O barato sai caro: veja as boas práticas na hora de comprar com economia

Veja situações onde o barato sai caro e aprenda algumas dicas práticas para economizar nas compras, mas sem arriscar na qualidade.

Amanda Gusmao
Amanda Gusmão

O barato sai caro: veja as boas práticas na hora de comprar com economia

“O barato sai caro” pode até parecer um ditado antigo, mas nunca esteve tão apropriado quanto nos dias de hoje. Aliás, posso apostar que você viveu uma situação assim nos últimos meses e nem se deu conta.

Afinal, um dos critérios de compra é o preço, certo? Não tem jeito, ele sempre pesa na nossa decisão.

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Mas, em alguns casos, escolher a opção mais barata pode não ser a melhor decisão, especialmente por conta de complicações no futuro, e, consequentemente, mais gastos.

Você, certamente, conhece a história similar de alguém que comprou um vestido de festa pela internet em sites duvidosos e, em vez disso, recebeu uma roupa de bonecas, não é mesmo?

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Mulher faz cara de surpresa desagradável ao abrir um presente
Gastar dinheiro em sites pouco seguros pode gerar um grande prejuízo

Mas, calma! Existem algumas práticas que ajudam a economizar de verdade em compras, além de situações onde é preciso ter atenção.

Por isso, o iDinheiro preparou um conteúdo especial para te mostrar que, às vezes, o barato sai caro, mas também traz dicas para comprar com economia e segurança.

Vamos lá?

Como funciona a relação custo e benefício?

A relação custo e benefício, ou custo-benefício, é um dos principais valores para se analisar na hora de fazer uma compra. E, quando o resultado não for positivo, o barato sai caro.

Basicamente, podemos definir esse conceito como uma avaliação entre os custos de investimento e os lucros a serem recebidos.

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Essa relação é particularmente conhecida no mercado financeiro, por permitir que especialistas analisem as vantagens e desvantagens de determinada aplicação ou operação, por exemplo.

No entanto, o conceito de custo-benefício também pode, e deve, ser utilizado durante o dia a dia, especialmente na compra de bens ou contratação de serviços.

Dessa forma, você poderá medir os prós e contras de determinado produto, e ter mais chances de fazer uma boa compra com economia.

A princípio, para medir o custo de algo, é necessário avaliar não apenas o gasto financeiro, mas também outros aspectos que podem influenciar negativamente nos resultados, como:

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  • se vale a pena adquirir aquele produto em específico ou se existem similares de qualidade;
  • se o produto ou serviço exige manutenções contínuas;
  • qual será a durabilidade e regularidade do seu uso;
  • qual a necessidade da compra;
  • possíveis imprevistos e problemas que essa decisão pode ocasionar;

Por outro lado, avaliar os benefícios também inclui:

  • as vantagens de realizar aquela compra;
  • os pontos positivos do produto;
  • as necessidades que ela irá suprir.

No final, a comparação entre os prós e os contras resultam no custo-benefício da compra, do produto ou do serviço.

Homem compara duas caixas, sendo uma maior que a outra
Comparar é importante para avaliar o custo-benefício

É claro, existem diferentes maneiras de fazer essa avaliação, e também alguns fatores básicos para levar em conta.

Mas é importante lembrar que o custo e o benefício dependerão exclusivamente das suas considerações pessoais.

Como saber quando é a hora de comprar?

Muitos acreditam que ter gastos com aquisições desnecessárias é uma das situações onde o barato sai caro. Mas como saber quando é hora de comprar?

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Apesar dessa decisão depender das condições pessoais de cada pessoa, é possível considerar alguns elementos durante essa avaliação.

Confira a partir de agora como saber se chegou a hora de comprar um produto ou adquirir um serviço.

Custo-benefício positivo

Como explicamos acima, medir o custo-benefício é uma das principais ferramentas para comprar com economia.

Por isso, se você analisou as vantagens e desvantagens da sua decisão e chegou a um resultado positivo, pode ser hora de finalizar a compra.

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Considere os gastos financeiros e possíveis conveniências, mas também os lucros que esse bem irá trazer para você. Assim, ficará mais fácil decidir se é o momento certo para comprá-lo.

Por exemplo, ao comprar uma roupa nova, avalie o preço dela, se está na promoção ou se você pode encontrar o mesmo produto por um valor menor. 

