A sexta reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) deste ano se inicia nesta terça-feira, 15, e se estende até a próxima quarta-feira, 16. Na ocasião, o Banco Central decidirá sobre o futuro da Selic, atualmente em 2% ao ano.

Segundo informações divulgadas pelo Boletim Focus, a expectativa é que a taxa Selic encerre o ano em 2%, mas que chegue a 2,5% em 2021. O relatório também trouxe informações relativas ao aumento da inflação em 2021.

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O levantamento semanal apontou que a expectativa para a alta do IPCA em 2020 subiu a 1,94%, antes era de 1,78%. Com isso, a inflação esperada de acordo com o relatório é a de 3,50%, caso não haja nenhuma mudança brusca no cenário político e econômico.

Além disso, a expectativa para o aumento da inflação para 2021 subiu 0,11%, marcando o percentual de 3,01%, enquanto o centro da meta para o ano que vem permanece em 3,75%.

Reunião do Copom e a expectativa da Selic

Para 2021, a expectativa do mercado é a de que o crescimento da taxa Selic seja gradual e possa chegar novamente ao patamar de 2,5%.

Entretanto, especialistas acreditam que o momento atual é o de buscar a estabilidade gradual do mercado. 

Com a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) marcada para esta terça-feira, 15, economistas esperam que a taxa Selic permaneça em sua mínima histórica de 2,0%. O valor deve permanecer até meados de 2021, onde o mercado espera um reajuste de 0,5%.

Aumento da inflação para 2021

Os economistas esperam que o aumento da inflação ocorra paulatinamente a partir do primeiro semestre de 2021, onde os resultados negativos impactados pela crise do novo coronavírus possam ser revertidos. 

Outro ponto levado em consideração diz respeito à previsão do Produto Interno Bruto para o mesmo período.

A inflação está relacionada ao aumento de preços de produtos e serviços de maneira geral. De acordo com o seu aumento gradual, o poder de compra da moeda diminui, impactando diretamente no universo do consumidor.

Deste modo, quanto maior a inflação, menor será o poder de compra do brasileiro diante do mercado atual.

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