Nos próximos três anos, o Santander deve investir na reestruturação da sua área de seguros Em parceria com a empresa suíça Zurich, o banco deve injetar R$ 90 milhões apenas nesse setor para soluções no Brasil.

A decisão foi tomada após o avanço da pandemia provocada pelo COVID-19, reduzindo cada vez mais o fluxo das agências e dos produtos oferecidos por ela. Desta forma, a criação de soluções totalmente digitais deve ser o novo formato para a venda dos seguros.

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 Quem está à frente da idéia de reestruturação do Santander Seguros é o ex presidente do Banco do Brasil, Marcelo Labuto, que chegou à instituição financeira em abril deste ano. 

“O Santander entende que a reestruturação do setor de seguros é uma excelente oportunidade e um negócio escalável, já que é um complemento quase perfeito dos serviços bancários oferecidos pelo banco atualmente”, disse. 

Segundo relatórios do primeiro trimestre do ano, a carteira de seguros do Santander representa 5% da receita total da instituição no Brasil, enquanto bancos concorrentes como o Bradesco, apresentam números aproximados a 15%.

“Queremos que o nosso consumidor consiga encontrar todas as soluções necessárias em um único lugar. Mas, principalmente, conseguir atrair a atenção das pessoas paa os seguros, mesmo que elas não sejam correntistas do Santander. O objetivo, é sermos conhecidos como uma referência de seguros”, disse Labuto.

Sobre a parceria com a empresa suíça, o Santander Seguros acredita que a modernização na plataforma e nas soluções que serão apresentadas representam o futuro do consumo desses produtos no mundo, e que o Brasil precisa começar a se preparar para esse novo futuro. 

Além disso, o Santander Seguros tem como objetivo reestruturar sua plataforma digital e a maneira como as pessoas podem acessar seus produtos e consumir informações do banco. 

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