Pagamentos digitais cresceram ao redor do mundo, segundo estudo

A queda do uso do dinheiro físico é de 30% desde 2012. Pagamentos digitais estão sendo cada vez mais usados pela facilidade e eficiência no serviço.

Karina Carneiro
Karina Carneiro

Os pagamentos digitais estão sendo cada vez mais utilizados por consumidores em todo o mundo. Por mais que o dinheiro físico ainda continue sendo a moeda mais popular entre a população mundial, as transações online seguem crescendo ao redor do mundo, de acordo com o Banco de Compensações Internacionais (BIS).

Em economias desenvolvidas, a diminuição de pagamentos utilizando cédulas foi de 30% desde 2012. Enquanto isso, em países emergentes, a demanda continua aumentando. 

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O interesse por pagamentos digitais é bastante forte principalmente em países como Estados Unidos, Reino Unido, Suíça, Irlanda, Canadá, Quênia, Jamaica e Cingapura.

A maior relação entre o dinheiro em circulação e o Produto Interno Bruto (PIB) de um país, fica com Japão e Estados Unidos, apresentando percentuais de 21% e 18% respectivamente.

Pagamentos digitais ao redor do mundo

Os pagamentos digitais mostram números a favor em quase todos os países do mundo. Na Suécia, Austrália e nos Estados Unidos, onde a receita do comércio eletrônico é maior que 1,5% do PIB, os consumidores costumam fazer mais de 75 transações online por ano. 

Inclusive, em regiões asiáticas como a China, a circulação do dinheiro em moeda teve diminuição de três pontos desde 2012, chegando a 8,3%.

Os dados reforçam ainda mais as alternativas de bancos e fintechs em adotarem novas medidas financeiras para facilitar a vida dos consumidores. Um exemplo é a implantação de sistemas open banking e serviços totalmente digitais, como o PIX, previsto no Brasil em 16 de novembro

América do Sul e os pagamentos online

No Brasil, a pesquisa aponta uma movimentação estável em relação ao uso de transações por meio de células e pagamentos digitais.

De acordo com o BIS, a movimentação do dinheiro físico segue estável, equivalente a 3,8% do PIB em 2015, e com aumento de 3,9% apenas no ano passado. 

Já na vizinha Argentina, o uso das cédulas diminuiu consideravelmente. Em comparação ao mesmo período do Brasil, houve uma diminuição de 7,3% do PIB para 4,6%. 

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