O que é Fintech? Conheça 6 fintechs de sucesso!

Entender o que é fintech é o primeiro passo para ter mais confiança na hora de contratar soluções. Venha conferir tudo sobre o assunto aqui!

Escrito por Camille Guilardi

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Embora tenha sido um dos segmentos financeiros que mais cresceram nos últimos anos, muitas pessoas ainda podem ter dúvidas sobre o que é uma fintech e como elas funcionam. Afinal, embora o conceito esteja presente na rotina da maioria dos consumidores, nem sempre suas operações ficam claras para o usuário.

Com o avanço da tecnologia, cada vez mais serviços precisaram se adaptar para operar na rede. No entanto, nem todos os nichos foram capazes de propor alternativas que fossem práticas e descomplicadas como a era digital exige. É nesse contexto que as fintechs ganham destaque, com propostas simples e soluções que passaram a atender mais satisfatoriamente as demandas do público.

Assim, para aproveitar esse recurso com mais segurança e de maneira completa, vale a pena saber mais detalhes sobre suas funcionalidades, e conferir alguns exemplos de empresas populares que já fazem parte do dia a dia dos compradores.

O que é fintech?

O conceito de fintech define empresas que desenvolvem produtos financeiros totalmente digitais. O termo é uma abreviação para financial technology, ou tecnologia financeira, em português. Na prática, essas companhias utilizam de inovações e plataformas modernas para atender a diferentes demandas do consumidor, se diferenciando das instituições mais tradicionais do setor nesse quesito.

Além de apoiar suas soluções de forma digital, elas também apresentam menos burocracias e exigências para que o cliente comece a utilizar seus serviços. Atualmente, as fintechs podem oferecer diversos recursos, como:

A maioria permite que os clientes controlem suas contratações de modo inteiramente virtual, por meio de smartphones. Inclusive, muitas empresas dessa categoria não possuem agências ou escritórios de atendimento físicos.

Embora muitas pessoas tenham dúvida sobre o que é fintech, esse modelo começou a ganhar destaque no Brasil em 2013, com a chegada do Nubank no mercado. Suas soluções foram pioneiras nesse cenário, e incentivaram outras empresas a oferecerem serviços semelhantes, unindo tecnologia e finanças. Ainda, apesar do seu termo fazer referência à recursos monetários, existem companhias voltadas para outros setores, como:

  • banco de varejo;
  • arrecadação de fundos;
  • organizações sem fins lucrativos;
  • gestão de investimentos. 

Recentemente, muitas empresas também passaram a desenvolver o conceito de criptomoedas, para acompanhar as tendências do mercado. Por conta disso, mais pessoas passaram a ter contato com esse conceito, e se perguntar o que é fintech.

Tipos de fintech

O Banco Central do Brasil (Bacen) autoriza vários tipos de fintechs de crédito a atuarem no País, em segmentos diferenciados de acordo com suas soluções. No entanto, existem algumas que se destacam no mercado, e vale a pena conhecer mais detalhes sobre elas. Veja a seguir.

Pagamentos

Para quem não sabe o que é fintech, este é o modelo principal e mais popular atualmente. Essas empresas funcionam como simplificadoras do processo de compra e venda. Dessa forma, para cumprir com as suas propostas, elas podem oferecer diversos recursos ao cliente, como contas e cartões de crédito.

Ainda, é possível trabalhar com maquininhas de cartão e outros tipos de ferramentas que facilitem as transações comerciais para os clientes. Esse modelo também possui liberdade para realizar transferências e saques, por exemplo. De modo geral, podem operar com dinheiro e outros recursos de crédito que tornem a rotina do consumidor mais simples.

Um bom meio de pagamento, inclusive, é a Ton, uma das maquininhas com a melhor taxa para você.

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Gestão financeira

Outro tipo de fintech é a de gestão financeira, que traz serviços de simplificação no controle financeiro. Dessa forma, possuem soluções como gestão de despesas e orçamento pessoal, além de dicas para uso eficiente de cartão de crédito, por exemplo.

