária para a corretora e depois utilizá-los para comprar Bitcoin ou outras criptomoedas. Algumas também permitem fazer o caminho inverso e sacar o saldo em reais via Pix.
| Corretora | Depósito via Pix | Saque em reais via Pix | O que você precisa saber |
|---|---|---|---|
| OKX | ✅ | ✅ | Depósito e saque mínimos de R$ 5; conta bancária deve ser da mesma titularidade |
| Mercado Bitcoin | ✅ | ✅ | Possui estrutura de Pix integrada à conta e movimentação em reais |
| Foxbit | ✅ | ✅ | Depósito via Pix funciona 24 horas e não possui tarifa |
| Bipa | ✅ | ✅ | Permite comprar Bitcoin via Pix a partir de R$ 1 e também utilizar Pix dentro da própria conta |
| Coinbase | ✅ | ✅ | Depósito mínimo de R$ 1 e processamento geralmente imediato |
| Binance | ✅ | ✅ | Aceita depósitos em BRL via Pix e permite saques para conta de mesma titularidade |
| Bybit | ✅ | ✅ | Pix está disponível como método oficial de depósito e saque em BRL |
| BityBank | ✅ | ✅ | Depósitos e saques via Pix funcionam 24 horas; podem existir limites |
| Bitget | ✅ | ✅ | Depósito em BRL via Pix é gratuito; saque custa R$ 2,60 |
| Kraken | ✅ | ✅ | O BRL depositado via Pix é convertido automaticamente em dólar dentro da plataforma |
| Webull | ✅ | ✅* | Permite financiar a conta cripto por Pix; a estrutura envolve parceiro cambial |
| MEXC | ✅ | ✅ | Disponibiliza depósito e saque em BRL via Pix para usuários elegíveis |
Atenção ao Pix da Kraken
Ao depositar BRL, o valor é automaticamente convertido em dólares (USD) e não permanece como saldo em reais dentro da conta. Para sacar, o processo é inverso: o valor é descontado do saldo em dólares, convertido para reais e enviado pela transferência Pix.
Isso significa que, mesmo com Pix disponível, é importante considerar também o custo da conversão entre BRL e USD ao comparar a Kraken com corretoras que negociam diretamente em reais.
Corretora que aceita Pix é necessariamente brasileira?
Por isso, a presença do Pix deve ser analisada separadamente de fatores como sede da empresa, entidade responsável pela prestação do serviço e obrigações fiscais.
Quais são as corretoras de criptomoedas mais seguras e confiáveis?
Considerando apenas o critério de segurança, custódia e regulação da nossa metodologia, OKX e BTG Pactual foram as plataformas mais bem avaliadas, com 23 pontos em 25. Mercado Bitcoin, Foxbit, Coinbase e Webull aparecem logo depois, com 22 pontos.
A pontuação considera situação regulatória, separação e custódia dos ativos dos clientes, auditorias ou provas de reservas, mecanismos de proteção da conta e histórico de incidentes. Por isso, uma corretora não recebe nota alta apenas por oferecer autenticação em duas etapas ou afirmar que mantém os ativos em carteiras frias.
| Corretora | Nota em segurança | Principais pontos considerados |
|---|---|---|
| OKX | 23/25 | Proof of Reserves mensal, reservas 1:1 ou superiores, entidade brasileira e controles de segurança da conta |
| BTG Pactual | 23/25 | Integração ao ecossistema BTG Pactual, estrutura brasileira e controles institucionais de segurança |
| Mercado Bitcoin | 22/25 | Segregação patrimonial, auditoria anual, ISO 27001, SOC 2 Tipo 2 e longo histórico no Brasil |
| Foxbit | 22/25 | Segregação patrimonial, custódia institucional, SOC 2 Tipo II, ISO 27001 e processo de autorização no BC |
| Coinbase | 22/25 | Ativos mantidos 1:1, auditoria financeira independente, 2FA e controles adicionais de saque |
| Webull | 22/25 | Estrutura brasileira e custódia dos criptoativos realizada pela Coinbase |
A Kraken, apesar de não aparecer entre as primeiras colocadas desse recorte por ter menor adaptação regulatória ao mercado brasileiro, merece destaque em transparência de custódia. Sua Proof of Reserves indica cobertura acima de 100% para BTC e para ETH, com verificação realizada por terceiro independente e possibilidade de conferência individual pelo cliente.
Como saber se uma corretora de criptomoedas é confiável?
Antes de depositar dinheiro, é recomendável verificar mais de um indicador de segurança. Uma boa avaliação deve considerar conjuntamente:
- situação regulatória: confira qual empresa presta o serviço e se ela está autorizada ou enquadrada no regime de transição aplicável no Brasil;
- segregação patrimonial: verifique se os criptoativos dos clientes ficam separados do patrimônio da empresa;
- custódia: procure informações sobre cold wallets, custodiantes utilizados e gestão das chaves;
- auditoria e reservas: prefira plataformas que publiquem demonstrações auditadas ou mecanismos verificáveis de Proof of Reserves;
- proteção da conta: 2FA, passkeys, chaves físicas, whitelist de endereços e confirmações adicionais de saque ajudam a reduzir o risco de acesso indevido;
- histórico de incidentes: considere não apenas se houve invasões, mas também a gravidade, as perdas e a forma como a corretora respondeu.
