Renda passiva: o que é, quais as fontes e 5 bons motivos para gerar a sua!

Você sabe a diferença entre renda ativa e renda passiva? Descubra, nesse artigo, como e porque gerar renda passiva na sua vida!

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Melissa Nunes

Renda passiva: o que é, quais as fontes e 5 bons motivos para gerar a sua!

Aposto qualquer coisa que você já sentiu, em algum momento da vida (se não o tempo todo), que gostaria de ter um pouquinho mais de dinheiro no fim do mês, não é mesmo?

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Mas, o problema, talvez, seja que você não tem tempo pra fazer qualquer tipo de renda extra, acertei de novo?

Não se sinta só, quase todo mundo já passou por isso!

E se eu te dissesse que é possível gerar renda sem precisar fazer muito esforço para isso, você acreditaria? É justamente disso que se trata a renda passiva! E não é nada ilegal, ok? Pode ficar tranquilo.

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Pra você entender melhor e colocar essa opção nas suas metas do ano, trouxemos esse artigo que explica direitinho o que é e como gerar sua própria renda sem precisar suar muito, ou, pelo menos, não por muito tempo.

Por isso, continue lendo para começar o quanto antes!

O que é renda passiva?

A vida inteira fomos ensinados que, para ganhar dinheiro, precisamos trabalhar muito, até que, um dia, tenhamos trabalhado o suficiente para receber a aposentadoria e, finalmente, relaxar, certo?

Bem, a aposentadoria é, sim, uma fonte de renda passiva e a mais popular também. Porém, o esforço inicial exigido para garanti-la é de muitas décadas (e, muitas vezes, muitos sacrifícios).

Basicamente, renda passiva é isso: ganhar dinheiro sem esforço e sem que você precise trocar pelo seu tempo. Já pensou assim? Dinheiro é o que você ganha pelo seu tempo de vida.

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A boa notícia é que existem outras maneiras de fazer renda passiva ao longo dos anos e com muito menos esforço. É isso que significa “fazer o dinheiro trabalhar para você”, sabe?

Enfim, existem muitas formas de fazer isso, que veremos logo adiante. Mas, se temos renda passiva, também temos a renda ativa, certo? Como será que funciona?

Renda ativa x renda passiva

Ativo é tudo aquilo que exige ação, concorda? Por isso, a renda ativa é aquela que vem da sua ação, como uma recompensa pelos seus atos, ou seu trabalho.

Na renda ativa, seu resultado depende da sua interação, do seu esforço. Teoricamente, quanto mais você trabalha, mas renda você tem.

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O exemplos você já deve conhecer bem:

  • salário;
  • comissões;
  • honorários;
  • 13º e férias;
  • bônus;
  • bolsas de estudo, e etc.

Até mesmo quem trabalha no mercado financeiro, fazendo daytrade ou swing trade, que estão tão populares hoje em dia, tem seu dinheiro em troca do seu tempo.

Infelizmente, a maioria da população depende de renda ativa durante a vida toda, sem jamais considerar a ideia de renda passiva. E tudo bem, pois aprendemos que assim é o mundo.

Mas você sabia que existem diversas fontes de renda passiva? É isso que vamos ver a seguir.

Fontes de renda passiva

Como mencionamos antes, a aposentadoria é a forma mais conhecida de ganhar dinheiro sem esforço (depois de trabalhar muito). Porém, há outras formas, mais ou menos comuns, de ganhar seu dinheiro.

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Mas, primeiro, entenda que toda geração de renda passiva vai exigir, sim, um esforço inicial. Mesmo assim, ele tende a ser muito menor, ou, pelo menos, por menos tempo do que as formas mais tradicionais de gerar capital.

Depois de conhecer essas alternativas, cabe a você decidir o que faz sentido dentro do seu estilo de vida e, por que não, explorar mais de uma?

Aluguel

Essa também é uma das fontes mais tradicionais: alugar imóveis para receber aluguel todo mês.