Na maioria das vezes, são companhias que desenvolvem plataformas ou aplicativos de controle, com permissão para consulta de dados em outras instituições e recursos de acompanhamento diário.

Embora não atuem diretamente com transações comerciais e disponibilização de crédito, esses serviços também se enquadram no conceito que define o que é fintech, por serem empresas que unem tecnologia e finanças a fim de facilitar o dia a dia do usuário. Inclusive, uma opção para gestão financeira é a Mobills.

Mobills
Mobills
Plataforma de gestão online e app

Empréstimo e negociação de dívidas

Os aplicativos e sites que oferecem empréstimos financeiros também podem ser classificados como um tipo de fintech, se forem desenvolvidos com base nesse conceito. Para isso, incluem facilidades digitais de solicitação, contratação e comparação de valores. Muitas companhias autorizadas a operar nessa área também possuem atendimento exclusivamente digital.

Além disso, também podem trabalhar com serviços de renegociação de dívidas e microfinanciamento. No entanto, até o momento, o Banco Central não autorizou as fintechs a realizarem empréstimos com recursos próprios. Dessa forma, companhias que operam somente nesse segmento costumam estar associadas a um banco convencional.

Ademais, algumas opções para quem busca ajuda para negociar dívidas são a Creditas e a Acordo Certo:

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Investimentos

As fintechs de investimentos trazem formas mais simples e práticas de aplicar o dinheiro, além de ferramentas digitais que facilitam essas operações. É o caso de plataformas que possuem mecanismos de busca mais completos, ou algoritmos que identificam as melhores recomendações de carteiras para iniciantes. Um bom exemplo é o Sofisa Direto, que trabalha com a ativação de contas através de investimentos.

Conta digital Sofisa Direto
Sofisa Direto
CDB de alta rentabilidade e liquidez

Diversas companhias adotaram essas propostas, e simplificam a rotina dos investidores por meio da tecnologia. Instituições que possuem autorização de atuar diretamente no segmento podem transacionar o saldo dos usuários, mas algumas fintechs de investimentos também operam em parceria com bancos tradicionais.

Criptomoedas

Para entender o que é fintech e como elas funcionam, vale a pena conhecer uma das categorias mais recentes do mercado, que operam com criptomoedas.

Companhias que propõem soluções para os usuários transacionarem criptoativos também podem se enquadrar dentro desse modelo de operação, especialmente pelo próprio conceito de moedas virtuais, que dependem da rede para existir.

Uma fintech que oferece fácil acesso ao Bitcoin, por exemplo, é o Méliuz, onde é possível comprar a criptomoeda usando o próprio cashback em conta, gerado por compras via app.

Méliuz Cripto
Méliuz Cripto
Compre Bitcoin a partir de R$ 1

Com as fintechs, os usuários podem realizar negociações mais facilmente, de maneira segura e simples. Para isso, muitos aplicativos e plataformas trabalham com transferências de valores, compensação de contratos e intermédio de compras e vendas, com o apoio da tecnologia.

Quais as vantagens das fintechs?

Entender o que é fintech e como elas funcionam é fundamental para pessoas que ainda tem dúvidas sobre sua eficiência. No entanto, elas possuem uma série de vantagens para os consumidores, e vale a pena conhecer algumas das principais, para entender por que essas empresas são interessantes para o usuário. Veja os pontos positivos que mais se destacam:

Menos burocracia

As fintechs são empresas que propõem soluções menos burocráticas para os consumidores, por conta da tecnologia que se associa aos serviços. Além de serem mais simples, sua contratação e uso cotidiano pode ser feito por aplicativos ou plataformas desktop, com acesso rápido e otimizado, feito pela internet.

Outro benefício que torna as fintechs menos burocráticas é o uso de informações disponibilizadas por outras instituições, como o Open Banking. Isso agiliza as etapas de liberação dos produtos financeiros, uma vez que os dados são avaliados mais rapidamente.

Ainda, vale a pena mencionar que os clientes podem receber uma ajuda personalizada para usar os serviços. Por exemplo, diversas fintechs oferecem carteiras de produtos reduzidas, facilitando a escolha do consumidor.