No Brasil, a regulamentação também passou a exigir das prestadoras de serviços de ativos virtuais mecanismos para separar seus ativos dos recursos dos clientes, políticas documentadas de custódia e procedimentos relacionados à prova de reservas e auditoria.
Ainda assim, nenhuma corretora pode ser considerada totalmente livre de riscos. Falhas de segurança, problemas operacionais, insolvência e golpes direcionados à conta do próprio usuário continuam sendo possíveis.
Proof of Reserves garante que uma corretora é segura?
Não. A Proof of Reserves (PoR) é um indicador relevante de transparência, mas não deve ser usada isoladamente para concluir que uma corretora é segura.
Em geral, a PoR procura demonstrar que a plataforma controla ativos suficientes para cobrir os saldos de clientes incluídos na verificação. Dependendo do modelo utilizado, o próprio usuário consegue confirmar que seus ativos estavam contabilizados no momento do levantamento.
O problema é que uma prova de reservas representa um retrato de determinado momento. Ela não necessariamente mostra todas as obrigações financeiras da empresa, riscos jurídicos, qualidade dos controles internos ou o que acontece com os ativos depois da data da verificação.
Por isso, uma PoR robusta deve ser analisada junto com auditorias independentes, segregação patrimonial, qualidade da custódia, situação regulatória e histórico da empresa.
Também vale lembrar que criptoativos mantidos em corretoras não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Como escolhemos as melhores corretoras de criptomoedas?
Para definir o ranking das melhores corretoras de criptomoedas, avaliamos 16 plataformas disponíveis para brasileiros a partir de critérios que consideramos mais relevantes para quem está começando a investir e pretende comprar principalmente Bitcoin.
A metodologia atribui uma nota de 0 a 100 pontos para cada corretora. Segurança, custos e facilidade para lidar com as obrigações fiscais no Brasil têm maior peso, mas também analisamos facilidade de uso, possibilidade de transferir Bitcoin para uma carteira própria, liquidez e qualidade do atendimento.
As informações foram verificadas em páginas oficiais, termos de uso, tabelas de tarifas, documentos regulatórios e materiais de segurança publicados pelas empresas.
| Critério avaliado | Pontuação máxima |
|---|---|
| Segurança, custódia e regulação | 25 pontos |
| Custos para comprar e movimentar Bitcoin | 20 pontos |
| Facilidade fiscal para brasileiros | 15 pontos |
| Facilidade para iniciantes | 15 pontos |
| Saque e uso do Bitcoin | 10 pontos |
| Liquidez e negociação | 8 pontos |
| Atendimento ao cliente brasileiro | 7 pontos |
| Total | 100 pontos |
Segurança, custódia e regulação — até 25 pontos
A segurança representa 25% da nota final e é o critério de maior peso da avaliação. Analisamos a situação regulatória da empresa no Brasil, as práticas de custódia e segregação dos ativos dos clientes, auditorias e provas de reservas, mecanismos de proteção da conta e o histórico de incidentes de segurança.
Também consideramos como a empresa respondeu a eventuais problemas. Uma invasão antiga com ressarcimento aos clientes e reforço dos controles de segurança, por exemplo, não recebe necessariamente a mesma avaliação de um incidente recente com perdas não ressarcidas.
Custos para comprar e movimentar Bitcoin — até 20 pontos
Avaliamos quanto o investidor pode gastar para comprar, depositar, sacar e transferir Bitcoin.
O principal componente é o custo da compra. Sempre que possível, consideramos as taxas cobradas na modalidade mais adequada para um investidor iniciante, além de observar a existência de spreads ou outras cobranças.
Também entram na nota as tarifas para depósitos e retiradas em reais e o custo para enviar Bitcoin para outra carteira.
Como algumas corretoras só mostram o spread exato após o login ou na confirmação da operação, utilizamos as tarifas públicas disponíveis e indicamos quando não foi possível verificar integralmente o custo efetivo da compra.
Facilidade fiscal para brasileiros — até 15 pontos
Também avaliamos o quanto cada plataforma facilita a vida do investidor na hora de organizar e declarar suas criptomoedas no Imposto de Renda.
Recebem mais pontos as corretoras que operam por meio de estrutura estabelecida no Brasil e disponibilizam recursos como informe anual, histórico detalhado de transações, exportação de dados e informações sobre saldos e custo de aquisição dos ativos.
Esse critério não significa que uma corretora estrangeira seja necessariamente menos segura. A diferença está principalmente na facilidade operacional e fiscal para quem reside no Brasil.
Facilidade para iniciantes — até 15 pontos
Como o ranking é voltado principalmente para quem está começando, avaliamos se é possível investir com pouco dinheiro e realizar uma compra de Bitcoin sem precisar utilizar ferramentas avançadas.
