Finanças Pessoais

7 estratégias simples e efetivas para organizar as finanças pessoais

Victor Leitão
Victor Leitão
mulher calculando na calculadora simbolizando finanças pessoais

Saiba como organizar as finanças pessoais de maneira mais eficiente e melhore sua situação financeira.

Artigo originalmente publicado em blog.mobills.com.br. Conteúdos e comentários foram integralmente mantidos.

7 estratégias simples e efetivas para organizar as finanças pessoais

 

A falta de um planejamento financeiro pode trazer sérios problemas para a vida das pessoas.

Quem não tem controle sobre o próprio dinheiro acaba:

  • Gastando mais do que deveria;
  • Se enrolando em dívidas, juros;
  • E piorando sua situação cada vez mais, até arruinar as finanças pessoais por completo.

Por isso, é mais do que essencial viver com suas finanças organizadas.

Mas não se preocupe se você ainda não cuida das suas finanças pessoais da maneira certa.

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Montar um bom planejamento não é nenhuma coisa de outro mundo.

O importante é começar, pois com um pouco de dedicação e a orientação adequada é possível reverter essa situação de uma vez por todas.

Para ajudá-lo, listamos abaixo 7 estratégias que certamente vão melhorar sua relação com o dinheiro.

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7 estratégias para organizar as finanças pessoais

1. Poupe uma parte de sua renda todo mês

É importante que todos comecem a construir uma poupança o mais cedo possível.

Se você ainda não faz isso, não perca mais tempo: defina uma parte da sua renda para ser guardada mensalmente.

No início, não precisa ser muito: mas tenha em mente que o recomendado é que essa quantia esteja entre 10% e 30% de tudo que você ganha por mês.

Dessa forma, você terá uma segurança maior dentro do seu planejamento financeiro.

Além disso, se quer atingir a independência financeira algum dia, você deve sempre ter o foco em se pagar primeiro.

Uma maneira para estimular essa poupança é estabelecer metas.

Defina com clareza o que você quer fazer com esse dinheiro e passe a poupar em função disso.

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Por exemplo, se você tem o objetivo de juntar dinheiro para pagar a faculdade do seu filho quando ele tiver 18 anos, você deverá começar a poupar desde cedo, aplicando certa quantia mensalmente em um investimento de longo prazo que vai render até completar o valor necessário.

2. Evite dívidas e compre sempre à vista

Se você tem alguma dívida, trabalhe para se livrar dela o mais rápido possível!

Negocie melhores condições com o banco para quitá-la e, se estiver com o orçamento apertado, priorize o pagamento daquelas que possuírem juros mais altos.

Tente não fazer compras no crédito para não ficar refém dos juros.

Prefira comprar sempre à vista em vez de parcelar, pois pagando no ato você pode negociar um desconto e economizar o valor de uma prestação que se arrastaria por meses.

Além disso, evite ao máximo recorrer ao cheque especial.

E, se o uso do cartão de crédito ou de um empréstimo for inevitável, faça uma pesquisa antes para saber quais são as condições e os juros cobrados, além das taxas e do Custo Efetivo Total (CET) da operação.

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Caso você esteja endividado, não deixe de ler o artigo: Como sair das dívidas rapidamente: 7 passos simples e muito efetivos!

3. Tenha uma reserva para emergências

Não se esqueça que imprevistos podem acontecer a qualquer hora.

Portanto, é importante reservar parte da renda mensal para criar uma reserva de emergência. Se você ainda não tem uma, essa deve ser o seu primeiro objetivo financeiro.

Ela servirá para situações onde é preciso usar o dinheiro com urgência, como casos de saúde, por exemplo.

Se resguardando dessa forma, você terá mais segurança e não precisará recorrer aos empréstimos.

4. Descubra quanto você gasta por mês

Poupar todos os meses, evitar dívidas e criar uma reserva de segurança são atitudes fundamentais.

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Contudo, é impossível organizar suas finanças se você não descobrir exatamente como está usando seu dinheiro e quanto gasta mensalmente.

