Padrão de vida: você vive de acordo com a sua renda?

O padrão de vida é o mínimo para viver com dignidade e ter acesso às necessidades básicas. Será que você vive de acordo com sua renda?

Isabella Proença
Isabella Proença

Padrão de vida: você vive de acordo com a sua renda?

O padrão de vida de uma pessoa é determinado, na maioria das vezes, pela forma que ela administra seu dinheiro — mais até do que por sua própria renda — e é a partir dele que suas necessidades e prioridades são definidas.

Ainda que a condição financeira seja um fator crucial para estabelecê-lo, é fato que muitos vivem fora de suas próprias realidades, ignorando seus limites orçamentários e prejudicando suas finanças

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De acordo com uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil, quatro a cada dez brasileiros insistem em viver um padrão de vida além do que sua renda permite.

O excessivo desejo de consumo é uma das principais causas de endividamentos, instabilidade financeira e uma relação ruim com o dinheiro.

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Neste artigo, reunimos todas as informações relevantes acerca do conceito de padrão de vida e dicas de como administrar bem seus recursos, além de reflexões sobre hábitos de consumo. Confira!

O que é padrão de vida?

Padrão de vida pode ser definido como o nível de satisfação e acesso de uma pessoa a bens e serviços, com base em seu poder de compra e sua renda.

Em seu nível mais baixo, significa viver com dignidade, lazer e conforto.

Para algumas pessoas, um padrão de vida simples é o suficiente, como uma moradia humilde, serviços básicos e poucos gastos.

Já para outras, o padrão é bem mais alto, incluindo bens ostensivos, serviços de primeira qualidade e contas mensais altíssimas.

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Ademais, o grau do padrão de vida depende da condição socioeconômica, do custo de vida, de questões culturais e muitos outros critérios.

Contudo, de modo geral, podemos dividir os diferentes níveis da seguinte maneira:

Padrão de vida baixo

É o padrão mínimo considerado para viver com dignidade e ter acesso às necessidades básicas.

Tendo uma moradia modesta, saneamento, saúde pública, educação, eletrodomésticos, alimentação equilibrada e opções de lazer (normalmente, gratuitas).

Padrão de vida médio

É o padrão das classes médias, que engloba carro e casa própria, TV por assinatura e internet, acesso a escolas, cursos e universidades, eletrodomésticos e roupas de qualidade e plano de saúde.

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Além de condições de pagar por alguns tipos de serviços e também frequentar teatro, cinema, shopping, viajar regularmente e, se possível, ter uma reserva financeira e alguns tipos de investimentos.

Padrão de vida alto

É o padrão mais caro e luxuoso, que abrange todos os serviços e bens do padrão de vida médio em uma qualidade mais elevada.

Com direito a casas de padrão alto, roupas de grife, carros luxuosos e acesso a serviços exclusivos.

Viagens internacionais são comuns e os gastos conciliáveis com uma renda bem acima da média.

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Você vive de acordo com o seu padrão de vida?

Provavelmente, seu padrão de vida é resultado das decisões que você tomou no passado. 

Há pessoas que determinam seu padrão de vida financeiro de forma consciente, enquanto outras sequer têm noção que são responsáveis por isso.

Da mesma maneira, há pessoas que creem que a prosperidade é fruto do trabalho, enquanto outras acreditam que é consequência do destino ou de sorte.

Sendo assim, podemos dizer que as pessoas se dividem em dois grupos: As que estão contentes com o seu padrão de vida atual e as que não estão satisfeitas.

Existem pessoas que têm um padrão de vida financeira mais modesta ou mediana que estão muitos satisfeitas com essa condição de vida. 

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Têm consciência que até poderiam melhorar o seu padrão atual à um nível mais elevado, porém, acreditam não valer tanto a pena o esforço para isso. Não há problema nenhum quanto a isso.

O problema está entre as pessoas insatisfeitas com o seu padrão atual de vida. Elas se dividem em dois grupos:

Os insatisfeitos que estão trabalhando para mudar essa condição e os insatisfeitos que vivem de aparência.

Estas pessoas que aparentam viver em um padrão de vida superior a sua real capacidade financeira, normalmente são insatisfeitas e infelizes por viverem num mundo de ilusão, levando suas famílias ou a si próprio ao desequilíbrio financeiro.

Como viver um degrau abaixo 

Se você deseja realizar o velho sonho da casa própria, trocar de automóvel ou até mesmo viajar, mas o dinheiro não sobra, evite pedir empréstimos para pagar a longo prazo, isso só vai te deixar endividado.

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O conceito de viver um degrau abaixo explica que você deve economizar dinheiro, não para gastá-lo, mas sim para fazer esse montante render e te ajudar na realização dos seus sonhos.