Provavelmente existe alguém na sua família que ganha dinheiro assim, certo? É porque esse método costuma ser bem popular entre as gerações mais antigas, quando ainda não existiam muitas alternativas.

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Mesmo assim, apesar das vantagens, o aluguel tem muitas desvantagens que podem te fazer reconsiderar esse investimento. Então, veja comigo a seguir.

Vantagens do aluguel de imóveis

  • recebimento de renda regularmente;
  • possibilidade de vender o imóvel caso necessário;
  • taxas sob responsabilidade do inquilino;
  • opção de terceirizar a gestão do imóvel com uma administradora ou imobiliária;
  • possibilidade de valorização do imóvel.

Desvantagens do aluguel de imóveis

  • risco do imóvel ficar vago por longos períodos;
  • risco do inquilino ficar inadimplente;
  • dificuldade de vender o imóvel;
  • vender o imóvel com valor abaixo do esperado;
  • arcar com taxas e reformas caso o imóvel esteja desocupado;
  • lidar com inquilinos encrenqueiros;
  • alto valor de investimento inicial.

Em suma, um imóvel é um ativo de baixa liquidez, ou seja, transformá-lo em dinheiro, caso seja necessário, pode ser um problema, a depender das tendências do mercado.

Por isso, antes de sair comprando casas e apartamentos por aí, considere formas de renda passiva que exijam menos esforço, inclusive o financeiro.

Mais adiante, vamos falar sobre uma forma de investir em imóveis sem precisar comprar um!

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Infoprodutos

Com a popularização do trabalho e estudo em casa, a criação de produtos digitais tem se tornado, cada vez mais, uma forma interessante de gerar renda.

Nessa classificação, podemos incluir:

  • cursos online;
  • e-books;
  • áudio books;
  • aplicativos;
  • podcasts;
  • outros produtos criados para o ambiente online.

Esse tipo de produto exige que o criador se esforce logo de início, mas pode render uma boa renda advinda das vendas, que podem ocorrer por um período determinado (também chamado de lançamento) ou serem correntes (conhecido como perpétuo).

Além disso, uma grande vantagem dos infoprodutos é que eles são escaláveis, ou seja, podem ser vendidos para mais pessoas conforme vão sendo aprimorados.

Assim, se você tem algum conhecimento ou habilidade que gostaria de dividir com o mundo, essa é uma ótima alternativa para colocá-lo em prática!

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Caso queira saber outras formas de gerar renda online, consulte este artigo.

Dividendos

Caso você seja investidor de bolsa, deve estar bem familiarizado com esse tipo de renda passiva.

Dividendos nada mais são do que os lucros distribuídos pelas empresas de capital aberto. Assim, cada vez que um investidor compra cotas de ações, ganha direito a receber, também, os proventos de determinada companhia.

A grande vantagem desse tipo de recebimento é ganhar dinheiro sem, praticamente, esforço algum (desde que você saiba onde investir). Dividendos também são isentos de imposto de renda, embora existam intenções de taxá-los futuramente.

Como desvantagem, podemos destacar o fato de precisar de uma quantia considerável para que essa renda seja relevante, além do recebimento ser inconstante, pois as empresas não distribuem lucros todos os meses.

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Ainda assim, caso você precise reaver seu capital, pode, simplesmente, vender suas ações no mercado acionário, cuidando sempre com a questão da volatilidade (movimento comum de preços na renda variável).

Aluguel sem imóveis

Existe outro tipo de dividendo, que, na verdade, é um aluguel proveniente de fundos imobiliários.

Nesse investimento, você pode adquirir cotas de um fundo que investe em imóveis reais ou em recebíveis imobiliários. Assim, ganha direito a receber o aluguel dos inquilinos do fundo ou os rendimentos dos papéis atrelados a ele.

Similar aos dividendos de ações, os recebimentos dos fundos imobiliários trazem uma vantagem interessante: são, normalmente, creditados todos os meses.

