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Como serão as viagens pós-pandemia?

Isabella Proença
Isabella Proença
avião no céu, representando viagens pós-pandemia

Embora a paixão por viagem siga intacta, a pergunta que não quer calar é: como serão as viagens pós-pandemia? A Decolar falou sobre.

Enquanto cumprem a quarentena em casa, muitas pessoas sonham em viajar. Mas a pergunta que não quer calar é: como serão as viagens pós-pandemia?

De acordo com a Decolar, agência virtual de viagens, os brasileiros começaram a planejar suas próximas férias com antecedência.

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Segundo a agência, as passagens para destinos domésticos agora são reservadas com mais de 90 dias de antecedência. Antes, a média era de 70 dias.

“Mesmo na pandemia, a paixão por viajar existe e as pessoas já estão comprando suas viagens”, afirma Alexandre Moshe, diretor-geral da empresa.

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Informações são da Exame.

Planejamento com antecedência

O diretor-geral explica que, pelo fato de estarem mais ansiosas para viajar, as pessoas estão se planejando com mais antecedência e têm passado mais tempo visualizando suas alternativas no site da Decolar.

Algumas famílias já até decidiram o destino da viagem de verão. As praias do Nordeste do país são alguns dos locais mais visados para essa época do ano.

No momento, a procura por destinos nacionais está em alta, devido às restrições de entrada de brasileiros em alguns países.

Além disso, o medo de passar muitas horas dentro do avião e a desvalorização do real — que torna as viagens internacionais bem mais caras — são fatores que também contribuem.

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Ano passado, a Decolar lançou o produto Escapadas, onde os usuários podem filtrar as pesquisas dos destinos pela distância.

Dessa forma, é possível optar por locais mais próximos, para viagens de carro ou viagens de aviação mais curtas, com duração máxima de 2 horas.

Preparação para viagens pós-pandemia

Apesar de mercado estar se estabilizando, houve grande queda das vendas devido à pandemia. E, por esse motivo, o setor deve se recuperar lentamente.

Integrante do grupo argentino Desapegar, a Decolar estima que recuperará o volume de vendas perdidas em 2019 no prazo de 2 a 3 anos.

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No entanto, a agência virtual de viagens se preparou para os anos de baixa.

O grupo argentino angariou U$ 200 milhões no mês de agosto e cortou em 35% os postos de trabalho e os custos.

Ademais, alocou colaboradores de outros setores para a área de atendimento ao cliente e mudou as prioridades de alguns projetos.

“Nesse período, focamos mais o atendimento ao cliente e, em termos de tecnologia, a automação desse contato”, concluiu Moshe.

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