Consideramos o valor mínimo de compra, disponibilidade de Pix, existência de uma opção simplificada para comprar Bitcoin, possibilidade de programar compras recorrentes e disponibilidade de interface e materiais de suporte em português.
Corretoras que exigem conversão para moedas estrangeiras ou processos mais complexos tendem a receber notas menores neste critério.
Saque e uso do Bitcoin — até 10 pontos
Comprar Bitcoin em uma plataforma não significa necessariamente poder transferi-lo para uma carteira particular. Por isso, avaliamos também a possibilidade de sacar BTC para uma carteira externa.
Entram na pontuação o suporte a transferências pela rede Bitcoin, Lightning Network, clareza das taxas de saque, valor mínimo exigido e recursos de segurança para endereços de retirada.
Esse critério é especialmente relevante para quem deseja manter a opção de fazer a autocustódia dos seus Bitcoins.
Liquidez e negociação — até 8 pontos
Embora o ranking não seja voltado para traders, uma boa liquidez pode contribuir para que o investidor compre e venda Bitcoin com preços mais próximos dos praticados pelo mercado.
Por isso, verificamos a existência de negociação direta entre Bitcoin e real (BTC/BRL), disponibilidade de mercado spot e ordens limitadas, além da estrutura de liquidez oferecida pela plataforma.
Recursos mais avançados, como futuros, margem e alavancagem, não aumentam a pontuação.
Atendimento ao cliente brasileiro — até 7 pontos
Por fim, avaliamos a estrutura de suporte oferecida ao usuário brasileiro. Consideramos atendimento humano em português, quantidade de canais disponíveis e a existência de uma estrutura local de atendimento ou reclamação.
Esse aspecto tem peso menor na nota geral, mas pode fazer diferença principalmente para quem ainda não tem familiaridade com transferências, carteiras e operações com criptomoedas.
O que não aumenta a nota da corretora?
Recursos voltados principalmente para traders não fazem parte da pontuação. Por isso, quantidade de criptomoedas disponíveis, contratos futuros, alavancagem, copy trading, bots, NFTs e derivativos não garantem uma posição melhor no ranking.
Essas funcionalidades podem ser úteis para alguns perfis, mas não são determinantes para o objetivo desta análise: encontrar plataformas seguras, econômicas e fáceis de usar para brasileiros que querem começar a investir em criptomoedas, principalmente Bitcoin.
Quais são as limitações desta avaliação?
O ranking representa as condições encontradas na data de atualização do levantamento. Taxas, valores mínimos, métodos de depósito, recursos disponíveis e até a estrutura regulatória das corretoras podem mudar, por isso as posições podem ser revistas em futuras atualizações.
Outra limitação está na comparação do custo efetivo de compra. Nem todas as plataformas divulgam publicamente o spread aplicado às operações, e algumas só apresentam a cotação final depois que o usuário acessa a conta. Nesses casos, utilizamos as taxas e condições publicamente verificáveis e consideramos essa menor transparência na avaliação.
Também não realizamos uma compra real e simultânea de Bitcoin em todas as corretoras. Por isso, diferenças momentâneas de preço, spread e liquidez podem fazer com que o custo encontrado pelo usuário no momento da operação seja diferente daquele indicado pelas tarifas públicas.
A análise de segurança também se baseia em informações verificáveis, como documentos regulatórios, políticas de custódia, auditorias, provas de reservas e histórico conhecido de incidentes. Esses elementos ajudam a comparar as plataformas, mas não eliminam os riscos de investir ou manter criptomoedas sob custódia de terceiros.
Corretora brasileira ou estrangeira: qual escolher?
Uma corretora brasileira tende a fazer mais sentido para quem prioriza facilidade para movimentar reais, suporte em português e organização das informações fiscais. Já as corretoras estrangeiras podem oferecer vantagens como taxas menores, maior liquidez e mais recursos de negociação.
Não existe, porém, uma opção melhor em todos os casos. Além da origem da empresa, é importante verificar qual entidade presta o serviço ao cliente brasileiro, pois algumas exchanges internacionais possuem operação local e recursos como Pix, negociação em reais e relatórios específicos para o Brasil.
| Critério | Corretora brasileira | Corretora estrangeira |
|---|---|---|
| Depósitos em reais | Geralmente simples, com Pix | Pode ter Pix, conversão de moeda ou depender de parceiros |
| Negociação em BRL | Comum | Varia conforme a plataforma |
| Facilidade fiscal | Tende a ser maior | Pode exigir mais controle do próprio investidor |
| Informe para IR | Mais comum | Disponibilidade varia |
| Atendimento em português | Geralmente disponível | Varia conforme a empresa |
| Taxas de negociação | Podem ser mais altas em alguns casos | Grandes exchanges costumam ser competitivas |
| Liquidez | Suficiente para pequenos investidores, mas varia | Grandes exchanges globais podem ter liquidez maior |
| Saque para carteira própria | Depende da corretora | Depende da corretora |
| Regulação no Brasil | Deve observar as regras aplicáveis do Banco Central | Depende da entidade responsável pelo atendimento ao brasileiro |
Veja também: Corretoras de criptomoedas para menor de 18 anos
Quando uma corretora brasileira pode valer mais a pena?
