Qual o melhor banco para investir no Tesouro Direto?

Na nossa avaliação, os melhores bancos para investir no Tesouro Direto são BTG Pactual, Ágora, Inter, Pagbank e Itaú. Veja por que e entenda o investimento!

Escrito por Melissa Nunes

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Escolher o melhor banco para investir no Tesouro Direto pode fazer diferença no seu rendimento e na sua experiência como investidor.

Hoje, existem muitas opções vantajosas, mas os principais critérios de decisão são: custo (taxa de custódia ou corretagem), facilidade de uso da plataforma e confiabilidade da instituição. A partir desses parâmetros, vamos te mostrar quais bancos ou corretoras se destacam e por quê.

Melhores bancos e corretoras para investir no Tesouro Direto

Na nossa avaliação, as melhores plataformas para investir no Tesouro Direto são: BTG Pactual, Ágora, Inter, Pagbank e Itaú (via íon). Dentre todas as instituições habilitadas, escolhemos essas cinco porque:

  • são agentes integrados, ou seja, permitem que você invista e consulte seu extrato pelo site ou app do banco ou da corretora;
  • não cobram nenhum tipo de taxa pela intermediação das operações;
  • disponibilizam o dinheiro na conta no mesmo dia do resgate;
  • permitem aplicações programadas, caso você queira investir mensalmente de forma automática;
  • são as melhores plataformas de investimentos nas nossas avaliações.

Ao investir no Tesouro Direto, você precisa escolher uma instituição financeira habilitada como agente de custódia. Mesmo investindo diretamente pelo portal do programa, você vai precisar de uma conta em banco ou corretora para fazer os investimentos e receber os rendimentos.

A seguir, conheça mais detalhes sobre cada uma das plataformas e decida qual o melhor banco para investir no Tesouro Direto:

O BTG Pactual é uma das maiores instituições de investimento da América Latina e oferece ao investidor do Tesouro Direto uma plataforma robusta, com acesso a análises exclusivas, conteúdos educativos e suporte especializado. É uma boa opção para quem busca combinar o Tesouro Direto com outros produtos de investimento em um só lugar.

Ligada ao Bradesco, a Ágora Investimentos disponibiliza uma plataforma moderna que integra análise de mercado, relatórios e conteúdos educativos. É voltada para investidores que valorizam informação de qualidade antes de tomar decisões.

O Banco Inter se destaca pela experiência 100% digital e pela simplicidade na hora de investir. A compra de títulos do Tesouro Direto pode ser feita em poucos cliques pelo aplicativo, o que facilita muito a vida de quem está começando a investir e não quer lidar com interfaces complexas.

O Pagbank oferece a possibilidade de investir no Tesouro Direto diretamente pelo app, sem precisar abrir conta em uma corretora tradicional. É indicado para quem já usa a conta Pagbank no dia a dia e quer começar a investir de forma prática e sem burocracia.

O Banco Itaú é uma das maiores instituições financeiras do Brasil e oferece um ambiente seguro e confiável para investir no Tesouro Direto. Sua plataforma especializada, a íon, conta com atendimento profissional e integração com outros serviços financeiros, o que pode ser útil para quem prefere concentrar todas as movimentações em um só banco.


Confira nossas outras listas:


Vale a pena investir no Tesouro Direto?

Sim, o Tesouro Direto costuma valer a pena para quem busca segurança, previsibilidade e acesso a investimentos de renda fixa com valores iniciais baixos. Ele é especialmente indicado para quem quer começar a investir ou para quem deseja diversificar a carteira com ativos de baixo risco.

A atratividade desse investimento está em três pontos principais: segurança, variedade de títulos e liquidez. Por ser garantido pelo Tesouro Nacional, o risco de calote é praticamente inexistente no vencimento. Além disso, existem títulos para diferentes perfis e objetivos — desde o Tesouro Selic, mais seguro e estável, até o Tesouro IPCA+, ideal para proteger o poder de compra contra a inflação.

Em quais situações o Tesouro Direto vale mais a pena:

  • para formar reserva de emergência (Tesouro Selic);
  • para travar uma taxa de rendimento em momentos de juros altos (Tesouro Prefixado);
  • para proteger o patrimônio da inflação em prazos longos (Tesouro IPCA+);
  • para planejamento de aposentadoria e educação (Tesouro Renda+ e Educa+).