Também analise se você realmente precisa daquela peça, ou pode esperar mais um tempo.

Necessidade

Refletir sobre suas necessidades também é inevitável na hora de fazer uma compra e evitar situações onde o barato sai caro.

Existem muitos níveis de precisão de determinado produto ou serviço, mas é importante considerar todas as circunstâncias antes de tomar uma decisão.

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Podemos considerar o mesmo exemplo da roupa nova, ou mesmo um sapato. 

Esses itens são de necessidade básica, algo que precisamos ter.

Por isso, pode ser necessário comprar caso não tenha outro item que possa ser utilizado naquele momento.

Por outro lado, a necessidade pode não ser urgente, mas igualmente importante. Como, por exemplo, realizar a revisão do seu automóvel.

O carro pode estar funcionando normalmente, e uma visita ao mecânico traz gastos financeiros. 

No entanto, também se trata de uma precisão, especialmente se estiver chegando a hora de fazer essa inspeção.

Além disso, não optar pela compra, no caso, não fazer a revisão, pode trazer problemas no futuro, inclusive colocar sua segurança em perigo.

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Nesse caso, a necessidade não é imediata, mas também pode influenciar na sua decisão.

Conjunto de benefícios

Essa ainda é uma discussão sobre necessidades, mas com um foco um pouco diferente.

Imagine, por exemplo, que você queira uma máquina fotográfica para registrar os momentos da sua família.

Bacana, certo? Mas, ao chegar à loja, você terá uma infinidade de opções. Daquelas mais simples, até as que fazem vídeos, efeitos especiais, trazem flash interno e avulso, dentre outras funcionalidades profissionais.

Máquina fotográfica movimenta para segurar um smartphone
Será que você precisa do produto mais completo?

E aqui, você vai ter duas situações.

Máquina básica tem o mesmo preço que a máquina completa

Nesse caso, você precisa avaliar que os dois produtos tiveram custos de produção.

Assim, provavelmente a mais básica concentrou seus investimentos em matéria-prima e tecnologia de maior qualidade para aquelas funções.

Enquanto isso, a máquina com mais funcionalidades precisou distribuir os mesmos custos para montar todo aquele aparato.

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Então, será que ela teve que reduzir na qualidade dos itens que formam o equipamento?

Máquina básica é mais barata que a máquina completa

Essa outra situação é mais comum (e não envolve só tecnologia, é claro), ou seja, o produto mais básico é mais barato.

Porém, algumas pessoas tendem a escolher o produto mais completo, mesmo que mais caro, por entender que o “conjunto de benefícios” compensa.

Mas, considerando que você não precisa ou vai saber usar todos eles para registrar fotos dos seus filhos e parentes, então, talvez o melhor seja adquirir aquela que será mais bem utilizada, certo?

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Pronto! Se você refletir sobre o quanto você aproveitará dos benefícios de um produto, comparativamente com o preço que eles custam e, a partir daí decidir sua compra, pode ter certeza que as chances de sucesso financeiro serão bem maiores!

10 vezes em que o barato sai caro

Pode não parecer, mas todos os dias nos deparamos com situações onde o barato sai caro, e a economia pode não ser tão grande quanto se imagina.

Por isso, separamos 10 exemplos onde é melhor pensar duas vezes, para não ter prejuízos no futuro. Confira:

1. Comprar roupas e sapatos de baixa qualidade

O mundo da moda oferece um amplo catálogo de possibilidades, mas nem sempre essas opções são financeiramente acessíveis. 

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É quando surgem as marcas populares, de atacado ou mesmo as famosas “imitações”.

Por terem uma produção barata e em larga escala, muitas roupas e sapatos desta categoria costumam apresentar um preço consideravelmente mais baixo.

No entanto, essa troca pode sair mais cara do que pensamos.

Isso porque peças de vestuário de menor qualidade estragam mais rápido, além de ter uma vida útil menor que marcas certificadas, por exemplo.

Dessa forma, será preciso adquirir novas peças em um período de tempo muito maior, o que aumenta os gastos a longo prazo.

Por exemplo, considere um sapato de R$ 100 de uma marca conhecida, e outro por R$ 25, mais popular. Nesse caso, a escolha econômica pode parecer óbvia.

