Maquininha sem aluguel: veja o ranking das melhores taxas e preços em 2026!
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A InfinitePay, Yelly Mini e modo MINI ocupam as primeiras posições do nosso ranking de maquininhas sem aluguel. No entanto, não basta olhar apenas se existe mensalidade, pois as taxas, prazo de de recebimento, preço e recursos do equipamento podem fazer uma opção aparentemente barata custar mais no dia a dia. Na tabela abaixo, veja um resumo do ranking e, em seguida, uma análise completa.
Conheça os parceiros recomendados iDinheiro:
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PagBank Moderninha Pro 2
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12x R$ 8,09 no crédito
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PagBank Moderninha ProFit
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T3 - Oferta Max
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ou R$ 98,40 à vista
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InfiniteSmart - (apenas CNPJ)
Taxas
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Crédito
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12x R$ 15,33 no crédito
ou R$ 183,96 à vista
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modoPAG MINI
Taxas
Débito
1,05%
Crédito
3,05%
Parcelado
4,31%
12x R$ 16,42 no crédito
ou R$ 197,00 à vista
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YELLY MINI
Taxas
Débito
1,05%
Crédito
3,05%
Parcelado
4,31%
12x R$ 16,66 no crédito
ou R$ 199,90 à vista
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SumUp Solo
Taxas
Débito
1,09%
Crédito
3,49%
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4,49%
12x R$ 35,90 no crédito
ou R$ 430,80 à vista
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Para facilitar a comparação, analisamos as taxas fora do período promocional, considerando negócios que possuem um faturamento mensal médio de R$ 10.000.
Análise das 10 melhores maquininhas sem aluguel em 2026
A seguir, analisamos cada equipamento considerando não apenas a taxa anunciada, mas quanto sobra de uma venda, prazo de recebimento, preço, conexão e limitações que podem afetar sua rotina.

1. InfinitePay
| Preço | R$ 199 ou 12x de R$ 16,58 |
| Débito | 1,37% |
| Crédito à vista | 3,15% |
| Crédito 12x | 12,40% |
| Pix | grátis |
| Recebimento | D+1 no plano padrão |
| Conexão | Wi-Fi; chip de dados opcional e adquirido separadamente |
| Comprovante | Impresso |
O principal diferencial dessa máquina de cartão sem aluguel está no software. A InfiniteSmart funciona também como um pequeno PDV: permite cadastrar produtos, preços, fotos, variações, código de barras e estoque. Quando um item é vendido, a quantidade disponível pode ser atualizada no sistema.
Isso muda bastante o tipo de negócio para o qual ela faz sentido.
Cenário real: imagine uma pequena loja de roupas com 100 peças no estoque. Em vez de o atendente digitar R$ 79,90 manualmente na maquininha e depois registrar a venda em outro sistema, ele pode selecionar o produto no catálogo e concluir o pagamento.
Para uma loja, quiosque ou pequeno varejo, isso tende a ser mais útil do que simplesmente ter a menor taxa.
Outro recurso interessante é a possibilidade de integrar diferentes formas de venda. Além da máquina física, a InfinitePay oferece InfiniteTap, Link de Pagamento e loja online.
Assim, um comerciante pode receber presencialmente no balcão e enviar um link para aquele cliente que fez o pedido pelo WhatsApp.
Também existe uma calculadora de taxas dentro da própria máquina, que permite informar quanto você deseja receber e calcular o valor que precisa cobrar do cliente já considerando o desconto da taxa.

2. modoPAG MINI
| Preço | R$ 197 ou 12x de R$ 16,42 |
| Débito | 1,05% |
| Crédito à vista | 3,05% |
| Crédito 12x | 11,04% |
| Pix | 0,46% |
| Recebimento | na hora |
| Conexão | chip 3G + Wi-Fi |
| Comprovate | via SMS |
A modo MINI é uma maquininha sem aluguel e sem mensalidade que se diferencia principalmente pelo recebimento imediato. No plano Giro+, o dinheiro das vendas cai na hora, 24 horas por dia, inclusive em finais de semana e feriados. A máquina custa R$ 197 à vista ou 12x de R$ 16,42.
