Fundo Dona de Mim emprestará R$ 3 milhões para mulheres empreendedoras

O Fundo Dona de Mim recebeu uma doação de R$ 3 milhões do banco BTG Pactual e vai fazer empréstimo para mil empreendedoras.

Isabella Proença
Isabella Proença

Na última quinta-feira, 3, o Fundo Dona de Mim, criado pelo Grupo Mulheres do Brasil, anunciou uma nova etapa de empréstimo para mulheres empreendedoras.

Fundado em junho de 2020 com o objetivo de apoiar pequenos negócios afetados pela pandemia, o projeto recebeu uma doação de R$ 3 milhões do banco BTG Pactual.

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Com isso, até 1.000 mulheres receberão crédito no valor de R$ 3 mil.

Como o empréstimo para mulheres empreendedoras funciona?

Na fase inicial de testes o programa concedeu microcréditos de R$ 2 mil a R$ 3 mil para que 485 mulheres empreendedoras dessem continuidade a negócios próprios.

Na fase atual, após o recebimento dessa doação, o fundo pretende beneficiar 1.000 empreendedoras com empréstimos de até R$ 3 mil.

Os juros serão de 6% ao ano e o prazo para pagamento será de 12 meses. Além disso, haverá uma carência de 4 meses.

Ademais, o BTG anunciou que vai reinvestir os juros obtidos com o microcrédito em projetos do terceiro setor, como parte da campanha #NumerosQueImportam.

“Pretendemos continuar apoiando os nano, micro e pequenos empreendedores que desempenham papel fundamental para a retomada e para o futuro da economia”, explica a sócia e diretora de responsabilidade social e eventos do BTG Pactual, Martha Leonardis.

Como solicitar o Fundo Dona de Mim?

Então, para realizar a solicitação do empréstimo, é preciso, obrigatoriamente, ser MEI, ter inscrição no Grupo Mulheres do Brasil, concluir o programa da Trilha Empreendedora e preencher o formulário disponível no site.

Sobre o projeto

O Fundo Dona de Mim possui 60 apoiadoras e os aportes são administrados pelo Banco Pérola, uma associação de crédito que é especialista em microempreendedores.

“Esse projeto nasceu de um sonho e de uma inquietação, não podíamos ficar alheias a esse cenário de instabilidade econômica. Essas mulheres têm tudo a mão: a ideia, a garra, a vontade de transformar que todas nós temos. Mas falta um “empurrãozinho”, a instrumentalização profissional e financeira, que é o que estamos proporcionando”, diz a vice-presidente do Grupo Mulheres do Brasil, Sônia Hess.

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