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O valor, geralmente, é de centavos por cota. Porém, conforme o investidor aumenta seu valor investido, passa a acumular cada vez mais capital.

Marketing de afiliados

Esse método de geração de renda consiste em vender infoprodutos que outras pessoas criaram, daí o nome “afiliado”.

Basicamente, você se inscreve para fazer parte de um grupo de pessoas que vai fazer o marketing do produto escolhido, que pode ser um e-book ou um curso online, por exemplo.

Como recompensa, você ganha uma comissão por cada venda realizada.

Bom, né? Mas o marketing de afiliados também exige um pouco de estudo, como técnicas de venda e para saber onde encontrar o público-alvo. Existem, inclusive, cursos que te ensinam a vender cursos! É sério, viu?

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Os valores de comissão variam, mas giram em torno de 5 a 10%, em geral. Quanto mais alto o valor do produto, maior a comissão.

Plataformas como a Hotmart, Eduzz e Monetizze oferecem essa opção, mas você também pode vender produtos de empresas, por exemplo.

Inclusive, caso você tenha uma empresa ou seja um criador de conteúdo digital, pode escolher afiliados para venderem seus produtos, aumentando seu alcance e faturamento.

Anúncios

Anúncios são um tipo de renda passiva que exigem um esforço indireto. Isso porque você precisa ter algum tipo de página ou vídeo para linkar aos anúncios, certo? E, quanto melhor seu produto, maior sua possibilidade de anunciar.

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O serviço de publicidade mais comum é o Google AdSense, que gera anúncios para sites, como esses que você vê aqui no iDinheiro. Caso você tenha uma página própria, pode contratar esse serviço e gerar renda com as visualizações do seu conteúdo.

Outra forma de fazer anúncios, à qual você deve estar bem familiarizado, é em vídeos no Youtube. Porém, para monetizar suas criações, existem algumas exigências do próprio Youtube. Por isso, pode levar alguns meses ou anos para conseguir essa opção.

Royalties

Os royalties representam uma quantia paga pelo direito de uso de algum tipo de produto ou marca. Nesse sentido, também podemos pensar em direitos autorais ou patente.

O governo federal, por exemplo, recebe royalties de empresas que exploram recursos naturais do país, como minérios e petróleo.

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Já quando falamos de pessoas, é possível receber direitos autorais por algo que você criou e outras pessoas fazem uso, como bens artísticos, por exemplo.

Nas empresas privadas, também é comum que franquias paguem royalties ao franqueador, como pelo direito de uso da marca ou do modelo de negócios.

Aposentadoria

Finalmente, temos a famosa aposentadoria. Aqui, podemos incluir aquela recebida do INSS e também a previdência privada, contratada individualmente.

No caso da aposentadoria pública, você precisa contribuir por um tempo mínimo para ter direito de receber, além de cumprir várias outras exigências. Ainda assim, pode vir a receber menos do que esperava ou ter que trabalhar por mais tempo, pois as regras podem ser alteradas.

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Já na aposentadoria privada, é a acumulação de renda que importa. O contribuinte contrata o plano de sua preferência, de acordo com as condições disponíveis, e, após o prazo de acumulação, recebe sua renda.

Por fim, uma outra forma de administrar sua própria aposentadoria, é investindo em ativos que gerem dividendos constantes, como ações e fundos imobiliários.

Essa é uma forma muito interessante de criar sua independência, pois, diferentemente de outras opções, você ainda tem direito de reaver seu capital, caso seja necessário.

Por que gerar renda passiva?

Caso você ainda não esteja convencido de que gerar renda passiva seja uma boa ideia, dê uma olhada nessas 5 razões para começar agora mesmo!

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1. Nível de produtividade

Se você ainda é jovem, saiba que, daqui alguns anos ou décadas, você não será mais capaz de produzir tanto quanto hoje. Portando, se sua renda depende da sua produção, um dia não será tão simples gerar a mesma quantidade de capital, concorda?

Esse é um ótimo motivo para colocar seu dinheiro para trabalhar para você. No futuro, você poderá depender mais dele do que ele depender de você.