Veja, abaixo, 5 dicas de como fazer o seu dinheiro render:

1- Acompanhe todos os gastos mensais

Será que você sabe realmente para onde está indo o seu dinheiro? Quanto você gastou com combustível no último mês e quanto você gasta em média com isso?

Conhecer os seus próprios hábitos financeiros é o passo inicial para cuidar bem do seu dinheiro.

Para isso, você pode criar uma planilha financeira de gastos mensais ou até mesmo baixar algumas gratuitas na internet que estão disponíveis.

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Você deve colocar o valor do seu ganho mensal e listar diariamente todos os seus gastos, até os mais simples. É muito importante você manter essa planilha sempre atualizada sem deixar de fora nenhum tipo de gasto.

2- Método do pote

Depois que você já tiver entendido como funciona a sua vida financeira e para onde realmente o seu dinheiro está indo todo mês, é muito importante aprender a dividir o seu dinheiro em “categorias”.

Essa lógica se chama método do pote e te ensina como separar o valor do seu ganho mensal (salário) em porcentagens.

De acordo com essa metodologia, para fazer o seu salário render, você deve dividir o dinheiro da seguinte maneira:

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  • despesas essenciais – 55%;
  • diversão – 10%;
  • educação – 10%;
  • reserva emergencial – 10%;
  • investimento a longo prazo – 10%;
  • presentes e doações – 5%.

3- Guardar dinheiro

Se você sempre diz que não consegue guardar dinheiro, o que te falta é hábito, isso se cria até com uma certa facilidade.

Você pode iniciar guardando moedas diariamente ou separando um valor mensal, não importa. Você já deve ter ouvido falar no desafio de 52 semanas. 

Esse desafio te ajuda a poupar dinheiro começando com apenas R$ 1 por semana. No fim do ano, você terá dinheiro suficiente para fazer uma viagem por exemplo.

4- Faça pequenas economias

Se ainda assim, você estiver com dificuldades em juntar dinheiro, é possível começar com economias pequenas.

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As compras do supermercado podem ficar mais baratas se você estiver com uma lista em mãos ao sair de casa somente com as coisas necessárias.

Também é possível economizar dinheiro, criando um grupo de amigos e familiares no Whatsapp sobre promoções dos postos de combustíveis da região que você mora ou trabalha por exemplo.

Há diversas formas de economizar dinheiro, use sua criatividade.

5- Invista o seu dinheiro

Tire da cabeça a ideia de que só quem consegue investir é a pessoa que já tem muito dinheiro, não existe mais essa realidade.

Se você pretende cuidar bem do seu dinheiro, a ideia é deixá-lo trabalhando para você, rendendo um valor que vai te ajudar a conquistar os seus objetivos.

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Não precisa esperar receber o 13º salário ou ganhar na loteria para começar a investir. Comece agora mesmo, invista o dinheiro que você conseguiu economizar.

Como identificar se seu padrão de vida está elevado?

A falta de educação financeira causa consequências, e as duas mais comuns são:

gastar mais do que se ganha e viver um padrão de vida acima da sua realidade. 

Este tipo de conduta pode gerar muitas dificuldades, causando dívidas futuras e inadimplência.

Nesse sentido, para ajustar o padrão de vida com o que se ganha, é necessário esquematizar as receitas e despesas.

É muito importante se atentar para dois erros bastante comuns, contabilizar o salário bruto na receita, quando o correto seria considerar apenas o valor líquido que se ganha.

Outro erro muito cometido é listar apenas as despesas fixas maiores no orçamento mensal, desprezando as menores.

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Sinais que seu padrão de vida está acima da sua realidade financeira

Veja, a seguir, alguns sinais que evidenciam esse fato:

Endividamento e inadimplência

Essas são algumas das principais evidências de que a pessoa está gastando mais do que ganha.

Não consegue poupar 

Construir uma reserva financeira é o passo inicial para começar investir no futuro e conquistar uma independência financeira.

Pagamento mínimo do cartão de crédito 

Não conseguir efetuar o pagamento total da fatura do cartão de crédito é mais um sinal evidente que o padrão de vida não está compatível com os ganhos mensais. 

Muitas pessoas fazem uso do cartão de crédito como se ele fizesse parte do seu salário, entretanto, ele é somente um centralizador de pagamento.

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Uso frequente do limite especial

O uso demasiado do cheque especial é outro fator que evidencia um padrão de vida desalinhado.

Da mesma forma que apontamos acima, o limite do banco também não faz parte dos ganhos mensais, ele é um recurso emergencial.

