Gás de cozinha teve alta de 4,3% em 1 mês, chegando a R$ 130 no Centro-Oeste

De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o gás de cozinha teve alta de 4,3% em 1 mês no Brasil.

Isabella Proença
Isabella Proença

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o gás de cozinha teve alta média de 4,3% em 1 mês. Com isso, o o botijão de 13 kg já está sendo comercializado no Centro-Oeste a R$ 130. [Veja dicas de como economizar]

Na média geral do país, o gás de cozinha custa R$ 88,94, o que representa quase 10% do salário mínimo.

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Gás de cozinha teve alta de 4,3%

Em meados de junho, a Petrobras elevou o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) em 6%, o que foi o primeiro aumento do general Joaquim Silva e Luna à frente da estatal, uma vez que não realizou nenhum reajuste do combustível em maio.

Já o gás natural (GNV), que em maio teve um aumento de 39%, subiu 1,4% no último mês nos postos de abastecimento, chegando a um preço médio de R$ 3,88 por metro cúbico, segundo a ANP.

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A gasolina teve alta de 0,6% também no último mês, chegando a média de R$ 5,695 o litro; e o diesel praticamente manteve o preço, sendo negociado nos postos a um preço médio de R$ 4,498 o litro, reflexo de menos ajustes em relação ao mercado internacional.

Em audiência pública recente para esclarecer os desinvestimentos da Petrobras na Câmara dos Deputados, o presidente da empresa afirmou que está “aguardando tendências” do preço do petróleo para implementar novos reajustes, diante da ascensão da commodity no mercado internacional.

Perante a possibilidade de uma elevação tímida da produção de petróleo pelos países exportadores associados da Opep+ na próxima quinta-feira, 1º, o petróleo operava com uma leve baixa na manhã desta segunda-feira, 28, embora em um patamar elevado, sendo cotado a US$ 70 o barril do tipo Brent.

Em junho, a commodity entrou no patamar de US$ 70 o barril e os importadores reclamam da falta de alinhamento da estatal com o mercado externo, embora a Petrobras afirme que continua operando a política de paridade de preços internacionais (PPI).

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