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Existem riscos nos vazamentos no Pix?

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Os vazamentos de dados do Pix, sistema instantâneo de pagamentos do Banco Central (BC), ocorrerão com frequência, segundo o presidente do órgão, Roberto Campos Neto.

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Com pouco mais de um ano de funcionamento, o Pix já sofreu três vazamentos de dados cadastrais.

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No evento promovido, no dia 11, pelo Esfera Brasil, Campos Neto esclareceu que as informações expostas até agora nos vazamentos não incluem dados como senhas e movimentações financeiras.

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Segundo ele, os vazamentos abrangem, na maior parte, dados que podem ser obtidos publicamente.

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“A gente tem vazamento, às vezes, que é nome e CPF. Nome e CPF têm no talão de cheque da pessoa. Você tem, às vezes, o vazamento de telefone, que a chave é o telefone celular, mas grande parte das pessoas tem o telefone celular aberto”, explicou.

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Apesar disso, o especialista em Segurança da Informação da ESET Carlos Marino alerta que esse tipo de vazamento levanta uma bandeira amarela.

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Segundo ele, criminosos podem utilizar esses dados para obter ainda mais informações das vítimas e usá-las em outros tipos de ataques.

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"Dessa maneira, podem abordar as vítimas através de, por exemplo, campanhas de engenharia social e phishing para que as mesmas caiam em algum outro tipo de golpe”, destaca o especialista.

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Phising é a prática criminosa em que golpistas levam as vítimas a compartilhar dados confidenciais, como senhas e números de cartão de crédito.

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O termo em inglês significa “pescar”, fazendo referência às diferentes estratégias usadas pelos criminosos para atrair as vítimas.

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Histórico de vazamentos no Pix

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Desde a criação do Pix, em novembro de 2020, o BC registrou três casos de vazamento de informações.

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O mais recente foi na semana passada, quando 2.112 chaves Pix de clientes da instituição de pagamentos Logbank foram vazadas.

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Em dezembro do ano passado, o vazamento ocorreu com dados pessoais de 160,1 mil chaves Pix da Acesso Soluções de Pagamento.

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Já o primeiro caso aconteceu em 24 de agosto de 2021, com exposição de dados vinculados a mais de 400 mil chaves do Banco do Estado de Sergipe S.A. (Banese).

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Após os ocorridos, a autarquia disse que haverá apuração dos casos, e que aplicará medidas de sanções que estão previstas na regulação atual do Pix.

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O BC informou ainda que não divulgará mais os casos de exposição de dados de chaves Pix por meio de avisos, apenas listará os incidentes no site.

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