2. Passar mais tempo com a família

Para quem tem longas jornadas de trabalho, uma das maiores culpas pode ser a falta de tempo para ficar com quem se ama.

Nesse sentido, a renda passiva possibilita que você trabalhe menos e curta mais momentos com seus pais, filhos e amigos. Quando sua receita depende menos do seu esforço, você pode fazer melhor uso do seu tempo de vida.

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3. Dedicar tempo ao que você gosta de fazer

Além de ficar com as pessoas que você gosta, a renda passiva garante que você possa ter mais momentos de lazer para fazer atividades, como: praticar exercícios, exercitar um hobby, estudar algo que goste, viajar e até trabalhar com algo que ama.

Ou seja, você ganha em qualidade de vida, dedicando seu tempo (que também é um recursos escasso, como o dinheiro) para o que realmente te faz mais feliz.

4. Segurança financeira

Saber que seu dinheiro vai cair na conta no início do mês não tem preço, não é? Quando geramos renda passiva, essa é uma segurança que vale todo o esforço inicial.

Lembra da aposentadoria pública? Pois é, não há garantias de que ela será capaz de suportar a população idosa por muito mais tempo. Existem estudos que comprovam que o sistema que conhecemos hoje não deve se sustentar por muito mais tempo.

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Portanto, não há sentido em apostar todas as suas fichas em um futuro incerto, não acha? Isso porque quando você cria sua própria previdência, você mantém um certo controle sobre as perspectivas futuras.

5. Mais de uma fonte de renda

Por último, mas não menos importante, a renda passiva se mostra como uma fonte de renda secundária, garantindo que você não seja dependente apenas do seu trabalho.

Caso você fique desempregado ou tenha qualquer outro tipo de imprevisto, poderá ficar mais tranquilo (ou menos preocupado), pois não ficará totalmente desamparado.

3 investimentos para gerar renda passiva

Já mencionamos alguns aqui no texto, mas vamos falar mais especificamente sobre cada um deles.

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Tesouro Direto com juros semestrais

O programa do Tesouro Nacional, Tesouro Direto, possui vários títulos à disposição do investidor.

Cada título tem suas características particulares que podem ser vantajosas para objetivos diferentes, mas dois desses títulos podem servir como fonte de renda passiva constante:

  • Tesouro Prefixado com juros semestrais; e
  • Tesouro IPCA+ com juros semestrais.

Esses dois ativos, como o próprio nome diz, pagam juros semestralmente ao investidor. Isso quer dizer que, a cada 6 meses, você recebe os rendimentos do título na sua conta, mas o valor inicial continua investido.

Assim, esses títulos podem ser uma alternativa para uma renda passiva duas vezes ao ano. Porém, como os rendimentos são descontados, o efeito dos juros compostos é bem reduzido.

2. Fundos de Investimento Imobiliários

Já mencionado anteriormente, esse tipo de fundo investe em ativos do ramo imobiliário. Existem 3 tipos de fundo de investimento imobiliário (FII):

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  • fundos de tijolo: são fundos que compram prédios, podendo ser de vários segmentos, como shoppings, lajes corporativas, galpões logísticos e até hospitais;
  • FII de papel: são fundos que compram recebíveis (ou papéis) ligados ao mercado imobiliário, como CRIs, LCIs e LIGs;
  • fundos de fundos: são fundos que, simplesmente, compram cotas de outros FII.

Cada tipo de fundo tem sua particularidade, podendo, inclusive serem mistos (papel e tijolo, por exemplo).

Por lei, todos os FII são obrigados a distribuir 95% dos seus lucros aos cotistas, ou seja, aos investidores. Essa obrigatoriedade é semestral, porém, a maioria distribui mensalmente, gerando uma renda constante.

Os preços das cotas variam, mas a rentabilidade mensal gira em torno de 0,6%, podendo ser maior ou menor, dependendo do fundo.