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Mas por conta da qualidade, o sapato mais barato se desgasta com mais rapidez, sendo necessária uma troca a cada seis meses.

Enquanto isso, o sapato mais caro, mas de uma marca superior, pode durar por vários anos antes de precisar ser trocado.

Sem mencionar aspectos como conforto, por exemplo.

Assim, comprar roupas ou sapatos de menor qualidade, mesmo barato, pode sair caro.

2. Fazer pequenas compras no supermercado

Muitas pessoas podem acreditar que fazer pequenas compras no supermercado é uma alternativa econômica, mas o barato sai caro nessa situação.

Isso porque ir ao mercado com maior frequência aumenta as chances de levar itens que não são necessários, mesmo que em pequenas frações.

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Por outro lado, fazer uma lista de compras uma vez por mês, por exemplo, diminui a necessidade de ir até o estabelecimento e comprar mais itens.

Além disso, compras de pequenos valores dão a impressão de que a decisão é a mais barata, mas, na soma total no fim do mês, o valor pode surpreender as pessoas que não controlam todos os seus gastos.

3. Comprar produtos próximos da data de validade

Muitos estabelecimentos, especialmente supermercados, fazem promoções de produtos com a data de validade próxima, como laticínios e perecíveis.

No entanto, apesar do valor em conta, essa compra pode sair caro no futuro. Não é possível determinar a qualidade da mercadoria, ou se é seguro consumi-la.

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Com isso, você pode ter problemas de saúde, e gastar mais do que pagou pelo produto.

Além disso, a necessidade de consumir a mercadoria em menor tempo também pode trazer prejuízos para seu bem-estar, ou levar ao desperdício.

Ainda, muitos descontos não diferem muito do valor original, de modo que o custo-benefício de comprar um produto dentro do prazo pode ser maior.

4. Comprar produtos em sites baratos

Com a popularização da internet, o mercado digital cresceu consideravelmente, trazendo diversas alternativas para o consumidor.

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Inclusive opções internacionais com produtos consideravelmente mais baratos, como atacados, ou mesmo os conhecidos “sites da China”.

No entanto, o barato sai caro na hora de comprar produtos nessas plataformas.

Isso porque não é possível atestar a qualidade do produto, ou mesmo sua veracidade.

Não são incomuns os casos de internautas que relatam terem sido enganados pelas propagandas desses sites, e receberem produtos totalmente diferentes do pedido.

Enquanto isso, mesmo que a mercadoria pareça autêntica, muitas vezes o consumidor pode sair no prejuízo.

Por exemplo, pessoas que compram celulares em sites mais baratos, e, mesmo que recebam um modelo parecido, as configurações e componentes podem ser inferiores.

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Ou roupas com tamanhos desproporcionais, que não servem ou não podem ser ajustadas, fazendo com que o dinheiro seja perdido, mesmo que tenha sido barato.

Ainda, podem existir tributações e taxas adicionais na importação de produtos, o que eleva seu preço e, muitas vezes, não compensa o valor pago.

5. Escolher material escolar sem certificação

Outro exemplo bastante comum onde o barato sai caro é na compra de materiais escolares não certificados.

Pessoas com filhos sabem que esses gastos são significativos, especialmente no começo do ano junto com outras despesas tradicionais (impostos, matrículas etc). Por isso, muitos procuram alternativas mais econômicas.

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No entanto, essa decisão pode custar caro no futuro. Grande parte dos materiais escolares sem certificação não são atóxicos. Isso significa que eles podem causar alergias, ou outras complicações mais graves.

Nesse caso, será preciso gastar um valor superior com médicos, além da preocupação causada. 

Ainda, também existe a possibilidade do material estragar mais rápido, o que, como falamos, faz com que seja preciso comprar mais produtos em um menor período.

6. Utilizar combustível mais barato 

homem abastece o carro com gasolina de qualidade evitando o barato que sai caro
Combustível adulterado pode danificar o veículo

Abastecer o carro é uma das atividades mais comuns do dia a dia, e pode representar uma parcela dos gastos mensais.

Assim, muitas pessoas buscam postos de combustível com preços mais em conta, para tentar economizar. No entanto, essa pode ser uma das situações onde o barato sai caro.

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Isso porque existe a possibilidade do combustível ser alterado, e, com isso, ter uma qualidade inferior, especialmente em estabelecimentos sem bandeira.

