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Carros por assinatura valem a pena? Confira vantagens e desvantagens

Carros por assinatura não são novidade, mas têm crescido bastante no Brasil nos últimos dois anos, como uma alternativa para aqueles que gostam de trocar de carro com frequência, mas querem evitar certas dores de cabeça que comprar um veículo pode trazer.

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Como funciona?

O contratante paga uma mensalidade para usar um carro por determinado tempo e, ao final do contrato, devolve o automóvel, podendo renovar a assinatura ou, em alguns casos, até mesmo comprar o veículo.

Os contratos duram entre um e quatro anos, a depender da empresa. Além disso, uma das principais diferenças entre as modalidades é que na assinatura são oferecidos apenas carros 0 km.

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Quanto custa um plano de assinatura de carro?

O valor mínimo mensal de um contrato por assinatura, está na faixa de R$ 1.500 por mês, na categoria dos “econômicos”, que inclui modelos populares. Já os planos mais luxuosos, com carros automáticos e elétricos, a franquia mensal sai em torno de R$ 4 mil.

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Afinal, carros por assinatura valem a pena?

Confira a seguir alguns pontos a serem levados em consideração antes de assinar um carro.

1. O carro não é seu

O que é visto como uma vantagem para uns, pode ser uma enorme desvantagem para outros. Ao fazer a assinatura de um carro, o cliente paga pelo uso, e não pela posse, então o carro não será seu. No entanto, muitas das empresas hoje oferecem a opção de compra no final da assinatura.

2. Valor de uso

Trocar um seminovo por um carro 0 km, na grande maioria das vezes, significa prejuízo para o motorista. Isso porque bens de consumo, como carros, perdem valor ao longo do tempo de uso. O serviço por assinatura, então, rompe com esse padrão deficitário, uma vez que o assinante devolve o carro ao fim do contrato, não arcando com a desvalorização.

3. Despesas inclusas

O contratante paga uma parcela por mês, em que está incluso emplacamento, IPVA, licenciamento, seguro e revisões. Com as principais taxas incluídas, o cliente tem mais facilidade para optar por um carro de uma categoria acima da que ele poderia comprar.

Apesar de despesas como seguro estar incluída, é preciso atenção ao ler o contrato. Em caso de sinistro é o assinante que arca com o valor integral da franquia, da mesma forma que ocorreria com um carro próprio.

4. Limite de quilometragem

A quilometragem é limitada mensalmente. Caso seja extrapolada, o contratante deverá pagar uma multa ou valor extra calculado por km excedente. No geral, os planos preveem de 1.000 a 2.500 km mensais. Mas, para evitar prejuízos, veja o quanto você anda por mês em média e faça o plano de acordo com o seu perfil.

5. Entenda seu perfil

Um dos benefícios da modalidade de assinatura que pode atrair muitos apaixonados por carros, é a possibilidade de trocar de modelo depois de um determinado tempo. No entanto, segundo o economista e especialista em finanças, Érico Vera Marques, é preciso entender qual o seu perfil de consumo antes de tomar uma decisão.

Em médio e longo prazo (entre quatro e cinco anos), fazer uso de carros por assinatura pode sair mais caro que comprar um. “Para aqueles que gostam de trocar de carro periodicamente, a assinatura pode ser mais vantajosa. Já para quem passa mais tempo com um mesmo modelo, comprar um carro próprio tende a sair mais barato que o custo da assinatura", explica Marques.

A decisão de comprar um carro, fazer uma assinatura ou usar aplicativos de transporte é individual. É necessário entender suas necessidades e colocar todos os custos na ponta do lápis na hora de decidir qual é a melhor opção para você.

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