Planejamento Financeiro

Planejamento financeiro pessoal: veja 3 excelentes dicas para começar a fazer o seu!

Victor Leitão
Mulher usando notebook e calculadora para fazer o seu planejamento financeiro pessoal

Aprenda de uma vez por todas a fazer um planejamento financeiro pessoal e, assim, se programar para realizar sonhos e objetivos.

Artigo originalmente publicado em blog.mobills.com.br. Conteúdos e comentários foram integralmente mantidos.

Falar sobre planejamento financeiro pessoal não é dos assuntos mais legais para a maioria dos brasileiros. Mas acredite: quanto antes você montar o seu, melhor.

Pare e pense nos seus sonhos e objetivos, desde fazer uma viagem para outro país até conseguir ter recursos para uma aposentadoria tranquila.

Continua após a publicidade:

Todas essas metas vão ficar mais fáceis de serem alcançadas com o planejamento financeiro. É ele quem te dará todas as coordenadas para organizar as finanças, acabar com dívidas e separar dinheiro para investimentos. 

Na prática, o planejamento financeiro pessoal significa ter uma noção mais clara das suas entradas (receitas) e saídas (despesas). Assim, você saberá de perto para onde o dinheiro está indo.

Continua após a publicidade

Vai ficar mais fácil, por exemplo, corrigir uma rota, trocando um gasto caro por outro mais barato, ou ainda avaliando novas fontes de renda para complementar o salário.

Tudo é possível com planejamento financeiro pessoal, desde que você tenha disciplina e organização para dedicar um tempo a essa tarefa. 

O que é planejamento financeiro pessoal?

Planejamento financeiro pessoal é, basicamente, colocar os seus sonhos no papel e enxergar possibilidades de realizá-los.

Para atingir determinados objetivos, talvez seja necessário cortar gastos e mudar hábitos de consumo, por exemplo. Tudo isso tem a ver com planejamento financeiro.

Continua após a publicidade

O jeito mais simples de começar é anotar todas as receitas (salário, aluguéis e outras fontes de renda) e gastos (fixos e variáveis) no mês.

Pode parecer difícil e chato no início, mas vai te ajudar a enxergar quanto você ganha e quanto gasta em cada mês, ou seja, qual é o destino do seu dinheiro. 

Qual a importância do planejamento financeiro pessoal?

Ter um planejamento financeiro pessoal é muito importante porque você não ficará vivendo cada mês sem ter a mínima noção do que está acontecendo com o seu dinheiro.

Na prática, é uma forma de ter previsibilidade e se antecipar caso surjam situações inesperadas, emergências ou problemas no caminho.

Continua após a publicidade

É como se precaver para uma viagem longa com alimentação e itens básicos de sobrevivência.

No caso do planejamento financeiro, trata-se de uma preparação para atingir metas e objetivos que você traçou e traça ao longo da vida. 

Dá para entender, então, os riscos da falta de um planejamento financeiro pessoal?

Ninguém gosta de viajar sem qualquer plano ou completamente desabastecido, certo? Imagine pegar uma estrada sob um sol de rachar, sem ter sequer uma garrafinha de água!

Parece brincadeira, mas assim é, de certa maneira, a vida de quem não possui um planejamento financeiro. Pode ser uma aventura divertida, cheia de contratempos e imprevistos, mas também um caminho perigoso. 

Continua após a publicidade

Agora que você sabe quão importante é fazer um planejamento financeiro pessoal, siga as dicas a seguir para montar o seu:

1. Saiba quanto você ganha

Não tem como fugir dessa regra número 1.

Para fazer um bom planejamento financeiro pessoal, o primeiro passo é descobrir como anda sua realidade financeira. Isso significa saber com clareza quanto você ganha e quanto gasta por mês.

Se você é assalariado, lembre-se de considerar o salário líquido, ou seja, o valor que realmente cai na sua conta bancária mensalmente. O salário líquido é a quantia que já vem descontada de impostos, INSS, vale-refeição, plano de saúde e outros benefícios concedidos pelo empregador. 

Essa é a única fonte de renda ou você ganha mais dinheiro ao alugar uma casa da família, por exemplo? Se for o seu caso, considere também essa receita na conta, mas não se esqueça de descontar possíveis custos com manutenção, consertos e outras despesas com o imóvel. 

Continua após a publicidade

Além dessas, há outras receitas, como aluguel de uma vaga de garagem? Liste uma por uma.

O ideal é você discriminar item por item (por exemplo, salário; aluguel da casa na praia etc.) e depois, claro, somar tudo para chegar ao valor que representa suas entradas todos os meses. 

2. Descubra para onde o dinheiro vai

Depois de entender como o dinheiro entra, agora é fundamental descobrir para onde ele vai todos os meses.