Empréstimo para itens de consumo essenciais

Tomar qualquer tipo de empréstimo para adquirir itens de consumo essencial também pode ser outro indicativo de que a pessoa está vivendo fora da sua realidade financeira.

Como está sua poupança?

Os brasileiros não têm o hábito de poupar ou se preocupar financeiramente com o futuro. 

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Um exemplo real disso foi uma pesquisa realizada pela Icatu Seguros, que mostra que apenas 1% dos aposentados no país conseguem se manter com a renda que ganham.

Nesses tempos de incertezas da economia no Brasil, a preocupação com o futuro aumenta mais ainda. 

Neste período de crise, muitas pessoas tiveram a sua fonte de renda diminuída ou até mesmo cessada.

Nesse sentido, viram como é importante ter um planejamento financeiro e uma reserva emergencial.

A pessoa que não planeja sua vida financeira acredita que somente a previdência pública será suficiente.

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Entretanto, pode acabar tendo que ajustar o seu padrão de vida financeira a uma nova realidade, com uma renda bem menor.

Como adequar o padrão de vida à realidade financeira?

O primeiro passo é a força de vontade e o “querer” da pessoa. É necessário ter o conhecimento da própria vida financeira, para em seguida fazer esse reconhecimento.

Fazer uma avaliação se realmente tudo que se gasta é necessário. Com a pandemia, tivemos mais tempo para refletir sobre essa e outras questões. 

Após essa reflexão será possível cortar gastos que já estão no automático e você nem se dá conta.

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Entretanto, é preciso contar com a contribuição de toda a família, pois é uma atitude trabalhosa e algumas pessoas acabam esbarrando nessa questão.

Qual seu padrão de vida ideal?

Você deve almejar um padrão de vida que lhe permita formar algum tipo de poupança

Com esta economia você poderá planejar e investir no seu futuro sem a necessidade de nenhum tipo de endividamento e todos os percalços que ele pode gerar na sua qualidade de vida.

Ser uma pessoa econômica deve ser a sua meta. O meio termo seria gastar somente o que se ganha sem gerar dívidas. 

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A situação máxima seria assumir dívidas que comprometam no máximo de 10 a 20% da sua renda. Acima disso, você já estará comprometendo seriamente a sua qualidade de vida.

Alcançando o padrão de vida ideal 

O padrão de vida ideal, minimamente falando, significa viver com dignidade em relação às necessidades básicas, conforto e lazer, entretanto não há limites para esse padrão de vida de cada família ou indivíduo.

Para algumas pessoas considerarem que vivem no padrão de vida ideal, basta uma moradia modesta, serviços básicos disponíveis e poucas despesas.

Veja, abaixo, algumas dicas para atingir realmente o padrão de vida ideal:

Livre-se das dívidas

Para se livrar das dívidas, basta seguir uma boa educação financeira. Inicialmente conheça a sua real situação.

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Em seguida, negocie da melhor forma todas as suas pendências financeiras para posteriormente quitá-las.

A parte mais complicada é fazer as prestações caberem no seu orçamento, que provavelmente já está um pouco apertado.

Depois de conseguir adequar o valor das parcelas, vá pagando todo mês. É muito importante ter disciplina e muita paciência para seguir até o final.

Aumente sua renda

Aumentar a renda familiar é uma busca de muitos brasileiros. Em tempos de incertezas e instabilidade econômica sobre o futuro do país, obter recursos alternativos vai proporcionar uma vida mais tranquila para você e sua família.

Veja, abaixo, algumas ideias que podem gerar uma renda extra:

  • monte uma loja online;
  • trabalhe como freelancer;
  • venda produtos para alimentação;
  • dê aulas particulares;
  • faça assessoria de festas e eventos.

Invista para ter uma renda passiva

Renda passiva é aquela que provém de investimentos. A pessoa que procura uma fonte de renda passiva está buscando formas de ganhar dinheiro para no futuro desfrutar de uma vida mais confortável.

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Existem outras formas, porém, o mercado de ações ainda é um dos mais procurados. Poucas pessoas sabem que é possível começar a comprar ações mesmo com pouco dinheiro.

Basta ser prudente, está sempre atento às tendências do mercado e conversar com um corretor.

Qualidade de vida x Padrão de vida: precisamos mesmo gastar muito para viver bem?

Padrão de vida e qualidade de vida são coisas distintas. A sua qualidade de vida é mais importante, devido ao fato de ela está associada com o seu bem estar, sua segurança, sua estabilidade financeira, sua saúde entre outros.

Já o padrão de vida está associado com a qualidade e quantidade de serviços e bens que você adquire.

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Nesse sentido, preservar um padrão de vida alto e incompatível afeta de forma negativa a sua qualidade de vida. 

