Aumento da inflação – Entenda como o índice é ajustado anualmente

O aumento da inflação não impacta somente no valor dos alimentos e do consumo geral. Entenda como ele está presente diariamente na vida das pessoas.

Karina Carneiro
Karina Carneiro

Na última segunda-feira, 7, o Boletim Focus publicou as previsões de indicadores da economia e o aumento da inflação foi um dos principais destaques. 

O documento divulgou o IPCA em torno de 4,25% para o ano, ainda dentro da meta estabelecida pelos órgãos responsáveis.

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Pela primeira vez, a estimativa do mercado ficou acima da meta central estipulada, causando bastante surpresa para especialistas do setor financeiro. 

Para 2021, especialistas acreditam que a taxa da inflação deve girar em torno de 3,75%, mesmo com as estimativas calculadas em 3,34%.

Entretanto, como o aumento da inflação realmente impacta a vida dos brasileiros e passa a ser sentido de maneira efetiva?

Confira abaixo o que tudo isso significa de maneira simples e objetiva. Com informações do Blog Nubank.

Aumento da inflação – Entenda em detalhes

A meta da inflação para o ano é estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), girando entre 2,5% e 5,5%. 

Ou seja, se ela estiver dentro dessa margem, significa que a meta foi cumprida pelos órgãos competentes. 

Por impactar de maneira direta o valor dos produtos e serviços do país, alguns setores foram mais atingidos pelo índice, como:

  • alimentos;
  • vestuários;
  • saúde;
  • transporte;
  • educação;
  • comunicação;
  • entre outros. 

Com o início da pandemia causada pela Covid-19, a economia desacelerou de forma brusca. 

Entretanto, com a retomada do poder de compra das pessoas, o percentual acabou sendo elevado novamente, de acordo com a previsão realizada no início do ano. 

Por isso, se o aumento da inflação foi de 3% em um ano, por exemplo, todas as categorias mencionadas acima terão um aumento médio na mesma proporção, que será transmitido ao consumidor final de maneira direta.

Índice não é uniforme

O aumento da inflação não costuma ser uniforme. Até então, o Brasil estava vivendo um momento de deflação, significando que o índice estava negativo por conta do preço de várias categorias estarem sendo ajustados para a demanda de consumo atual.

A baixa era tão significativa que, ao contrário de setores mais simples, que podiam ver seus preços diminuídos, itens essenciais como alimentação passaram a ter um aumento ainda mais expressivo.

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