Para quem está começando, a principal vantagem costuma ser a simplicidade operacional. Mercado Bitcoin, Foxbit, Bipa e outras plataformas brasileiras trabalham diretamente com reais e Pix, além de manter atendimento e documentação voltados ao público nacional.
A questão fiscal também pesa. Plataformas locais costumam disponibilizar informes, históricos de movimentações e outras informações que ajudam a calcular custos de aquisição e preencher a declaração.
Isso não transfere a responsabilidade tributária para a corretora: cabe ao investidor conferir as informações, declarar os ativos quando aplicável e recolher eventuais tributos.
Desde 2026, a prestação de serviços de ativos virtuais no país também está submetida à regulamentação do Banco Central, que passou a regular, autorizar e supervisionar as prestadoras do setor. As regras abrangem temas como proteção dos clientes, governança, controles internos, segurança e prestação de informações.
Quando uma corretora estrangeira pode fazer mais sentido?
As grandes exchanges internacionais podem ser interessantes principalmente para quem prioriza taxas de negociação baixas, liquidez e maior variedade de mercados e funcionalidades.
Binance, Bitget e MEXC, por exemplo, apresentaram custos competitivos em nossa análise. Kraken e Strike, por outro lado, ganharam relevância para usuários interessados em Bitcoin, saque para carteira própria e Lightning Network.
O ponto de atenção está na adaptação ao Brasil. Dependendo da plataforma e da entidade responsável pelo serviço, o usuário pode precisar lidar com conversão de moeda, documentação fiscal menos adaptada ao padrão brasileiro e maior controle das próprias operações.
Também é importante observar que, para fins da declaração de IR, a Receita considera os ativos virtuais custodiados ou negociados por instituições localizadas no exterior como bens localizados no exterior. Isso pode mudar a forma de informar e tributar determinados rendimentos e ganhos em relação aos ativos mantidos no Brasil.
Corretora estrangeira informa as operações à Receita Federal?
A resposta depende da forma como a empresa atua no país. A partir de julho de 2026, entrou em funcionamento a DeCripto, que substituiu a sistemática anterior de prestação de informações sobre operações com criptoativos.
A obrigação alcança inclusive prestadoras constituídas no exterior que direcionem seus serviços ao mercado brasileiro, conforme as regras da Receita Federal. Portanto, utilizar uma empresa estrangeira não significa necessariamente que as operações fiquem fora do alcance das obrigações de reporte brasileiras.
Ainda assim, é importante verificar qual entidade aparece nos termos da sua conta, porque uma mesma marca global pode utilizar estruturas diferentes conforme o país.
Corretora brasileira é mais segura que uma estrangeira?
Não necessariamente. Ter sede ou CNPJ no Brasil não garante, por si só, maior segurança, assim como estar no exterior não significa que a empresa seja insegura.
Para comparar duas corretoras, é mais útil verificar fatores como situação regulatória, segregação dos ativos, modelo de custódia, auditorias, Proof of Reserves, mecanismos de proteção da conta e histórico de incidentes.
O Banco Central passou a estabelecer requisitos específicos para as sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais no Brasil. A Resolução BCB nº 520 determina, entre outros pontos, regras para constituição e funcionamento dessas instituições e prevê que, a partir de 30 de outubro de 2026, instituições supervisionadas pelo BC não poderão viabilizar operações com prestadoras que não estejam autorizadas ou em processo de autorização no país, salvo exceções previstas na norma.
Por isso, ao comparar uma plataforma brasileira com uma estrangeira, a pergunta mais útil não é apenas “onde essa corretora nasceu?”, mas “qual empresa está cuidando do meu dinheiro e dos meus criptoativos, quais regras ela segue e quais custos vou ter?”.
Para um investidor iniciante que compra Bitcoin em reais e quer reduzir a complexidade da declaração, uma plataforma com estrutura brasileira, Pix e bons relatórios fiscais tende a ser mais prática. Quem prioriza menores taxas, liquidez ou recursos específicos pode encontrar vantagens em uma exchange internacional, desde que considere também as obrigações fiscais e os riscos envolvidos.
Como declarar criptomoedas compradas em corretoras?
As criptomoedas devem ser informadas na ficha de Bens e Direitos, no grupo de criptoativos, quando o valor de aquisição de cada espécie for igual ou superior a R$ 5 mil. A Receita orienta que o ativo seja declarado pelo valor original de aquisição, e não pela cotação atual de mercado.
No caso do Bitcoin, por exemplo, deve ser informado o código específico do BTC, além da quantidade e do local onde o ativo está custodiado. Se os criptoativos estiverem em uma corretora, também é importante identificar a empresa responsável pela custódia.
Além da declaração anual do Imposto de Renda, algumas operações podem gerar obrigações de prestação de informações à Receita. Desde 1º de julho de 2026, a DeCripto passou a substituir o modelo anterior de reporte.