Custo reduzido

Outra vantagem interessante para consumidores que entendem o que é fintech são os custos reduzidos. Isso porque muitos serviços são acessíveis, e até mesmo gratuitos, o que tornam essa modalidade ainda mais atrativa.

Essa redução de taxas ocorre por uma série de fatores, como o funcionamento virtual, que não tem necessidade de agência física, ou as carteiras reduzidas, o que gera menos gastos de manutenção interna. Todos esses elementos permitem que a instituição passe a oferecer funcionalidades mais baratas, o que traz um custo reduzido para os clientes.

Atendimento mais ágil

Nas fintechs, o atendimento aos clientes é um dos pontos positivos que mais se destacam. Eles ocorrem de forma mais personalizada que nas agências bancárias convencionais, por utilizarem tecnologias mais avançadas.

O sistema intuitivo é capaz de guiar um autoatendimento mais simples, que identifica o problema inicial e repassa para o atendente com mais velocidade. Dessa forma, quando o consumidor entra em contato com outros canais de solicitação, seu caso já é conhecido.

Além disso, é mais fácil esclarecer as dúvidas, já que as fintechs costumam ter múltiplos canais, proporcionados pela facilidade das tecnologias. Junto a isso, é possível mencionar um processo mais humanizado, com etapas simplificadas e focado na qualidade do serviço e no bem-estar dos clientes.

Inclusive, muitas pessoas passaram a aderir às fintechs por conta da reputação do seu atendimento, o que contribuiu para a popularidade do modelo.

Tecnologia avançada

Ainda, vale a pena mencionar que as fintechs são pioneiras no quesito tecnologia aplicada ao setor financeiro. Uma vez que seu conceito depende diretamente das inovações digitais, elas possuem maior facilidade e acesso à modernidades que permitem aprimorar seus sistemas.

Muitas empresas se destacaram por tecnologias como inteligência artificial nos atendimentos, análises mais precisas de investimentos e até mesmo acessibilidade para moedas virtuais, por exemplo.

Esse formato também permite que os consumidores integrem essas modernidades no seu dia a dia, como pagamentos por QR Code e transferências instantâneas gratuitas. Embora sejam inovações de alto nível, elas se tornaram mais simples por conta das fintechs. Dessa forma, é possível oferecer sempre as tecnologias mais avançadas para os clientes, trazendo mais praticidade para as operações financeiras cotidianas.

As fintechs são seguras?

Atualmente, as instituições financeiras que desenvolvem seus serviços com base na tecnologia possuem as mesmas seguranças que bancos e outros tipos de organizações convencionais. É comum que pessoas que não sabem o que é fintech tenham dúvidas quanto à proteção das operações. No entanto, é importante reforçar que todas as empresas autorizadas a atuar dentro desse modelo são reguladas e vistoriadas pelo Banco Central.

A maioria dos países tem seu setor financeiro vigiado pelo Governo, de modo a garantir que todos os protocolos estão sendo seguidos, e o cliente pode confiar nos serviços que contrata. Assim, todas as empresas que criam ou desenvolvem soluções financeiras, sejam meios de pagamento ou cartões de crédito, precisam seguir as regras e normas específicas do Bacen.

Com isso, é possível confirmar que as fintechs são seguras, por serem reguladas e monitoradas pela maior instituição financeira do Brasil. As normas são rígidas, e todos os bancos convencionais também as seguem. Isso equipara todas as organizações da mesma forma, mesmo que sejam departamentos e formatos distintos.

Mesmo quem não sabe o que é fintech ou como ela funciona na prática pode ter a garantia de que se trata de um serviço garantido por todos os institutos reguladores.

Qual a diferença entre startup e fintech?

A diferença entre startup e fintech é o segmento na qual as duas modalidades atuam. Em um primeiro momento, a startup pode ser definida como uma empresa nova e inovadora, que segue determinado padrão escalável e apresenta alto potencial de crescimento.