Isto acontece porque pessoas endividadas normalmente são mais estressadas, inseguras e preocupadas, comprometendo assim a sua saúde mental e física.

É perfeitamente possível manter um padrão de vida e de consumo menor com o propósito de garantir uma qualidade de vida maior.

Isto quer dizer que você vai deixar de ser um devedor para se tornar um poupador e um futuro investidor.

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Só é possível viver bem gastando muito?

Veja, abaixo, algumas dicas de como viver bem sem precisar gastar muito:

Mexa-se

Não é necessário estar matriculado na melhor academia da sua cidade ou ter um personal trainer à sua disposição para praticar uma atividade física, mantendo a sua saúde em dia.

Muitos tipos de exercícios podem ser praticados ao ar livre: corridas, caminhadas e futebol. A falta de dinheiro não pode ser uma desculpa para o sedentarismo.

Ademais, a prática de exercícios físicos pelo menos três vezes por semana aumenta consideravelmente a produtividade e a disposição, além de liberar endorfina, hormônio que gera sensação de bem-estar e felicidade.

Reserve um tempo para sua família

Faça uma avaliação do que é mais importante, seu filho ter o videogame lançado recentemente ou você disponível para brincar com ele todos os dias no final da tarde? Crie maneiras de passar mais tempo com sua família.

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Elaborem coisas juntos e compartilhem bons momentos, não é preciso gastar nada com isso, e você perceberá como a qualidade de vida de todos irá melhorar consideravelmente. 

Divirta-se sem gastar muito

Restaurantes requintados, bares caros, viagens de final de semana podem ser bem legais e agradáveis, não há como negar, mas podem levar uma boa parte do seu salário. 

Entretanto, é possível planejar atividades de lazer mais baratas e igualmente divertidas.

Piqueniques ao ar livre e sessões de cinema em casa são excelentes opções de diversão e com um custo baixo.

Não viva de aparências

Vivemos em uma sociedade consumista que nos ensina a mostrar o que temos e que um padrão elevado de vida é sinônimo de sucesso e felicidade.

Você prefere ter o carro do ano e uma dívida para pagar a longo prazo ou um carro popular seminovo e econômico e noites de sono tranquilas?

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Não viva de aparências. Você não tem que provar nada a ninguém. Só adquira aquilo que lhe faça feliz e completo dentro da sua realidade financeira.

Dicas de como viver bem gastando pouco 

Desde de crianças, fomos educados para sermos pessoas de sucesso na vida. Isto quer dizer ter uma boa casa própria, um carro novo na garagem e um bom emprego que pague um ótimo salário. 

Até aí tudo normal, é o que todos esperamos e almejamos. Apesar de isso parecer bem óbvio, muitas pessoas têm optado seguir por um outro caminho, onde as coisas que não são essenciais são deixadas de lado totalmente.

O chamado estilo de vida minimalista, onde o foco principal é reduzir ao mínimo o uso de qualquer tipo de recurso. 

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A ideia não é deixar de comprar, mas cortar o consumo em excesso, utilizando de forma mais consciente as mercadorias. Quanto mais consciente forem suas compras, melhor para o seu bolso.

Veja, abaixo, alguns exemplos de estilo de vida minimalista:

Benefício financeiro

Quando você deixa de comprar movido pela emoção e começa a se perguntar se de fato é mesmo necessário gastar dinheiro com tal coisa, consequentemente você gasta menos dinheiro.

Ao deixar de cair na armadilha de trocar o celular, carro e outros itens de valores elevados com uma certa regularidade, o seu dinheiro vai render bem mais.

Sendo assim, você pode começar a administrar melhor o seu dinheiro e viver experiências novas, como cursar uma faculdade ou viajar, ao invés de acumular coisas.

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Ciladas do minimalismo

Assim como qualquer nome que está na moda, as marcas tendem a tomar posse do termo para alavancar as suas vendas.

Desse modo, não vai ser muito difícil você observar lojas oferecendo uma linha de roupas com a cara minimalista, ou móveis próprios para as pessoas que adotam este estilo de vida.

É um método usado para encorajar você a continuar comprando, muitas das vezes inconscientemente.

Conclusão

Os brasileiros não têm o hábito de poupar e os motivos principais são: a falta de um objetivo claro e o consumo imediatista, imposto pela sociedade. 

O país atravessa uma crise econômica, e isso nos fez perceber como é importante ter um bom planejamento financeiro e uma reserva emergencial, com o intuito de evitar passar por necessidades e dificuldades.

Educando o seu cérebro a pensar a longo prazo, ter um objetivo de vida bem definido, ter um autoconhecimento para saber o que você quer realmente e um planejamento para o futuro, no mínimo te garantirão autonomia para pagar suas contas. 

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