Exchanges domiciliadas no Brasil prestam informações sobre seus clientes, enquanto pessoas físicas ou jurídicas residentes no país também podem ter obrigação de informar operações realizadas por meio de exchanges domiciliadas no exterior ou sem intermediário.
Por isso, vale guardar informes de rendimentos, extratos, histórico de compras e vendas e dados sobre o custo de aquisição disponibilizados pela corretora. Esses documentos ajudam tanto na declaração quanto na eventual apuração de ganhos.
Para conferir regras de tributação, limites, ganhos de capital e o passo a passo completo de preenchimento, consulte nosso conteúdo específico sobre como declarar criptomoedas no Imposto de Renda.
Como escolher a melhor corretora de criptomoedas?
Para escolher a melhor corretora de criptomoedas, não basta comparar apenas a taxa de compra e venda. Também é importante avaliar segurança, facilidade para depositar e sacar reais, possibilidade de transferir os ativos, suporte ao Imposto de Renda e qualidade do atendimento.
A melhor opção depende do seu objetivo. Quem pretende comprar pequenas quantidades de Bitcoin todos os meses pode priorizar facilidade de uso e baixo valor mínimo, enquanto quem deseja manter os ativos em uma carteira própria deve observar com mais atenção as regras e os custos de saque.
Verifique a segurança e a situação regulatória
Antes de depositar dinheiro, procure saber qual empresa é responsável pela operação, como os ativos dos clientes são custodiados e quais mecanismos de proteção estão disponíveis.
Entre os pontos que ajudam nessa análise estão segregação patrimonial, custódia em cold wallets, auditorias independentes, Proof of Reserves, autenticação em dois fatores e proteção adicional para saques.
Também vale consultar o histórico da empresa. Uma corretora com muitos anos de operação não está livre de problemas, mas incidentes anteriores, eventuais perdas e a forma como a plataforma respondeu ajudam a avaliar sua estrutura de segurança.
Compare taxas e spread
As taxas anunciadas nem sempre representam o custo total da operação. Além da corretagem, pode existir spread entre o preço de mercado do Bitcoin e a cotação apresentada ao usuário.
Também podem ser cobradas tarifas para sacar reais, converter moedas ou transferir Bitcoin para uma carteira externa.
Por isso, ao comparar duas corretoras, observe principalmente quanto Bitcoin você recebe pelo mesmo valor investido. Uma plataforma com taxa de negociação de 0% pode sair mais cara que outra que cobra 0,10%, caso aplique um spread maior.
Veja se a corretora aceita Pix e reais
Para quem recebe e investe em reais, a possibilidade de utilizar Pix torna depósitos e saques mais simples e reduz a necessidade de conversão para dólar ou stablecoins.
Também é importante verificar se o dinheiro fica efetivamente disponível em BRL dentro da plataforma. Algumas exchanges aceitam Pix, mas convertem automaticamente os valores para outra moeda, o que pode gerar custos adicionais.
Confira ainda valores mínimos, tarifas e regras de titularidade. Em geral, as corretoras exigem que a conta bancária utilizada no Pix pertença ao mesmo CPF cadastrado na plataforma.
Confira se é possível sacar suas criptomoedas
Nem toda plataforma que permite comprar Bitcoin oferece a possibilidade de enviá-lo para uma carteira externa.
Se você pretende fazer autocustódia, verifique se a corretora permite saques pela rede Bitcoin, quais são as taxas cobradas e o valor mínimo para retirada.
Algumas plataformas também suportam a Lightning Network, que pode ser útil para transferências de Bitcoin mais rápidas e de menor valor.
Esse ponto é importante porque comprar Bitcoin em uma corretora e poder movimentá-lo livremente são características diferentes.
Avalie os documentos disponíveis para o Imposto de Renda
Outra diferença relevante entre as corretoras está na qualidade das informações fornecidas para fins fiscais.
Prefira plataformas que permitam consultar e exportar histórico de compras e vendas, saldos, custos de aquisição e movimentações. Informes específicos para o Imposto de Renda também podem facilitar bastante a organização.
Isso ganha ainda mais importância quando você utiliza mais de uma corretora ou transfere criptomoedas entre plataformas e carteiras próprias, já que será necessário manter o controle do custo de aquisição dos ativos.
Considere atendimento e facilidade de uso
Para quem está começando, uma interface simples e suporte em português podem fazer mais diferença do que dezenas de ferramentas avançadas.
Observe se a corretora oferece atendimento humano, quais canais estão disponíveis e se existe uma central de ajuda com informações claras sobre depósitos, saques, taxas e segurança.
Também vale verificar se existe uma modalidade de compra simples, sem necessidade de utilizar livro de ofertas ou configurar ordens mais complexas.
Recursos como futuros, margem, alavancagem e bots podem ser úteis para usuários experientes, mas não precisam entrar na decisão de quem pretende apenas comprar Bitcoin periodicamente.
iDica de ouro ✨
Como funciona uma corretora de criptomoedas?