Em resumo, o Tesouro Direto combina segurança, simplicidade e acessibilidade. É um investimento que pode estar presente na carteira de praticamente qualquer investidor, desde que seja escolhido o título certo para o objetivo certo.

O que é e como funciona o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um programa do governo que permite a pessoas físicas comprarem títulos públicos federais de forma online, com segurança e transparência. Ele foi lançado em 7 de janeiro de 2002 em parceria entre a Secretaria do Tesouro Nacional e a B3.

Investir no Tesouro Direto é tão simples quanto escolher um título que se encaixe no seu prazo e perfil, e enviar o dinheiro para a instituição financeira habilitada. A operação pode ser feita diretamente no site do Tesouro ou via bancos e corretoras, o que chamamos de “agentes integrados”.

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Vantagens de investir:

rentabilidade superior à poupança, especialmente em títulos indexados à inflação (IPCA+), com ganhos reais;
altíssima segurança, já que os títulos têm garantia do Tesouro Nacional;
vários tipos de rendimentos e prazos, permitindo personalizar o investimento conforme seu objetivo;
liquidez diária, ou seja, você pode resgatar antes do vencimento e receber o dinheiro rapidamente;
baixo custo operacional, pois não há taxa de administração e a taxa de custódia da B3 é reduzida;
investimento acessível, você pode começar com apenas R$ 2!

Na prática, como funciona o investimento?

Investir no Tesouro Direto é muito fácil e pode ser feito pelo seu banco ou corretora ou diretamente no Portal do Investidor. Veja um passo a passo resumido:

  1. você escolhe uma instituição habilitada como agente de custódia (banco ou corretora);
  2. abre uma conta de investimento e faz a transferência para aplicação;
  3. pode operar pelo site do banco ou diretamente no portal do Tesouro;
  4. adquire o título conforme seu perfil (prazo, tipo de indexação, etc.);
  5. a B3 provisiona uma pequena taxa de custódia de 0,2 % ao ano sobre o valor do título (isenta até R$ 10 .000 em Tesouro Selic por CPF). Essa taxa é cobrada apenas quando há venda antecipada, resgate ou pagamento de juros/amortização;
  6. você acompanha seus rendimentos e pode resgatar em qualquer dia útil ou aguardar o fim do prazo para o dinheiro retornar à sua conta bancária.

Só fique atento se quiser resgatar sua aplicação antes do vencimento, pois os títulos do Tesouro Direto são precificados diariamente, o que quer dizer que seu investimento pode estar valendo menos do que quando você investiu (e você teria essa perda ao resgatar). No entanto, isso não acontece no Tesouro Selic e o rendimento é garantido em todos os títulos se você ficar até o fim do prazo.

Passo a passo detalhado de como investir no TD
  1. escolha uma instituição habilitada: verifique no site oficial do Tesouro Direto a lista de bancos e corretoras que oferecem o serviço. Prefira aquelas que não cobram taxa de corretagem e têm plataforma fácil de usar;
  2. abra sua conta de investimentos: o processo é 100% online, exigindo documentos como RG, CPF e comprovante de endereço, e leva apenas alguns minutos;
  3. transfira o valor para a conta de investimento: use TED ou PIX, conforme opções da instituição;
  4. acesse o ambiente de negociação: pode ser o próprio site/app do banco/corretora ou o portal do Tesouro Direto;
  5. escolha o título: selecione o tipo (Selic, IPCA+, Prefixado, Renda+ ou Educa+) considerando prazo e o objetivo financeiro;
  6. defina o valor a investir: o mínimo é cerca de R$ 2, dependendo do título;
  7. finalize a compra: confirme os dados, conclua a aplicação e acompanhe pelo extrato.

Você também pode agendar aportes mensais automáticos para criar uma rotina de investimento e aproveitar melhor os juros compostos!

Tipos de Tesouro Direto e qual escolher

O Tesouro Direto oferece cinco tipos principais de títulos, cada um diferentes vencimentos, podendo servir para vários objetivos financeiros. Entenda como funcionam para escolher o que melhor se adapta ao seu perfil.