Com o tempo, isso pode trazer problemas para o carro, prejudicando o motor e todo o funcionamento da parte mecânica. Se acontecerem complicações mais graves, os gastos serão maiores que a economia a curto prazo.

Além disso, também pode comprometer a sua segurança, concorda?

7. Não contratar seguro ou plano de saúde

Apesar da importância, não são todas as pessoas que têm disponibilidade ou querem pagar um seguro de vida ou plano de saúde. 

Muitas empresas oferecem mensalidades e serviços com preços consideravelmente altos, o que faz com que muitos escolham não fazer a contratação.

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No entanto, a longo prazo, essa decisão pode sair muito mais cara. Em momentos de necessidade, ter a cobertura de um plano não apenas economiza dinheiro, mas também diminui os contratempos.

O usuário e todos os dependentes poderão contar com um sistema de garantias, inclusive respaldo financeiro.

Por outro lado, não ter um seguro ou plano de saúde poderá demandar um valor muito superior em casos de urgência, além das preocupações.

8. Contratar um faz-tudo também pode ser um barato que sai caro

Reformas e construções podem ser caras, e não apenas quanto aos materiais, mas também por conta dos profissionais necessários.

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Por isso, no intuito de economizar um pouco, muitas pessoas escolhem contratar os conhecidos “faz-tudo”, geralmente autônomos com conhecimentos diversos nessa área.

Entretanto, o barato sai caro nessa decisão, especialmente em obras de grande extensão ou dificuldade. 

Muitas vezes, esses profissionais não possuem a formação técnica para fazer os serviços com a melhor qualidade.

No futuro, pode ser preciso fazer novas reformas para corrigir esses erros, trazendo mais gastos e dores de cabeça.

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9. Comprar materiais de baixa qualidade

Ainda sobre construções, muitos optam por economizar na compra de materiais, escolhendo marcas inferiores ou de menor qualidade.

Apesar dos preços reduzidos, essa escolha pode trazer sérios prejuízos, por conta da condição dos equipamentos usados.

Por exemplo, canos de baixa qualidade podem causar infiltração, as telhas podem quebrar e causar goteiras ou paredes podem ficar ocas e rachar.

Dessa forma, será preciso utilizar ainda mais recursos financeiros para reformar tudo, e lidar com as complicações posteriores.

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10. Não contratar uma equipe especializada

Segundo o portal O Globo, quase 60% das empresas fecham em menos de cinco anos, e um dos principais motivos é a falta de capacitação e planejamento.

Alguns empreendedores podem não considerar a contratação de uma equipe especializada, especialmente na área contábil.

Para economizar um pouco, optam por realizar a função por conta própria, ou mesmo atribuir mais de uma obrigação para os funcionários.

Embora essa medida poupe dinheiro a curto prazo, são várias as possíveis complicações, inclusive as que envolvem gastos financeiros. Na pior das hipóteses, a empresa pode ser fechada definitivamente.

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E não apenas no setor de contabilidade, mas em todas as áreas que precisam de profissionais especializados.

Quais as boas práticas na hora de comprar?

Depois de ver algumas situações onde o barato sai caro, chegou o momento de conhecer algumas dicas para comprar com economia, mas sem riscos de prejuízos no futuro (aquela que comparamos as máquinas fotográficas é uma, inclusive!).

Apenas colocar essas práticas em dia já pode fazer uma grande diferença nos gastos e, especialmente, nos descontos seguros.

1. Pesquise as melhores marcas

Ao decidir fazer a compra de algum produto ou serviço, procure pesquisar as melhores marcas no mercado.

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Se possível, veja indicações, classificações dos usuários e a pontuação das empresas em plataformas de avaliação, por exemplo.

Dessa forma, poderá confirmar a qualidade do produto, comparar com outras marcas e decidir qual apresenta o melhor custo-benefício, sem oferecer riscos.

Em alguns casos, as melhores marcas costumam apresentar preços mais altos do que outras opções menos certificadas. 

No entanto, vale a pena lembrar que o barato sai caro, e, às vezes, é melhor levar a opção com maior valor financeiro, mas que também tem mais pontos positivos.

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2. Faça o orçamento em lojas diferentes

Depois de escolher suas principais opções de marca, faça um orçamento em diferentes lojas. 