Isso quer dizer que, a cada R$ 100 que você investe, tem cerca de R$ 0,60 de volta todo mês. Parece pouco, mas, conforme acumulamos capital, esse número se torna bastante interessante!

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3. Ações

As ações, como já falamos antes, são pequenas partes de empresas, das quais podemos nos tornar sócios, acionistas.

Como sócios, temos direito na distribuição de lucros, ou seja, recebemos dividendos. Esses, são isentos de imposto de renda.

Porém, é preciso observar que algumas empresas, geralmente as mais estabelecidas no mercado, são melhores pagadoras de proventos do que outras. Isso porque as empresas que ainda estão em crescimento tendem a reinvestir a maior parte dos seus lucros, a fim de que se desenvolva mais.

Empresas que são boas pagadoras de dividendos podem chegar a pagar 10% ao ano para o seu acionista.

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Além disso, os proventos podem vir em outros formatos, como Juros sobre capital próprio, também conhecido pela sigla JCP (com IR descontado na fonte), e bonificações (quando o pagamento é feito em ações da própria empresa).

Contudo, vale lembrar que esses rendimentos são inconstantes, podendo acontecer entre uma e cinco vezes ao ano, dependendo da empresa.

Ainda assim, dividendos são uma ótima alternativa de renda passiva, gerando capital enquanto seu dinheiro fica investido e pode ser recuperado a qualquer momento!

BÔNUS 1: renda passiva pode ser renda extra?

Sim! Mas também vai depender do seu objetivo com a renda passiva.

Isso porque, se você quiser acumular patrimônio, provavelmente terá que abrir mão da renda constante. Por exemplo, investir em empresas de crescimento que pagam menos dividendos (e reinvestí-los) pode garantir uma renda passiva mais interessante no futuro.

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Ou, ainda, procurar investimentos de longo prazo que não têm rendimentos constantes, mas que, ao final do prazo, te pagarão uma boa quantia em dinheiro.

Nesses casos, fica difícil usar a renda passiva como renda extra. Porém, caso você já receba uma boa quantia, pode usá-la para complementar sua renda atual ou direcioná-la para objetivos específicos, como adquirir um bem ou fazer uma viagem, por exemplo.

BÔNUS 2: o jogo Renda Passiva

Se você chegou até aqui, talvez esteja pensando que poderia ter começado a formar sua renda passiva bem antes, certo?

Talvez, se seus pais tivessem cuidado mais da sua educação financeira, hoje você poderia ter dinheiro guardado, quem sabe?

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Então, caso você tenha filhos, crianças conhecidas e adolescentes na família, pode dar essa chance a eles. E, por que não, através de uma brincadeira?

O jogo Renda Passiva foi idealizado pelo especialista em inteligência financeira Gustavo Cerbasi. Segundo o site, ele é recomendado a todas as pessoas que queiram aprender mais sobre educação financeira e investimentos, incluindo adultos e professores.

Em resumo, é uma forma divertida de abordar conceitos de finanças, além de promover bons momentos com amigos e família!

Afinal, dá pra viver de renda passiva?

Nesse artigo, apresentamos conceitos e formas de como gerar renda passiva, além de inúmeras razões para isso.

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Mesmo assim, muito se fala em liberdade financeira ou independência financeira, referindo-se a viver somente de renda passiva. Mas, será que isso é mesmo possível?

Bem, a verdade é que é possível, sim, mas não é um caminho curto e nem simples. Gerar renda o suficiente para cobrir seus custos pessoais, considerando a inflação e possíveis aumentos de gastos, não é uma tarefa fácil.

Mas é possível, sim. Para isso, muito foco e esforço inicial são necessários. Além do mais, uma boa dose de conhecimento pode te ajudar a chegar lá com mais eficiência.

Agora que você já sabe as melhores formas de criar sua renda passiva, o próximo passo é explorar cada uma, escolher aquelas que fazem mais sentido para você e estudar bastante.

Esperamos que seu futuro financeiro seja próspero!

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