Ministro da Economia defende teto de gastos e diz que pretende reduzir subsídios

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu teto de gastos e disse que pretende reduzir subsídios, afirmando que corte pode ocorrer ainda em 2020.

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Lilian Calmon

Na última quarta-feira, 9, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu teto de gastos e disse que pretende reduzir subsídios. Embora não tenha especificado em que setores haveria esse corte, afirmou que o governo pode anunciá-lo ainda em 2020.

“Acho que isso vai acontecer antes do fim do ano. Dois dias atrás, demos outro sinal, de que vamos acabar com o auxílio emergencial no fim desse ano. Estamos dando sinais que estamos removendo gastos extraordinários com a pandemia e, ao mesmo tempo, reduzindo subsídios”, informou Guedes.

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Com informações do G1. 

Ministro da Economia pretende reduzir subsídios; entenda o teto de gastos

O ministro falou sobre o teto de gastos na última segunda-feira, 7, depois de um suposto “relatório preliminar” da PEC Emergencial, que excluiria da regra do teto despesas financiadas com verba desvinculada de fundos públicos.

Criado em 2016, o teto de gastos é um mecanismo adotado para impedir que a maior parte dos gastos públicos suba mais do que a inflação do ano anterior. Essa regra é um dos principais instrumentos de controle das despesas do governo.

Brasil está à frente de outros países na corrida para entrar na OCDE

Segundo Guedes, o Brasil está à frente de outros países na corrida para entrar na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de nações desenvolvidas. 

A Casa Civil da Presidência da República informou que o Brasil é o país não-membro com o maior número de adesões a instrumentos da Organização. Dos 245 deles, já teria aderido a 94 e aguardaria autorização da OCDE para adesão a outros 49.

“Chegar lá [na OCDE], para nós, não é só um reconhecimento de que estamos nos modernizando, mas mais do que isso: é um desafio e um estímulo para continuar nos integrando mais e mais. Se refere a tudo, leis, investimentos, marco regulatório, acordos de taxação”, afirmou Guedes.

Para ler a matéria do G1 na íntegra, clique aqui.

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