Por isso, se esforce para manter o registro contínuo de tudo o que você gasta.

Existem várias maneiras de fazer um bom gerenciamento financeiro, como:

Muitas pessoas consideram os aplicativos de gerenciamento financeiro uma ótima opção, inclusive eu, por serem bem intuitivos e estarem no smartphone, o que torna o processo de registro das despesas e receitas mais prático, o que também ajuda a evitar esquecimentos.

Porém, se você achar melhor as planilhas, coloque todas as suas despesas do mês, tais como: alimentação, gastos com saúde, contas básicas (água, luz, telefone), parcelas e faturas a pagar, gastos com lazer, mensalidades, etc.

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O importante é listar absolutamente tudo que for uma despesa, por menor que ela seja, e registrar, nem que seja no bom e velho caderninho.

5. Corte gastos desnecessários

Se a sua renda mensal é menor ou próxima do que você está gastando, faça uma análise criteriosa do seu orçamento e verifique onde é possível fazer cortes.

Faça isso por meio de uma escala de prioridades: gastos com entretenimento e lazer, por exemplo, podem ser reduzidos e trocados por atividades mais baratas ou até mesmo gratuitas.

Priorize despesas essenciais, como moradia, saúde e alimentação.

Muitas vezes, as pessoas compram por impulso, sem pensar no estrago que isso pode causar em seu bolso no final do mês.

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Sendo assim, evite o consumismo: antes de gastar seu dinheiro, avalie se aquilo é mesmo necessário e se o valor caberá dentro do seu orçamento.

Uma boa forma para controlar isso é por meio de uma lista: toda vez que você sair às compras, anote antes o que você está precisando e só compre o que estiver escrito ali.

Isso evitará que você traga o que não precisa e, consequentemente, você economizará.

6. Invista corretamente o que for poupado

Para administrar sua poupança com inteligência você tem que fazê-la render, pois de nada adiantará juntar uma quantia se ela permanecer parada “debaixo do colchão” ou na “Caderneta de poupança”.

Por isso, é importante sempre aplicar seu dinheiro em algum investimento que te proporcione rendimentos.

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Se você tem um perfil de investidor mais agressivo, dê preferência a aplicações mais arriscadas, como o investimento em ações, por exemplo.

Se você segue uma linha mais conservadora, o recomendável é optar por aplicações mais seguras e estáveis, como CDB e Tesouro Direto.

Lembrando que com o atual cenário de juros baixos, a renda fixa perdeu bastante sua atratividade.

Para buscar melhores retornos, é necessário procurar aplicações de renda variável. Nesse sentido, um meio termo são os fundos imobiliários.

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No entanto, não se esqueça que você só pode pensar em diversificar seus investimentos quando já tiver formado seu fundo de emergências.

7. Verifique sempre como você está se saindo

Confira o seu progresso a cada mês.

Verifique se suas finanças estão se comportando dentro do planejado.

Caso contrário, faça uma reavaliação e determine o que precisa ser mudado.

Isso não só ajuda a manter seu dinheiro em ordem, mas também a perceber o que está errado mais rapidamente.

Conclusão

Organizar as finanças pessoais é o primeiro passo para que você possa retomar o controle da sua vida financeira.

Não importa quanto dinheiro você ganhe, se você não se educar financeiramente e passar a se preocupar com o gerenciamento das suas receitas e despesas, terá problemas financeiros mais cedo ou mais tarde.

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Caso você nunca tenha se preocupado com esse tema antes e resolveu estudar a partir de agora, saiba que independentemente da sua situação financeira no momento, nada está perdido, há solução!

Para a sua felicidade, já existem ótimas ferramentas para te ajudar nessa jornada, como os aplicativos para controle financeiro pessoal ou até mesmo as planilhas. Então, aproveite!

Para finalizar, espero que esse post tenha te ajudado a entender a importância de se planejar financeiramente.

Não perca mais um segundo (tempo = dinheiro), comece agora mesmo a colocar suas finanças pessoais em ordem!

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