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Tesouro Direto emite mais títulos em junho

Karina Carneiro
Karina Carneiro

Com uma recente melhora na emissão dos títulos do Tesouro Direto no último mês, a […]

Com uma recente melhora na emissão dos títulos do Tesouro Direto no último mês, a instituição divulgou que a emissão líquida de títulos públicos através do Tesouro Nacional somou uma quantia de R$ 114,76 bilhões em junho e com isso pretende continuar investindo na emissão desses papéis.

Os números de junho inclusive, representaram o maior valor mensal da série, iniciada em 2006. Desta maneira, a dívida pública federal subiu ao valor de 3,27% em termos nominais da passagem de maio para junho.

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Entretanto, apesar da volatilidade, o que ajudou bastante no impulsionamento recorde de emissões de títulos foi a retomada gradual da economia, fazendo com que os investidores voltassem a se sentir animados a ponto de voltarem a realizar aportes financeiros no programa. 

Títulos do Tesouro em junho

No mês passado, por exemplo, os títulos pré fixados, opção pouco adquirida perto das outras opções do Tesouro Direto, representavam 30,11% da dívida pública, contra 29,41% em maio. 

Já a participação do pós fixado, papéis ligados à taxa contratada e inflação anual, representaram um número de 38,23%. Em contrapartida, os títulos relacionados ao câmbio tiveram um aumento na procura de 5,76%.

Participação dos investidores estrangeiros

Outro número que chama bastante a atenção em relação são relacionadas à participação dos estrangeiros diretamente na dívida pública, que acabou caindo em termos percentuais.  De 9,11% em maio, o mês de junho foi representado pela quantia de 9,09%. Este número, inclusive, representa o menor nível desde dezembro de 2009.

Esses dados estatísticos representam um valor absoluto maior, por mais que não pareça inicialmente. Desta maneira, conseguimos subir as quantias de R$ 367,29 bilhões para R$ 377,11 bilhões. 

Como o Tesouro enxerga o cenário a curto prazo?

Em comunicado oficial após o balanço dos números, o Tesouro Nacional acredita que o cenário deverá se manter positivo, principalmente para o auxílio à retomada econômica. Entretanto, o cuidado diante de possíveis riscos se torna iminente.

“Mesmo diante de um cenário de incertezas provocados pela pandemia do coronavírus, estamos diante de uma possibilidade de aceleração da economia”, disseram. 

Outro fator avaliado pelo órgão é a divulgação do pacote bilionário pelos países da União Europeia, que segundo a instituição “ajudou a reforçar as perspectivas em relação à recuperação das atividades econômicas em todo o mundo”.

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