Enquanto isso, o conceito que determina o que é fintech indica que essas instituições também são inovadoras, mas devem, necessariamente, basear seu desenvolvimento na tecnologia e serem da área financeira.

Não existe essa exigência para as companhias iniciantes, que podem fazer parte de setores como:

  • alimentação;
  • vestuário;
  • transporte;
  • seguros;
  • entretenimento;
  • serviços digitais.

Uma fintech também pode ser, no início, uma startup. Ou seja, uma empresa que acabou de chegar no mercado e ainda está nos seus estágios iniciais. Entretanto, a grande diferença entre esses dois modelos é o nicho em que atuam, e o uso da tecnologia como base da sua operação.

Qual a diferença de um banco para uma fintech?

A principal diferença entre bancos convencionais e fintechs é que o segundo modelo pode atuar em áreas mais específicas, e se utiliza mais da tecnologia.

As companhias bancárias tradicionais são conhecidas por prestarem diversos serviços ao consumidor, como abertura de contas, transferências e saques, por exemplo. No entanto, nem sempre essas ações estão, de fato, relacionadas à tecnologia. Os bancos costumam trazer um caráter mais convencional, com equipamentos específicos para cada atividade. Assim, o cliente pode não conseguir ver seu extrato ou fazer uma movimentação de conta sem ir até um caixa eletrônico.

Por outro lado, ao entender o que é fintech, é possível compreender como a tecnologia está associada ao seu conceito. Embora ela também atue com serviços financeiros, muitas vezes cobertos pelos bancos tradicionais, características como praticidade e acessibilidade diferem ambas as modalidades financeiras. Dessa forma, o principal critério que torna esses modelos distintos é a questão tecnológica.

Entretanto, vale a pena reforçar que outros critérios podem ser usados para distinguir ambos. Por exemplo, um banco convencional que desenvolve um aplicativo não se torna, necessariamente, uma fintech. Isso porque ele já é uma empresa consolidada de maneira tradicional, mas que está usando a tecnologia para aumentar sua carteira de produtos.

6 exemplos de fintechs de sucesso

Para entender o que é fintech e como elas estão se movimentando no mercado, confira 6 exemplos de sucesso:

1. C6 Bank

O C6 Bank é uma fintech 100% digital criada em 2018, com sede em São Paulo e em Nova York. Ela já conta com mais de 11 milhões de clientes que utilizam seus serviços, incluindo conta digital gratuita, cartão de crédito sem anuidade e possibilidades de empréstimos.

Recentemente, recebeu autorização do Banco Central para operar no Brasil com modalidades de investimento e programas de pontos, tornando seu catálogo ainda mais completo. Atualmente, é uma das principais concorrentes do Nubank, a fintech de maior destaque do cenário econômico.

2. Pic Pay

O PicPay também ganhou reconhecimento no mercado de pagamentos, com serviços de carteira digital e taxas reduzidas. Esse aplicativo também utiliza criptografia de ponta para realizar suas operações, o que o enquadra no conceito que define o que é fintech.

Atualmente, trabalha com conta corrente e cartões de crédito, mas também está incluindo investimentos em seu catálogo. Nesse caso, ele trabalha com renda própria, sem se vincular à outra instituição bancária.

3. Nubank

O Nubank é uma das maiores fintechs do Brasil, pioneiro no segmento e responsável por popularizar o modelo no País. Hoje, trabalha com uma gama de serviços, incluindo crédito pessoal e contas de pessoa jurídica, o que o torna mais parecido com um banco convencional.

No entanto, seu destaque é o uso da tecnologia como facilitadora para os consumidores, uma vez que seu atendimento é de ponta, e o aplicativo possui interface simples e intuitiva. Dessa forma, pode se concretizar entre as principais empresas, e continuar oferecendo serviços mais acessíveis para os consumidores.

4. PagSeguro

Assim como o PicPay, o PagSeguro também é uma fintech que se popularizou no mercado com soluções de pagamento. Inicialmente, seu foco são as maquininhas de cartão de crédito, uma das soluções mais populares atualmente.