Uma corretora de criptomoedas funciona como uma plataforma intermediária para comprar, vender, armazenar e, em muitos casos, transferir ativos digitais como Bitcoin e Ethereum.
O uso costuma ser simples: você cria uma conta, confirma sua identidade, deposita dinheiro (geralmente por Pix ou transferência bancária) e utiliza o saldo para comprar a criptomoeda desejada.
Dependendo da plataforma, a compra pode acontecer de duas formas principais. Na modalidade simplificada, a própria corretora apresenta uma cotação e executa a operação. Já no mercado spot, você pode negociar por meio de um livro de ofertas, utilizando ordens a mercado ou limitadas.
Depois da compra, os criptoativos podem permanecer sob custódia da corretora ou ser enviados para uma carteira externa, desde que a plataforma permita saques pela rede da criptomoeda.
Qual é a diferença entre corretora e carteira de criptomoedas?
A corretora é usada principalmente para comprar, vender e negociar criptomoedas. Já a carteira de criptomoedas tem como principal função armazenar e movimentar os ativos por meio das chaves que dão acesso aos fundos na blockchain.
Quando você mantém Bitcoin dentro de uma corretora, normalmente é a plataforma que administra as chaves privadas relacionadas aos ativos. Nesse modelo, conhecido como custódia por terceiros, o usuário depende da infraestrutura e dos controles de segurança da empresa.
Em uma carteira própria, o controle das chaves fica com o próprio investidor. Isso proporciona maior autonomia, mas também transfere a responsabilidade pela segurança, backup e recuperação do acesso.
Por isso, quem pretende manter Bitcoin por períodos mais longos pode preferir uma corretora que permita transferir os ativos para uma carteira externa.
Corretora centralizada, P2P ou descentralizada: qual a diferença?
Existem diferentes formas de comprar e negociar criptomoedas.
As corretoras centralizadas, conhecidas como CEX, são empresas que intermediam as operações e normalmente cuidam da custódia dos ativos. OKX, Binance, Mercado Bitcoin e Coinbase são exemplos desse modelo. Elas costumam oferecer maior facilidade para usar reais, suporte ao cliente e recuperação de conta.
Já nas negociações P2P (peer-to-peer), a compra e a venda acontecem diretamente entre pessoas. Uma plataforma pode apenas conectar comprador e vendedor e, em alguns casos, oferecer um sistema de garantia para reduzir o risco da transação. O usuário precisa ter atenção adicional à reputação da contraparte e às regras da operação.
As corretoras descentralizadas, ou DEXs, funcionam por meio de contratos inteligentes e permitem negociar diretamente a partir de uma carteira de criptomoedas, sem que uma empresa central mantenha a custódia dos ativos. Nesse caso, o próprio usuário controla sua carteira e suas chaves.
| Tipo | Como funciona | Principal vantagem | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|
| CEX | Uma empresa intermedeia as operações | Facilidade para iniciantes, Pix e suporte | Os ativos podem ficar sob custódia da plataforma |
| P2P | Pessoas negociam diretamente entre si | Maior flexibilidade na forma de pagamento | Exige mais cuidado com contraparte e golpes |
| DEX | Negociação ocorre por contratos inteligentes | Usuário mantém o controle da própria carteira | Maior complexidade e risco de erros operacionais |
Para quem está começando e pretende comprar Bitcoin com reais, uma corretora centralizada costuma oferecer a experiência mais simples, principalmente quando há Pix, atendimento em português e uma modalidade de compra direta.
Com mais experiência, o investidor pode avaliar outras formas de negociação e decidir se prefere manter os ativos na corretora ou assumir a própria custódia.
Quais são as maiores corretoras de criptomoedas do mundo?
A Binance é a maior corretora de criptomoedas do mundo em volume de negociação. OKX, Bybit, Coinbase, Gate, MEXC, KuCoin, Crypto.com, Bitget e Kraken também estão entre as maiores.
Para esta comparação, consideramos o volume spot mensal, ou seja, as compras e vendas diretas de criptoativos. Esse indicador é mais adequado ao perfil deste conteúdo do que incluir derivativos e contratos futuros, além de ser menos sujeito às oscilações de um ranking baseado somente nas últimas 24 horas.
No segundo trimestre de 2026, a CoinGecko calculou que a Binance respondeu por 38,7% do volume spot das dez maiores exchanges centralizadas, enquanto a Bybit foi a única outra plataforma a atingir participação de dois dígitos, com 10%.
A maior corretora de criptomoedas é também a melhor?
Não necessariamente. Volume de negociação é principalmente um indicador de tamanho e liquidez, e não uma avaliação completa da qualidade da corretora.
Uma plataforma com grande volume tende a facilitar a execução de compras e vendas sem grandes diferenças de preço, sobretudo em operações maiores. Porém, isso não informa sozinho se a corretora possui as menores taxas, melhor estrutura de segurança ou maior facilidade para um brasileiro utilizar Pix e organizar o Imposto de Renda.
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Perguntas frequentes
- Qual é a maior corretora de criptomoedas do mundo?