Na prática, receber na hora é mais relevante para alguns negócios do que economizar alguns décimos na taxa.
Cenário real: um vendedor de bebidas em um evento começa o dia com R$ 800 em estoque. Conforme vende, precisa comprar novas caixas para continuar trabalhando. Se o dinheiro só entrar no dia seguinte, ele pode ficar sem capital para repor mercadoria naquele evento.
Nesse caso, o recebimento instantâneo resolve um problema concreto de caixa.
A MINI também aceita pagamento em até 18 parcelas, acima do limite tradicional de 12x de muitas concorrentes. Isso pode ser útil para quem vende: serviços estéticos, móveis, eletrônicos, cursos, tratamento, entre outros serviços de maior ticket.
Fisicamente, ela é compacta e foi projetada para transporte. Também possui chip próprio, portanto não depende do celular. Por outro lado, o comprovante é digital por SMS ou e-mail. Não há impressora.

3. Yelly Mini
| Preço | R$ 99,90 ou 12x de R$ 8,33 |
| Débito | 1,05% |
| Crédito à vista | 3,05% |
| Crédito 12x | 11,04% |
| Pix | 0,46% |
| Recebimento | D+1 no Premium |
| Conexão | chip 3G + Wi-Fi |
| Comprovante | via SMS |
A Yelly Mini é uma maquininha de cartão sem aluguel voltada principalmente para quem busca portabilidade e taxas previsíveis. O equipamento custa R$ 199,90 ou 12x de R$ 16,66. O preço inclui frete grátis, chip 3G, Wi-Fi e garantia vitalícia.
Uma vantagem importante é que a Yelly afirma não trabalhar com uma taxa promocional que desaparece depois de 30 dias. As condições seguem o plano escolhido, e não uma campanha de entrada.
Isso torna a Mini interessante para quem quer saber antecipadamente quanto vai pagar por uma venda.
Cenário real: uma manicure que atende em domicílio pode guardar a máquina na bolsa e fazer o pagamento diretamente nela. Como há chip próprio, não precisa compartilhar a internet do celular nem fazer pareamento Bluetooth.
Outro ponto relevante é que Tap Yelly e Link de Pagamento acompanham a solução sem cobrança adicional pelo acesso ao recurso.
Portanto, se um cliente não estiver presencialmente, o profissional ainda pode enviar um link para receber online.

4. SumUp Solo
| Preço | 12x de R$ 4,90 |
| Débito | 0,99% |
| Crédito à vista | 3,49% |
| Crédito 12x | 13,99% |
| Pix | grátis |
| Recebimento | na hora na Conta SumUp |
| Conexão | Wi-Fi + chip 4G ilimitado |
| Comprovante | via SMS |
A SumUp Solo é uma maquininha compacta, com chip 4G ilimitado e Wi-Fi. Ela custa 12x de R$ 4,90 e, para quem fatura R$ 10 mil por mês, as taxas são de 0,99% no débito e 3,49% no crédito à vista, com recebimento na hora na Conta SumUp.
O principal diferencial físico da Solo é sua base carregadora. Pode parecer um detalhe pequeno, mas faz sentido em um estabelecimento fixo.
Cenário real: em um consultório, clínica ou salão, a máquina passa boa parte do dia parada na recepção. Depois de cada venda, ela pode voltar para a base e permanecer carregando. Isso reduz a chance de o cliente chegar ao caixa justamente quando o terminal está sem bateria.
A Solo também é pequena o suficiente para circular pelo estabelecimento. Em um restaurante pequeno, por exemplo, o funcionário pode retirar a máquina da base, levar até a mesa e depois colocá-la novamente para carregar.
O chip 4G ilimitado também elimina a necessidade de contratar um plano móvel separado.