Muitas vezes, é possível encontrar o mesmo produto com descontos ou valores mais baixos, o que já oferece uma economia, mas sem prejudicar a qualidade.

Compare os valores das marcas e empresas analisadas e também considere outros fatores, como:

  • reputação da loja;
  • garantias oferecidas;
  • formas de pagamento;
  • diferenciais que a loja pode oferecer.

Essa prática é simples de ser feita, e pode trazer descontos e outros benefícios na compra.

Além disso, com as facilidades da internet, existe a possibilidade de praticar esse hábito sem precisar sair de casa, através de sites, redes sociais ou mesmo pelo telefone.

3. Faça uma lista de compras

Como mencionamos, fazer pequenas compras no supermercado pode acabar saindo mais caro do que o previsto.

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Por isso, uma solução simples e rápida é fazer uma lista de compras todas as vezes que ir ao mercado.

Dessa forma, você irá se lembrar de tudo que precisa, e não pegará itens a mais, o que aumenta a conta no final.

Pode ser mais fácil seguir uma lista já definida, evitando adversidades que possam levar a mais gastos. Inclusive, você pode seguir a dica do orçamento e cotar os preços mais em conta em diferentes mercados.

Além disso, também poderá diminuir a frequência com que vai às compras, uma vez que pode adiantar itens necessários de uma só vez.

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4. Considere compras em maior volume

Além da lista de compras, procure analisar o custo-benefício de comprar itens em maior volume.

De fato, é importante levar outros fatores em consideração, como a validade dos produtos e o preço para compras em mais unidades.

No entanto, muitos estabelecimentos, como atacados e varejos, oferecem descontos em grandes volumes, e pode valer a pena fazer compras maiores.

Por isso, avalie a disponibilidade para levar mais unidades, principalmente produtos não-perecíveis e que possuem longa validade, como:

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  • itens de higiene;
  • produtos básicos, como arroz, feijão e macarrão;
  • temperos;
  • sobremesas, como bolachas recheadas.

Além dos descontos, também diminuirá a necessidade de comprar esse item por determinado período, reduzindo os gastos.

5. Avalie o custo-benefício de uma promoção

Certamente, as promoções chamam a atenção, mas é justamente em situações como essa que o barato sai caro.

É preciso ter atenção para o custo-benefício que aquele desconto oferece. Procure não considerar apenas o valor, mas outros fatores, como:

  • reputação da marca;
  • qualidade aparente;
  • diferença para outras marcas;
  • necessidade do produto.

Dessa forma, será possível estabelecer as vantagens e desvantagens de realizar aquela compra, mesmo que seja uma promoção.

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Algumas pessoas dizem que gastar R$10 em um produto que vale R$30, mas que você não precisa, não é economizar R$20, mas perder R$10.

Por isso, leve em consideração todos os prós e contras ao ver uma promoção, e analise se ela continuará sendo barata no futuro.

Como evitar situações onde o barato sai caro?

Cotidianamente, precisamos tomar decisões que envolvem administração financeira pessoal. Fazer compras, consumir bens e contratar serviços necessários para o dia a dia.

No entanto, às vezes optar pela opção mais barata traz mais gastos no futuro.

Seja pela qualidade inferior, pela dispensabilidade da compra ou pelos pontos negativos que ela apresenta, você pode estar perdendo dinheiro, em vez de economizar.

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Por isso, é fundamental pesar o custo-benefício de qualquer produto antes de adquiri-lo, e não apenas considerar seu valor financeiro, mas sim que ele irá agregar de vantagens.

Caso decida continuar com a compra, procure pesquisar mais sobre a marca, ver o preço de concorrentes e fazer um orçamento em diferentes lugares.

Dessa forma, poderá encontrar descontos e garantir que está fazendo a melhor escolha.

Além disso, é importante não sacrificar a qualidade de um produto por conta do seu preço. Afinal, o barato sai caro quando as dores de cabeça são maiores que o aproveitamento, concorda?

Com algumas dicas práticas, você pode economizar de verdade em suas compras e reduzir as despesas mensais, sem ter problemas no futuro.

Essa reflexão é importante, não acha? Então, aproveite para compartilhar com seus conhecidos e familiares que precisam pensar mais antes de comprar.

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