Ele possui um catálogo variado, capaz de atender diferentes nichos e segmentos comerciais, além de microempreendedores individuais. Com seu equipamento, é possível ter transações mais simples e seguras, além da possibilidade de trabalhar com pagamentos por cartão de forma mais prática.

Posteriormente, o PagSeguro também investiu em outras soluções de pagamento, incluindo uma carteira virtual e seu próprio cartão de crédito pré-pago.

5. Meu Acerto

Para entender o que é fintech, vale a pena conferir alguns exemplos de outros tipos também, como a Meu Acerto, uma empresa focada na gestão e recuperação de dívidas. Inicialmente, foi criada pelo grupo Inter, mas se popularizou e hoje atende todas as instituições bancárias.

Com esse aplicativo, o cliente pode negociar suas pendências financeiras de forma simples e rápida. Suas soluções não apenas são acessíveis, como também reduziram as burocracias pelas quais o consumidor tinha que passar. Pelo celular, e até mesmo de forma anônima, é possível quitar as dívidas, preservando as informações e encontrando propostas mais interessantes.

6. Quinto Andar

O Quinto Andar também é um exemplo de o que é fintech, mesmo que seu foco não seja voltado para a área clássica. Seu objetivo é facilitar as burocracias entre locatários e locadores de imóveis. Ele ajuda os proprietários que querem alugar, e também quem procura um lugar.

Realizando esse intermédio, reduz significativamente as etapas burocráticas que ambos precisam para fechar negócio. Além disso, se popularizou pelas ofertas com custo reduzido, que traz mais vantagens para os locatários e para os locadores.

Fintechs são confiáveis?

Sim, as fintechs são confiáveis. Essas empresas possuem todas as regulações do Banco Central e outras organizações, e também contam com a vantagem da tecnologia. Dessa forma, podem empregar facilidades como criptografia de ponta, que protege os dados, e propor soluções mais simples para o consumidor.

Muitas pessoas que não sabem o que é fintech podem ter dúvidas quanto a esse modelo, especialmente pelas diferenças com os bancos convencionais. A falta de agências físicas e pontos de atendimento podem ser um fator que contribui para isso, mas, em contrapartida, as instituições podem suprir essa necessidade com aplicativos mais responsivos e suporte mais rápido.

Todas as fintechs atuantes no Brasil, hoje, são autorizadas pelo Bacen. Assim, é possível garantir que elas são confiáveis, e suas plataformas são seguras.

Conclusão

Saber o que é fintech é o primeiro passo para começar a utilizar esses serviços com mais segurança. Muitas pessoas ainda têm receio de contratar soluções financeiras que não sejam convencionais, ou associadas a um banco tradicional, especialmente por não entender como funcionam.

Nesse caso, conhecer mais sobre esse conceito ajudará a minar as dúvidas e ter mais segurança na hora de migrar para os serviços digitais. Eles podem oferecer diversas vantagens para o consumidor, sendo mais acessíveis, menos burocráticos e com um melhor custo-benefício. Assim, vale a pena entender o que é fintech e considerar essa modalidade para sua próxima solução financeira, contando com a tecnologia e a praticidade para tornar sua rotina mais simples.

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Perguntas Frequentes

  1. O que é uma empresa fintech?

    Uma fintech é uma empresa que une soluções financeiras e tecnologia, propondo alternativas mais simples para os consumidores.

  2. Quais as maiores fintechs do Brasil?

    As maiores fintechs no Brasil, atualmente, incluem nomes como Nubank, C6 Bank., PicPay, PagSeguro, Meu Acerto e Quinto Andar.

  3. Qual a diferença de um banco para uma fintech?

    A principal diferença entre um banco e uma fintech é o uso da tecnologia como base para suas soluções, além das praticidades e burocracias que cada empresa possui.

  4. Qual a diferença de uma startup para uma fintech?

    Uma startup pode atuar em vários nichos, enquanto uma fintech precisa ser, necessariamente, do ramo financeiro. Ainda, ela também usa mais tecnologia em sua base, enquanto a startup pode ter outros modelos de desenvolvimento.

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