5. Ton T3
| Preço | R$ 108 ou 12x de R$ 9,00 |
| Débito | 1,22% |
| Crédito à vista | 3,02% |
| Crédito 12x | 11,73% |
| Pix | grátis |
| Recebimento | D+1 na condição comparada |
| Conexão | chip 3G + Wi-Fi |
| Comprovante | Impresso |
A Ton T3 é uma maquininha com comprovante impresso, voltada principalmente para negócios que querem um terminal tradicional de balcão. Atualmente, a máquina custa R$ 108 à vista ou 12x de R$ 9,00 com frete grátis.
A Ton anuncia taxas promocionais de 0,57% no débito, 0,57% no crédito à vista e 7,97% em 12x, mas essas condições valem por 30 dias ou até R$ 5 mil em vendas. Depois, as taxas passam a variar conforme o faturamento mensal.
A característica que mais diferencia a T3 neste ranking é combinar impressora, variedade de bandeiras e preço relativamente baixo do equipamento.
Ela aceita mais de 50 bandeiras entre débito, crédito e vouchers. Alelo, Pluxee, Ticket, Up Brasil e VR estão disponíveis para estabelecimentos elegíveis com CNPJ.
Cenário real: imagine uma pequena lanchonete perto de prédios comerciais. Durante o almoço, parte dos clientes paga com cartão comum, mas vários usam VR, Ticket ou Alelo. Nesse negócio, aceitar vouchers pode gerar mais impacto do que economizar R$ 0,30 em uma venda de R$ 100.

6. Moderninha ProFit
| Preço | R$ 83,88 ou 12x de R$ 6,99 |
| Débito | 1,28% |
| Crédito à vista | 3,08% |
| Crédito 12x | 12,57% |
| Pix | 0,40% |
| Recebimento | na hora |
| Conexão | chip próprio + Wi-Fi |
| Comprovante | impresso |
A Moderninha ProFit é uma das opções mais interessantes para quem procura maquininha barata sem aluguel e com impressora. Ela custa R$ 83,88 à vista ou 12x de R$ 6,99, com frete grátis.
Durante a promoção, as taxas são de 0,58% no débito e crédito à vista e 7,98% em 12x. Porém, a condição dura somente 30 dias ou até atingir R$ 5 mil em vendas.
Além do preço, existe uma característica particularmente interessante: a Moderninha pode ser compartilhada com até seis pessoas. Isso abre um cenário de uso bem específico.
Cenário real: um salão possui cinco profissionais autônomos. Em vez de cada cabeleireiro comprar uma máquina, todos podem utilizar o mesmo equipamento e trabalhar com diferentes recebedores cadastrados.
A mesma lógica pode funcionar para: barbearias, estúdios de tatuagem, clínicas compartilhadas, espaços de estética e famílias que administram o mesmo comércio.
A ProFit também imprime comprovante e o PagBank informa reposição gratuita de bobinas.A autonomia divulgada é de aproximadamente sete horas.
Para um comércio que funciona oito, dez ou doze horas sem acesso fácil a tomada, essa é uma limitação que merece ser considerada.

7. Point Smart
| Preço | R$ 199,90 ou 12x de R$ 16,65 |
| Débito | 1,39% |
| Crédito à vista | 3,29% |
| Crédito 12x | 12,22% |
| Pix | 0,49% |
| Recebimento | na hora |
| Conexão | 4G + Wi-Fi |
| Comprovante | impresso |
A Point Smart 2 é uma maquininha mais indicada para quem quer concentrar pagamentos e gestão no mesmo equipamento. O preço oficial exibido atualmente é de R$ 199,90 ou 12x de R$ 16,65, com frete grátis.
As taxas variam conforme o faturamento. Para clientes que faturam R$ 10 mil por mês, as taxas são de 1,39% no débito, 3,29% no crédito á vista e 12,22% no parcelado em 12x.
As taxas ajudam a entender por que essa não é necessariamente a melhor maquininha sem aluguel para quem só procura menor custo. O diferencial está nas funções.
A Smart 2 funciona como um pequeno sistema de PDV: é possível cadastrar produtos, acompanhar estoque, consultar relatórios e emitir NFC-e diretamente no equipamento.
Cenário real: uma lanchonete cadastra hambúrguer, refrigerante, batata e adicionais. Quando o cliente faz o pedido, o atendente seleciona os itens na tela e a máquina calcula o total.
Depois da venda, a operação já fica registrada.
Em uma loja pequena, a mesma lógica permite reduzir a necessidade de: reg istrar a venda no sistema, digitar novamente ovalor na maquininha e atualizar manualmente o estoque.
Essa economia operacional pode valer mais do que uma diferença pequena na taxa para negócios com centenas de transações.
Já para um eletricista que recebe três vezes por dia, boa parte desses recursos ficará sem uso.
Como definimos as melhores maquininhas sem aluguel em 2026?
Para definir quais são as melhores maquininhas sem aluguel, analisamos os modelos disponíveis no mercado a partir de três pilares: taxas e custos, cobertura de pagamentos e operação da maquininha. Cada equipamento recebe uma nota final de 0 a 5, com maior peso para taxas e custos, seguido por cobertura e operação.
Nesta comparação, consideramos as taxas cobradas para negócios que possuem um faturamento mensal de R$ 10 mil. Isso evita comparar equipamentos destinados a públicos muito diferentes, já que preços e taxas podem variar conforme o volume vendido.
Também deixamos de fora condições com taxas personalizadas, pois elas dependem de negociação individual e não podem ser reproduzidas de forma justa para todos os leitores.
1. Taxas e custos
Este é o fator que mais influencia o ranking. Em vez de olhar apenas para a taxa anunciada pela empresa, calculamos quanto do faturamento efetivamente permanece com o vendedor depois das taxas e do custo da própria maquininha.
Para isso, consideramos o valor cobrado nas vendas e também o custo mensal do equipamento. Quando a maquininha é comprada, seu preço é diluído em 12 meses;
Na prática, calculamos a porcentagem do faturamento que permanece com o vendedor após esses custos. Por exemplo, considere uma maquininha com taxa de 2,8% no crédito à vista, custo equivalente a R$ 20 por mês e um vendedor que fatura R$ 3.000:
Valor após a taxa: R$ 3.000 × (1 − 0,028) = R$ 2.916
Valor após o custo da maquininha: R$ 2.916 − R$ 20 = R$ 2.896
Porcentagem de recebimento: R$ 2.896 ÷ R$ 3.000 = 96,53%
Nesse caso, de cada R$ 100 vendidos, aproximadamente R$ 96,53 permanecem com o vendedor. Repetimos esse cálculo para cada modalidade de pagamento analisada. Quanto maior a porcentagem que sobra, melhor é o desempenho da maquininha nesse critério.
Analisamos as principais modalidades de pagamento, dando maior importância, nesta ordem, para:
- crédito à vista;
- débito;
- crédito parcelado em 2 vezes;
- Pix;
- crédito parcelado em 12 vezes.
Dessa forma, uma maquininha não sobe no ranking apenas por apresentar uma taxa promocional isolada: ela precisa ter um bom resultado considerando o conjunto das formas de pagamento mais utilizadas.
2. Cobertura de pagamentos
Também avaliamos o quanto a maquininha consegue atender diferentes formas de pagamento.
Nesse pilar, consideramos principalmente as bandeiras aceitas, o suporte a Pix e os pagamentos por aproximação (NFC).
A aceitação de bandeiras tem o maior peso: modelos restritos apenas às principais bandeiras recebem uma avaliação inferior aos equipamentos que também trabalham com outras bandeiras e, quando disponível, vale-alimentação e vale-refeição.
Também verificamos se o cliente consegue pagar por Pix diretamente pela maquininha e se o aparelho permite pagamentos por aproximação com cartões ou carteiras digitais.
3. Facilidade de operação
Por fim, avaliamos características que afetam o uso da maquininha no dia a dia.
O principal fator é o prazo de recebimento das vendas: quanto mais rapidamente o dinheiro fica disponível, melhor a avaliação. Também verificamos se há impressão de comprovante, autonomia de bateria e opções de conexão, como chip próprio, Wi-Fi e 4G.
Esses recursos têm peso menor que as taxas, mas ajudam a diferenciar equipamentos com custos semelhantes. Uma maquininha barata, por exemplo, pode perder pontos caso tenha conectividade limitada, baixa autonomia ou um prazo de recebimento menos competitivo.
Como chegamos ao ranking final?
Depois de avaliar todos esses fatores, combinamos as notas dos três pilares. Taxas e custos têm o maior peso, porque determinam quanto do dinheiro vendido permanece com quem utiliza a maquininha. Em seguida vêm cobertura dos pagamentos e facilidade de operação.
Por isso, a melhor maquininha sem aluguel não é necessariamente a que possui a menor taxa em uma única modalidade ou o menor preço de compra.
O ranking procura identificar os equipamentos que oferecem o melhor conjunto de custo, formas de pagamento e praticidade para quem fatura até R$ 10.000 por mês.
As taxas e condições são revisadas mensalmente. Quando alguma empresa altera seus preços ou condições comerciais, recalculamos as notas do grupo para que a comparação continue refletindo o cenário atual do mercado.
Quer entender todos os critérios, pesos e cálculos? Confira a nossa metodologia de maquininhas completa.
Existe maquininha sem aluguel e sem taxa?
Não existe maquininha sem aluguel e sem taxa para vendas no cartão. O que existe são maquininhas sem aluguel ou mensalidade, mas que cobram taxas sobre cada venda realizada no débito, crédito ou parcelado.
Algumas empresas podem oferecer taxa 0% por tempo limitado em campanhas promocionais, como é o caso do PagBank, porém após o período promocional, as taxas padrões voltam a ser cobradas.
O que vale mais a pena, maquininha sem aluguel ou com aluguel?
Depende do volume de vendas. Para quem vende pouco ou está começando, a maquininha sem aluguel costuma valer mais a pena, porque não há um custo fixo todos os meses. Nesse caso, o vendedor paga apenas as taxas sobre as transações realizadas.
Já a maquininha com aluguel pode compensar para negócios com alto volume de vendas, especialmente se ela oferecer taxas menores, suporte mais completo ou recursos importantes para a operação. Mesmo pagando mensalidade, a economia nas taxas pode fazer diferença no custo final.
Para decidir, o ideal é comparar o valor do aluguel, as taxas no débito e crédito, o prazo de recebimento e o quanto o negócio vende por mês. Assim, você entende qual modelo gera menos custo na prática.
Perguntas frequentes (FAQ)
Qual é a melhor maquininha sem aluguel?
No ranking do iDinheiro, a InfinitePay ocupa a primeira posição. Porém, a melhor escolha depende do faturamento, prazo de recebimento e tipo de venda. Yelly, modoPAG e SumUp, por exemplo, podem ter taxas menores em modalidades específicas.
Qual maquininha sem aluguel tem a menor taxa?
Depende da forma de pagamento. Na condição comparada neste conteúdo, a SumUp cobra 0,99% no débito para faturamento de até R$ 20 mil, enquanto Yelly e modoPAG trabalham com 1,05%. No crédito e parcelado, a ordem muda.
Maquininha sem aluguel precisa de CNPJ?
Não necessariamente. Várias empresas permitem cadastro com CPF, mas alguns recursos (principalmente aceitação de vale-refeição e alimentação) exigem CNPJ e atividade econômica compatível.














Ótimo artigo! Achei muito útil e informativo.
Ótimo artigo! Achei as informações muito úteis para minhas finanças.
Excelente conteúdo! Muito esclarecedor e de grande ajuda.