1. Tesouro Selic

Acompanha a taxa básica de juros da economia, a Selic, e é indicado para quem busca segurança, liquidez diária e estabilidade nos rendimentos. É ideal para reserva de emergência, pois apresenta baixa volatilidade e não sofre grandes oscilações de preço, mesmo em caso de resgate antecipado.

☛ Saiba mais: Como investir no Tesouro Selic: passo a passo na prática!

2. Tesouro Prefixado

Possui taxa de juros fixa definida no momento da compra, o que significa que você já sabe exatamente quanto receberá se mantiver o título até o vencimento. Ele é mais indicado quando há expectativa de queda da taxa de juros, pois nesse cenário o rendimento contratado tende a ser superior ao de outros investimentos. Contudo, é preciso atenção: se a venda ocorrer antes do prazo, o valor de mercado pode variar e resultar em perdas.

☛ Saiba mais: Tesouro Prefixado: como funciona, taxas e como investir!

3. Tesouro IPCA

Combina uma taxa fixa de juros com a variação da inflação medida pelo IPCA. Isso garante que o investidor preserve o poder de compra do seu dinheiro ao longo do tempo, sendo indicado para objetivos de médio e longo prazo, como aposentadoria ou formação de patrimônio. Ele é especialmente útil para quem deseja se proteger contra períodos de alta inflação.

☛ Saiba mais: Tesouro IPCA: como funciona, vantagens e simulações!

4. Tesouro Renda+

Também combina uma taxa fixa de juros com a variação do IPCA, mas foi criado para oferecer uma renda mensal por 20 anos após a data de início escolhida. É uma opção interessante para planejamento de aposentadoria, pois permite acumular recursos e receber pagamentos regulares no futuro.

☛ Saiba mais: Tesouro RendA+: como funciona? Vale a pena para se aposentar?

5. Tesouro Educa+

Funciona de forma parecida (taxa fixa + IPCA), mas com foco em educação. Ele permite que a pessoa acumule recursos e receba pagamentos mensais durante 5 anos. É indicado para famílias que querem garantir o custeio de universidades ou cursos técnicos no futuro, de forma planejada.

Sua família pode ajudar!

Além do Educa+, o Tesouro Direto Coletivo permite que várias pessoas contribuam para um mesmo objetivo, como uma vaquinha virtual para custear os estudos de um filho ou auxiliar um projeto comunitário, sempre aplicando em títulos públicos.

Por fim, existe a opção de gift cards do Tesouro Direto, que são créditos pré-pagos para investir em títulos. Eles podem ser comprados por quem já tem conta em uma instituição habilitada e servem como presentes educativos, incentivando familiares e amigos a começarem a investir de forma simples e segura.

Qual o melhor Tesouro Direto para investir?

De maneira geral, se você busca liquidez e segurança, o Tesouro Selic é o mais indicado; se deseja ganhos previsíveis e acredita na queda de juros, o Tesouro Prefixado pode ser mais vantajoso; se quer proteção contra a inflação, o Tesouro IPCA+ é a melhor opção; e se o foco é planejar a aposentadoria ou a educação de alguém, o Renda+ e o Educa+ oferecem estratégias sob medida.

Abaixo, veja uma tabela comparativa entre os títulos para ajudar a decidir:

TítuloRendimentoIndicado paraVantagensPontos de atenção
Tesouro Selic100% da SelicReserva de emergência e
investimentos de curto prazo
Alta liquidez,
baixo risco e
rendimento estável
Rentabilidade menor em cenários de Selic baixa
Tesouro PrefixadoJuros fixos ao anoQuem acredita na queda dos juros e busca ganhos previsíveisAlta previsibilidade e
potencial de retorno maior em cenários favoráveis
Pode ter perdas em venda antecipada se os juros subirem
Tesouro IPCA+Juros fixos + variação da inflação (IPCA)Proteção do poder de compra (médio e longo prazo)Preserva contra a inflaçãoPode ter perdas em venda antecipada se os juros subirem
Tesouro Renda+Juros fixos + variação da inflação (IPCA)Planejamento de aposentadoriaPreserva contra a inflação e
fluxo de renda previsível
Pode ter perdas em venda antecipada se os juros subirem
Tesouro Educa+Juros fixos + variação da inflação (IPCA)Custeio de educaçãoPreserva contra a inflação e
garante orçamento para educação
Pode ter perdas em venda antecipada se os juros subirem

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Tesouro Direto é seguro?

