Bitcoin bate recorde, volta a valorizar e chega aos US$ 19,8 mil

Bitcoin bate recorde após semana de oscilação na moeda digital. Especialistas acreditam em maior valorização impulsionada pelo mercado em crescimento.

Karina Carneiro
Karina Carneiro

Nesta segunda-feira, 30, o Bitcoin bateu uma nova marca e chegou ao recorde de preços, avaliado em US$ 19.736,82 segundo o site CoinMarketCap.

Por volta das 14h, a cotação do Bitcoin operava em torno dos R$ 103,7 mil, melhor resultado em uma semana. 

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Em outras plataformas e exchanges, a moeda digital chegou a superar a faixa de US$ 19,8 mil, voltando a acumular resultados positivos após a instabilidade e a maior desvalorização em meses na semana passada.

Entenda por que o Bitcoin bate recorde mais uma vez

O Bitcoin bate recorde nesta segunda-feira impulsionado pelos noticiários positivos envolvendo os ativos de criptomoedas.

Somente na última semana, executivos de grandes gestoras, como a BlackRock, afirmaram que estão observando o Bitcoin como uma alternativa de reserva ao valor do outro. 

Além disso, o anúncio de que o Facebook deve colocar em funcionamento uma nova moeda digital, a Libra, no início de 2021, foi um índice bastante grande para animar os investidores do mercado.

Para o gestor da QR Asset Management, Theodoro Fleury, o mercado do Bitcoin é visto com uma forte aceleração. 

“O que pode ter colaborado com a velocidade da recuperação foi a notícia de que a gestora Guggenheim Investments, que possui cerca de US$ 230 bilhões em ativos sob gestão, registrou na Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) um pedido para alocar até 10% de um de seus fundos em Bitcoin. É mais um investidor institucional entrando e isso com certeza colaborou na velocidade da recuperação”, disse ao veículo Valor Econômico. 

Sobre a oscilação do Bitcoin nos últimos meses

A moeda digital teve grandes oscilações no mês de novembro. 

Após sete semanas seguidas de altas constantes, o Bitcoin chegou a superar pela primeira vez a marca de R$ 100 mil. 

Na época, a criptomoeda estava acumulando uma alta de 254% no ano, já incluindo a variação de câmbio real-dólar. 

Entretanto, na última semana, sofreu uma queda brusca, fazendo com que o ativo chegasse ao patamar de R$ 90 mil como consequência da redução da alavancagem do mercado de derivativos. 

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