A Binance é atualmente a maior corretora de criptomoedas do mundo em volume de negociação spot. No levantamento da CoinGecko referente ao segundo trimestre de 2026, ela liderou com ampla vantagem sobre as demais exchanges analisadas.
- Menor de 18 anos pode abrir conta em uma corretora de criptomoedas?
Depende da plataforma. A Coinbase, por exemplo, exige que o titular tenha 18 anos ou mais. Já a Binance oferece a Binance Junior, uma subconta vinculada à conta dos pais ou responsáveis para usuários de 6 a 17 anos, sujeita às regras disponíveis em cada país.
- Existem corretoras de criptomoedas autorizadas pela CVM?
Para a compra e venda comum de ativos como Bitcoin, a autoridade responsável por regular, autorizar e supervisionar as prestadoras de serviços de ativos virtuais no Brasil é o Banco Central. A CVM atua quando o criptoativo ou produto oferecido possui características de valor mobiliário.
- É possível comprar criptomoedas sem corretora?
Sim. Criptomoedas podem ser adquiridas diretamente de outra pessoa por meio de uma negociação P2P ou, dependendo do ativo, utilizando plataformas descentralizadas. Esses métodos, porém, exigem mais conhecimento sobre carteiras, redes, transferências e segurança.
- Posso transferir criptomoedas de uma corretora para outra?
Sim, desde que as duas plataformas ofereçam depósito e saque do criptoativo pela mesma rede. Antes de transferir, confira a rede escolhida, o endereço da carteira, o valor mínimo e a taxa de saque. Enviar ativos por uma rede incompatível pode causar perda dos fundos.
- É seguro deixar Bitcoin na corretora?
Manter Bitcoin em uma corretora transfere parte da responsabilidade de custódia para a empresa. Plataformas com boa segurança, segregação de ativos e controles de acesso reduzem riscos, mas não os eliminam. Quem prefere controlar as próprias chaves pode transferir os Bitcoins para uma carteira particular, desde que saiba administrar com segurança a chave privada e as informações de recuperação.
















Parabéns é um artigo completo
E a corretora Mynt, não entrou na sua relação das melhores.as você conhece e pode avalia-la um pouco?
Olá, Rogério! Na nossa avaliação, a Mynt ficou na 12a posição, por pouco não entrou no ranking. Por ser do BTG Pactual, também é uma corretora segura para investir em criptos, porém ainda disponibiliza poucas informações sobre essas medidas de proteção e também tem pouca variedade de criptoativos. Conforme evolui, pode ser que venha a fazer parte do nosso ranking em uma avaliação futura.
Rapaz, fui fazer pix para essa Mercado Bitcoin e o BB bloqueou a conta. No banco falaram q essa corretora apresenta restrições suspeitas. Cancelei a conta no MB na hora.
Estranho, viu? MB é uma das corretoras mais consolidadas e é brasileira. Deve ser alguma avaliação interna do sistema do BB.
Bom dia.
E negócio abrir conta, também, da esposa em outras corretoras para evitar taxação do IR?
Olá, José! O que vai definir a taxação é o volume de dinheiro e não o número de corretoras onde ele está aplicado. Vale lembrar que as exchanges domiciliadas no Brasil declaram anualmente as informações dos seus clientes e, caso você invista em uma exchange internacional ou fora de exchange, precisa declarar as operações mensalmente. Por isso, não tem como fugir do IR, já que a isenção de 35 mil foi abolida.
Todas as corretoras residentes no Brasil enviam nota de negociação ou existe alguma aba que dê para puxar o extrato para declarar no IR, igual nos bancos?
Oi, Vini! Algumas enviam no email, outras não. No caso de renda fixa e fundos, você apenas baixa o informe de rendimentos que todas disponibilizam. Já para a renda variável, é preciso salvar suas notas de corretagem, mas preferencialmente ter organizado em planilha a quantidade total de ações, valor investido e preço médio. Proventos recebidos também, mas hoje isso vem na declaração pré-preenchida, daí você apenas confere.
Boa tarde a todos
Gostaria de entender o que seriam as tais “taxas ativas e taxas passivas” e em que momentos/situações são cobradas
Olá, Marcos!
Essas taxas são as taxas de negociação, cobradas quando você faz uma compra ou uma venda de criptomoeda. A taxa passiva é quando você simplesmente aguarda que sua ordem seja executada por um preço estabelecido. A ativa é quando a ordem é executada imediatamente pelo melhor preço disponível (e, por isso, tende a ser mais cara).
Boa Tarde,
como posso saber se a corretora que atuo informa as transações que realizo para a receita Federal? Estou usando a Binance, já li em alguns locais que ela informa, em outros que não informa.
Fiquei na dúvida.
Olá, Marco!
Conforme legislação, as corretoras domiciliadas no Brasil precisam fazer a declaração anual dos serviços prestados aos usuários. No entanto, as internacionais ainda não têm essa obrigação. No caso da Binance é um pouco confuso mesmo, pois eles têm CNPJ, mas não sei te dizer se vinculam as operações à sede fiscal brasileira ou não. Procurei algo sobre no suporte deles, mas não encontrei. Acredito que só entrando em contato para confirmar mesmo.