Sim, o Tesouro Direto é considerado um dos investimentos mais seguros do Brasil. Isso porque ele é emitido pelo Tesouro Nacional, que representa o próprio governo federal. Na prática, isso significa que o risco de não receber seu dinheiro de volta é extremamente baixo, já que a União tem poder de arrecadar impostos e emitir moeda para honrar suas dívidas.

Além disso, os títulos são custodiados pela B3 (Bolsa de Valores do Brasil) em seu nome, e você pode acompanhá-los diretamente pelo extrato oficial no site do Tesouro Direto ou pelo aplicativo da sua instituição financeira. Isso garante transparência e controle total sobre seus investimentos.

Outro ponto importante é a liquidez diária: caso precise do dinheiro antes do vencimento, é possível vender o título de volta ao Tesouro Nacional a qualquer momento em dias úteis. O valor é creditado na sua conta, com o preço calculado pela cotação do mercado no momento da venda.

Dica da especialista:

Vale lembrar que, apesar de ser seguro, o Tesouro Direto não é isento de oscilações de preço no curto prazo (exceto pelo Tesouro Selic). Isso acontece porque o valor de mercado dos títulos varia conforme as taxas de juros mudam (e pode ser vantajoso também). Porém, se você mantiver seu título até o vencimento, receberá exatamente o rendimento acordado na compra, sem perdas.

Perguntas frequentes

  1. Tem diferença entre investir via banco ou na plataforma do Tesouro Direto?

    A aplicação é a mesma, mas alguns bancos podem cobrar taxas ou ter plataformas mais simples. A vantagem do site do Tesouro é a neutralidade e a visão geral de todos os títulos.

  2. O que acontece com meu dinheiro se o banco quebrar?

    Nada muda, seu dinheiro continua seguro. Os títulos ficam registrados no seu CPF na B3, e não no banco. Você pode transferir a custódia para outra instituição habilitada.

  3. Tem custo para investir no Tesouro Direto?

    O único custo é a taxa de custódia da B3 de 0,2% ao ano (isenta para até R$ 10 mil no Tesouro Selic). Alguns bancos ou corretoras podem cobrar corretagem, mas muitas oferecem taxa zero.

  4. Qual o valor mínimo para investir no Tesouro Direto?

    A partir de cerca de R$ 2, dependendo do título. Você investe na maioria por menos de R$ 50, exceto pelo Tesouro Selic, que tem uma aplicação mínima maior que R$ 100.

  5. O Tesouro Direto tem imposto de renda?

    Sim, segue a tabela regressiva de IR para renda fixa: 22,5% a 15% sobre o rendimento, conforme o prazo da aplicação.

  6. Quanto rende o Tesouro Direto?

    Depende do título escolhido e do prazo. Pode render próximo à Selic (Tesouro Selic), à taxa fixa contratada (Prefixado) ou à inflação + juros (IPCA+, Renda+, Educa+).

  7. CDB ou Tesouro Direto?

    O Tesouro Direto tem garantia do governo e liquidez diária, enquanto o CDB é garantido pelo FGC e pode ter rentabilidade maior em alguns casos. A escolha depende do seu objetivo e prazo.

  8. Poupança ou Tesouro Direto?

    O Tesouro Direto, em geral, rende mais que a poupança e é tão seguro quanto, sendo melhor para quem busca rentabilidade.

  9. Como fazer uma simulação no Tesouro Direto?

    Acesse o simulador oficial no site do Tesouro Direto, escolha o título, valor e prazo, e veja a projeção de rendimentos.

  10. Tesouro Direto é renda fixa?

    Sim, é um investimento de renda fixa, pois sua rentabilidade segue regras definidas no momento da compra.

  11. Tesouro Direto e Tesouro Selic são a mesma coisa?

    Não. O Tesouro Direto é o programa de venda de títulos públicos. O Tesouro Selic é um dos tipos de títulos disponíveis dentro desse programa.

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