A dúvida a respeito de possíveis programas após o Auxílio Emergencial pode ser recorrente entre trabalhadores que permanecem sem renda durante a pandemia.

Nesse sentido, o G1 consultou especialistas em reportagem que aponta possíveis auxílios que já existiam antes da pandemia e que agora podem se encaixar na nova realidade dos brasileiros.

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Selecionamos os principais pontos do conteúdo, e você poderá vê-los abaixo.

Programas após o Auxílio Emergencial: veja possibilidades

O especialista em Previdência Hilário Bocchi Junior diz que a mudança do cenário pode conduzir o trabalhador sem renda a alguns programas específicos. Ele considera que é hora de analisar as possibilidades e ver em qual deles a pessoa se encaixa.

O primeiro é o benefício de prestação continuada do LOAS. Para ter direito ao benefício, é preciso comprovar a idade mínima de 65 anos, a não ser que a pessoa tenha alguma incapacidade de longa duração.

Além disso, o beneficiário precisa ter renda familiar inferior a R$ 522,50 (o valor é por pessoa).

Para ter acesso a ele, é preciso estar cadastrado no CadÚnico. Porém, durante a pandeiad a exigência foi dispensada. Para fazer a solicitação, basta ligar para o telefone 135 ou acessar o Meu INSS.

Outra possibilidade são os programas de distribuição de renda do governo federal. O principal deles é o Bolsa Família, que oferece um auxílio monetário pago mensalmente para os brasileiros.

Podem fazer parte do programa todas as famílias com renda por pessoa de até R$ 89,00 mensais e famílias com renda por pessoa entre R$ 89,01 e R$ 178,00 mensais, desde que tenham crianças ou adolescentes de 0 a 17 anos, de acordo com o site oficial do programa.

Por fim, também é possível recorrer aos benefício de risco ou programável do INSS. Eles são:

  • Aposentadoria por Invalidez;
  • Aposentadoria especial;
  • Auxílio-doença;
  • Aposentadoria por tempo de contribuição;
  • Aposentadoria por idade;
  • Salário-família;
  • Salário-maternidade;
  • Auxílio-acidente.

Para entender se você se encaixa em algum deles, é importante entrar em contato com os canais oficiais de comunicação do INSS.

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