Facebook é processado por práticas anticompetitivas nos Estados Unidos

Facebook é processado por conta das aquisições de redes sociais como Instagram e WhatsApp desde 2011. Empresa pode precisar se desfazer dos negócios.

Karina Carneiro
Karina Carneiro

O Facebook foi processado por aproximadamente 48 estados norte-americanos, em uma ação conjunta com a Federal Trade Comission (FTC), após acusações de práticas anticompetitivas nos Estados Unidos.

Na última quarta-feira, 9, o FTC entrou com um processo contra a plataforma de maneira isolada, solicitando que a conglomerada desfaça as aquisições do Instagram e do WhatsApp, transformando-as em empresas independentes. 

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Na época, a aquisição da rede social de fotos, por exemplo, saiu em torno de US$ 1 bilhão em 2011.

Facebook processado: entenda

O Facebook recebeu processo pelos órgãos norte-americanos com o objetivo de evitar o monopólio na área da tecnologia, especificamente entre as redes sociais mais usadas mundialmente.

Dessa forma, os procuradores demandam que a empresa seja “quebrada” em diferentes partes, transformando Instagram e Facebook em escritórios independentes.

A medida também menciona uma restrição de novas aquisições e futuros negócios por parte da empresa. As demandas estarão entre as mais severas para evitar uma situação similar. 

De acordo com a procuradora-geral do Estado de Nova York, Leticia James, o Facebook vem usando a dominância de mercado há quase uma década. Para ela, atitude da rede social torna o mercado inviável para concorrentes do mesmo segmento. 

“Por quase uma década, o Facebook usou sua dominância e monopólio para esmagar rivais menores e se livrar da competição, tudo às custas dos usuários diários”, acrescentou a responsável por liderar as investigações juntamente com agências federais. 

Desmembramento de empresas já esteve nos planos do Facebook

Segundo informações divulgadas pela revista Exame, o desmembramento das empresas já foi uma ideia levada em consideração pelo Facebook anteriormente. O projeto foi uma sugestão de Mark Zuckerberg.

Agora, o Facebook se defende do processo, dizendo que o desmembramento das empresas levaria à divisão dos investimentos. Isso tornaria, segundo eles, ainda mais difícil de fazer o acompanhamento e monitoramento dos problemas nas plataformas. Um exemplo é o controle do discurso de ódio dos usuários na rede social. 

Para ler a reportagem completa divulgada pela Exame, basta clicar aqui

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