A bolsa Ebdox é confiâvel?
Olá, Ricardo!
Outro usuário também perguntou sobre essa corretora, eu pesquisei pelo site, mas encontrei algumas informações suspeitas que você pode checar no siteconfiavel.com.br, especialmente a data de fundação, que é um registro bastante recente. Eu não recomendaria utilizar para suas operações.
vcs conhecem as plataformas echange EBDOX.COM e FWET.COM e são confiaveis ?
Olá, José!
Pesquisei por esses sites, mas tem algumas informações suspeitas que você pode checar no siteconfiavel.com.br, especialmente a data de fundação dos sites, ambos têm registros bastante recentes. Eu não recomendaria utilizar para suas operações.
Abraços!
Exatamente… Entrei em um grupo que fornece orientações sobre negociações de criptomoedas, porém achei o site da fwet suspeito por conta das moedas negociadas terem valores diferentes dos informados na coinmarket, além de aparecer que estava conversando com “bots”. Na dúvida, confirme os valores de mercado das moedas antes das negociações e pesquise a procedência dos sites.
O INVESTIMENTO MINIMO NA CRYPTO.COM É DE R$5,00
Olá! Segundo informado no FAQ do site da Crypto.com, o depósito mínimo em reais é de R$ 100.
Abraços!
A plataforma “moeda de crypto” é confiável?
Oi, Renato! Não conheço a plataforma. Pesquisei aqui, mas não encontrei nada sobre ela.
A plataforma Immediate Chantix 0.3
É confiável?
Ou nao
Olá, Ledia!
Pessoalmente não conheço a plataforma, mas pesquisei e vi que se trata de uma corretora de Forex, que naturalmente não é regulada no Brasil (pelo que vi, tem uma licença de Singapura). Pode ser que seja legítima, mas não encontrei muitas informações para avaliar. No entanto, costumo desaconselhar a negociação nesse tipo de mercado, especialmente para leigos, porque se trata de correr riscos desnecessários. Caso aconteça algum tipo de fraude, você não tem proteção de nenhuma autoridade e não terá a quem reclamar, por isso, fica bem difícil avaliar o quanto vale a pena se expor. Caso você não tenha nenhum motivo especial para negociar nesse mercado, meu conselho é procurar uma corretora nacional, mesmo se quiser comprar criptomoedas, por exemplo. Temos várias instituições bem conhecidas e com bom nível de segurança.
Abraços!
Como faço para começar a investir?
matéria mais completa, não há de existir 👏👏👏👏👏
Que bom que gostou, Israel! Obrigada pelo comentário!
BOM DIA!
MELISSA NUNES.
DESEJO INVESTIR EM CRIPTOMOEDAS, MAS, NÃO TENHO DISPONÍVEL PARA FICAR ACOMPANHANDO O MERCADO, ESPERANDO O MELHOR MOMENTO DE COMPRAR E VENDER.
PERGUNTO: AQUI NO BRASIL TEM ALGUMA CORRETORA DE CONFIANÇA QUE TRABALHA COM ROBÔS, AQUELE QUE FAZ TUDO POR VOCÊ. CASO POSITIVO, INFORME PARA MIM.
AGRADEÇO PELA A ATENÇÃO DISPENSADA. AGUARDO RESPOSTA.
ATENCIOSAMENTE!
ANSELMO.
Oi, Anselmo! Não tenho muito conhecimento em robôs de trade, mas segue aqui um artigo da Mercado Bitcoin que fala sobre algumas empresas confiáveis nesse sentido: https://blog.mercadobitcoin.com.br/quais-sao-os-melhores-robos-para-trade-de-criptomoedas
Espero ter ajudado!
Parabéns Melissa,
Texto de fácil entendimento e objetivo. Importantes informações foram esclarecidas.
👍👍👍
Que bom que gostou, Carlos, obrigada pelo comentário!
Excelente matéria eu tava com dúvida e agora tirei a certeza de que não tenho coragem de investir 😁
É mesmo, Cleidiane? Ficamos felizes em ajudar!
Realmente, existem aplicações financeiras que vão funcionar mais pra você, dependendo dos seus objetivos para o momento. Mas, é claro que seus interesses podem mudar e seus objetivos financeiros também.
Mas, se você tem interesse de atuar com criptomoedas ou algum tipo de investimento, e um fator que pesa muito é a falta de confiança, fique tranquila pois isso você pode adquirir com o tempo, estudando sobre o assunto e tornando-se cada vez mais segura!
Aqui no iDinheiro temos alguns conteúdos que podem te ajudar, caso decida saber mais.
Abraço!
Muito boa a matéria, parabéns.
Obrigada, Ricardo, que bom que gostou!
Olá, conferi quase todas e nenhuma está no CVM, isso é normal?
não é um risco a mais?
Oi, Andrei! É normal sim, as criptomoedas não são um mercado regulado no Brasil, portanto, as exchanges não precisam da autorização da CVM para funcionar aqui.