Queda no preço do gás deve ser de até 30%. Foi o que reforçou Paulo Guedes, após a aprovação da Lei do Gás. Texto sobre o assunto está atualmente em trâmite no Congresso.

Informação foi dada em entrevista à repórter mirim Esther Castilho, de 10 anos, que foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro à sala onde ocorreria instantes depois uma reunião ministerial.

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Além do tópico sobre o gás, a Covid-19 também foi tema de questionamento para os ministros da Educação e Saúde.

Saiba mais sobre a questão do gás e entenda como correu a conversa.

Queda no preço do gás deve ocorrer

A pergunta sobre a queda nos preços, inicialmente, foi feita para o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Ao recebê-la, ele direcionou a resposta para Paulo Guedes, que previu um “choque de energia barata”.

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“Com a ajuda do ministro Bento, nós estamos aprovando a lei do gás natural. E aí vai haver um choque de energia barata. Esperamos que o gás caia, 20%, 30% pelo menos”, disse.

Ele seria feito com a aprovação de uma lei referente ao gás natural que, “com a ajuda do ministro Bento”, está em processo de aprovação.

Entenda a nova lei do gás

A nova lei do gás, relatada pelo deputado Laercio Oliveira (PP-SE) busca aumentar a competição no mercado de gás natural.

Nesse sentido, espera-se um aumento do interesse de investidores, além de uma redução no preço final para o consumidor.

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Uma das propostas é a determinação que a atividade de transporte de gás natural seja exercida sob o regime de autorização, ao invés do lugar de regime de concessão.

Projeto também cria novas regras tarifárias para o setor, além de autorizar a adoção de um programa de desconcentração do mercado para que mais empresas tenham acesso ao setor.

Covid-19 também foi tema da conversa

Além dessa pergunta, a criança também conversou com outros ministros, como Eduardo Pazuello, da pasta da Saúde.

Ao perguntar se haveriam vacinas da doença para todos os brasileiros, Pazuello afirmou que “esse é o plano”. O ministro continuou e afirmou que está acontecendo um processo de contrato com fabricantes da vacina.

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A previsão, então, seria a partir do mês de janeiro.

Ainda na conversa, repórter questionou o ministro Milton Ribeiro sobre a volta das aulas presenciais, que estão suspensas.

Sua resposta não foi exata, mas de acordo com ele “as aulas devem voltar em breve, assim que tiver um pouco mais de segurança”.

Para finalizar, afirmou que isso depende dos governos estaduais e municipais.

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