Parece uma pergunta difícil no começo porque, no dia a dia, é comum não pararmos pra pensar nos gastos, ainda mais aqueles rotineiros, como as contas de consumo. 

Continua após a publicidade

Liste todos os gastos, começando justamente por aqueles frequentes, que ocorrem todos os meses: água, energia, telefone, internet, aluguel (ou prestação do financiamento imobiliário).

Faça um esforço para lembrar, mas uma boa estratégia é pegar o extrato da conta no banco e a fatura do cartão de crédito para conseguir discriminar cada despesa.  

Além dos gastos recorrentes, existem as contas que não vêm mensalmente, como impostos (IPTU e IPVA, por exemplo) e outros gastos tradicionais de início de ano.

Mas não é melhor pensar nisso só em dezembro? Claro que não! Planejamento financeiro significa justamente se antecipar para não ter más surpresas lá na frente. 

Continua após a publicidade

Dica importante para mensurar despesas anuais

Então, vamos lá: uma dica é somar essas despesas de início de ano em gastos mensais. É fácil. Basta dividir o total por 12 (número de meses de um ano).

Por exemplo, se você gasta todo ano R$ 1.300 com IPVA, divida essa quantia por 12 e chegará ao valor que precisará guardar mensalmente. Assim, não será pego de surpresa em janeiro e também conseguirá pagar à vista, o que pode render bons descontos.

Essa regrinha também vale para IPTU e outros itens que você considere importantes na sua realidade financeira.

Chegamos, então, aos gastos mais “perigosos” em um orçamento pessoal, as despesas extras. Tudo que é ligado a lazer, bares, restaurantes, festas, comida por aplicativo, Uber etc. De R$ 10 em R$ 10, esses itens podem se transformar em verdadeiros vilões das suas finanças.

Continua após a publicidade

Calma, não estamos falando para parar de consumir. Mas é importante definir limites para cada tipo de gasto. Isso se chama planejamento financeiro. 

Por exemplo, estabeleça um “teto” para despesas com bares e restaurantes. Se passar um pouco num mês ou outro, tudo bem. Dá para corrigir a rota no mês seguinte.

Lembrando que planejar e fazer o controle financeiro pessoal não é acabar com todos os prazeres, mas sim se organizar para atingir sonhos no curto, médio e longo prazo, sem perder a qualidade de vida. 

3. Quais são os seus sonhos?

Depois de entender como seu dinheiro “se comporta” todos os meses, uma etapa fundamental no planejamento financeiro pessoal é refletir sobre seus sonhos e objetivos.

Continua após a publicidade

O que você quer conquistar ou fazer daqui a um ano? Quer passar a aposentadoria em outro país? Pretende fazer um intercâmbio daqui a cinco anos? 

Pare e pense: quais são as suas metas no curto (até 1 ano), médio (de 2 a 5 anos) e longo prazo (acima de 5 anos)?

Não precisa saber tudo agora, afinal a vida é dinâmica e o planejamento financeiro pessoal, também. É um caminho que vai sendo traçado ao longo do tempo.

Hoje pode ser que você queira casar e ter filhos. Amanhã, talvez isso não seja mais um objetivo e você se contente em adotar um cachorro e um gato. E está tudo bem, a vida é assim. 

Continua após a publicidade

No seu planejamento financeiro, cada sonho ou objetivo pode ter uma espécie de adesivo ou carimbo. Assim, você vai poupando recursos. O ideal, claro, é manter uma disciplina para guardar dinheiro e investir.

Daí a importância do controle financeiro pessoal. Para te ajudar nessa tarefa, existem os aplicativos de controle financeiro pessoal.

Com eles, normalmente, você consegue definir seu planejamento financeiro por meio de categorias e subcategorias, inclusive podendo dar um nome, por exemplo, viagem, férias, aposentadoria, entre outros objetivos.

Que tal começar a experimentar essas ferramentas para fazer um planejamento financeiro pessoal online?

Caso você não goste muito de tecnologia, vale planejar suas finanças até mesmo no bom e velho caderninho, o mais importante é que você dê o primeiro passo! 

Continua após a publicidade

Conclusão

Viu só como não é difícil montar um planejamento financeiro pessoal? Com esse recurso, você conseguirá se organizar melhor para realizar sonhos e objetivos.

Basta ter disciplina e colocar essa tarefa como algo importante em seu dia a dia. A gente te ajuda nesse caminho através de muito conteúdo de qualidade! 

Se você se interessou pelo tema deste artigo e quer continuar recebendo mais conteúdos sobre planejamento financeiro, não deixe de assinar a newsletter do iDinheiro.

Publicidade

Logo iDinheiro

Newsletter iDinheiro: receba novidades sobre o que importa para o seu dinheiro.

Suas informações não serão compartilhadas com terceiros e também não enviaremos promoções ou ofertas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *