Entenda quais são as taxas para investir em renda variável

Entender quais são as taxas para investir em renda variável pode fazer a diferença no crescimento do patrimônio. Conheça quais são as principais.

Karina Carneiro
Karina Carneiro

Com o mercado crescendo e o ânimo dos investidores aumentando em relação a ganhos e rentabilidade, conhecer as taxas para investir em renda variável pode ser fundamental para otimizar o patrimônio. 

Além do imposto de renda, já conhecido pela maioria das pessoas que investem em ativos, algumas tarifas podem ser acrescidas aos valores, como as taxas de administração ou corretagem. 

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Entretanto, já existem algumas corretoras de valores que trabalham com a isenção dessas taxas para o investidor pessoa física, justamente para atrair um público maior para esse mercado.

Conheça quais são as taxas para investir em renda variável antes de comprar um papel específico.

Com informações da revista Exame.

Quais as principais taxas para investir em renda variável?

Entre as principais e mais populares taxas para investir em renda variável, podemos listar algumas, como:

  • taxa de custódia;
  • corretagem;
  • imposto de renda;
  • entre outros.

1. Taxa de custódia para investir em renda variável

A taxa de custódia geralmente é cobrada pela corretora de valores ou outra instituição financeira para realizar a manutenção de títulos públicos ou de ações.

Atualmente, algumas corretoras como Clear e Rico, por exemplo, já estão isentando a cartela de clientes dessa cobrança específica. 

2. Corretagem

A corretagem pode ser cobrada por meio de um valor fixo ou sobre o percentual de uma negociação. 

Em cima dessa tarifa, também existe um tributo municipal de Imposto Sobre Serviço (ISS) que pode variar entre 2% a 5%, dependendo da cidade. 

Porém, a isenção da corretagem também já vem sendo praticada por algumas instituições financeiras. 

3. Imposto de Renda

Em relação ao Imposto de Renda, as taxas começam em 15% se o investidor realizar vendas acima de R$ 20 mil reais no mês e tiver ganhos de capital. Nesse caso, o valor específico será a base para a cobrança. 

Mas, se as vendas ficarem abaixo do valor ou se durante a negociação forem computados possíveis prejuízos, a cobrança do imposto não é realizada. 

Essa regra, inclusive, se aplica para ações, ETF’s e opções. 

Para conferir a matéria completa da Exame com taxas de investimentos de outros produtos, como fundos de investimentos ou renda fixa, clique aqui

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