Serviços de pagamento nas corretoras começam a funcionar em janeiro

Os serviços de pagamento nas corretoras começam a funcionar de maneira oficial no começo do ano. Objetivo do Banco Central é incentivar a concorrência.

Karina Carneiro
Karina Carneiro

A partir de janeiro de 2021, as corretoras de valores e distribuidoras de títulos e valores mobiliários poderão disponibilizar serviços de pagamento aos consumidores. 

A indicação do Conselho Monetário Nacional (CMN) foi feita na última sexta-feira, 27, diante do anúncio oficial do Banco Central (BC).

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Com isso, as novas regras apontam que as corretoras de valores e empresas de serviços similares deverão fazer escolhas entre a manutenção das contas de registro, como funcionam atualmente, ou sobre a utilização de contas de pagamentos. 

O objetivo com a nova norma é incentivar a concorrência entre os prestadores de serviços de pagamento nas corretoras e ampliar o plano de atuação do segmento de intermediação. 

O que muda com a implantação dos serviços de pagamento nas corretoras?

Caso as empresas do segmento optem por ofertar serviços de pagamento, será possível encontrar serviços financeiros mais abrangentes, como o pagamento de boletos, diretamente da plataforma.

Além disso, será possível realizar investimentos com o PIX, a nova plataforma de transferências instantâneas do BC, lançada no meio de novembro. 

O CNM também destacou à imprensa que, “independentemente da modalidade escolhida, os recursos mantidos nas contas, enquanto não comprometidos com a liquidação de operações em nome dos clientes, deverão ser aplicados em títulos públicos federais ou mantidos como disponibilidades pelas sociedades de intermediação”.

Destaques dessa mudança

Um dos principais benefícios dos serviços de pagamentos nas corretoras de valores é o funcionamento ininterrupto das atividades e a transferência de recursos de maneira rápida por meio do PIX.

Outro fator destacado pela entidade é que os recursos mantidos em contas de pagamento, se não utilizados pelo consumidor, estarão disponibilizados em um patrimônio separado, para evitar qualquer tipo de confusão de visualização da carteira.

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