Mercado futuro: o que é e como investir?

Conheça essa modalidade de investimento que permite proteção e alavancagem de ganhos.

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Melissa Nunes

O mercado futuro é um dos diversos segmentos disponíveis para investidores que querem operar na Bolsa de Valores. No entanto, para não ter prejuízos, é fundamental entender como esse nicho funciona.

Investir em ativos de renda variável é uma prática que costuma ser reservada para perfis mais moderados e agressivos, por conta da volatilidade que a Bolsa pode apresentar. Por esse motivo, operações como atuar no mercado futuro podem atrair somente um determinado grupo de investimentos, que já conhecem seu funcionamento e se interessam pelos derivativos ofertados no setor.

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Contudo, existe a possibilidade de investidores iniciantes também participarem de negociações futuras, mas é importante que entendam como esse segmento opera, para evitar contratempos e prejuízos em sua rentabilidade.

Pensando nisso, preparamos um guia básico com tudo que você precisa saber sobre mercado futuro antes de começar a investir. Confira mais detalhes sobre as características dessa operação, além de entender seus riscos e como negociar os contratos com segurança.

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O que é o mercado futuro?

Mercado futuro é um segmento da Bolsa de Valores que engloba a negociação de contratos derivativos. Basicamente, trata-se da realização de contratos que usam o preço atual como base para uma liquidação futura. Em outras palavras, o investidor negocia um contrato para o futuro, como o nome indica, mas com base no preço do ativo praticado no presente.

Dessa forma, durante a liquidação, é possível pagar o preço negociado no passado, permitindo rendimentos positivos, caso o ativo esteja apresentando uma alta no seu valor.

O mercado futuro costuma ser bastante utilizado na compra de commodities, especialmente por investidores que são produtores e desejam se proteger contra oscilações de preços, um fator que prejudica os negócios.

Por exemplo, produtores de milho ou criadores de gado negociam contratos futuros para se proteger da queda de preços, que torna o produto mais barato do que no presente. Nesse caso, o investidor que adquiriu o contrato deve pagar o preço negociado no momento da negociação, mantendo o valor acordado.

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Além disso, o contrato pode ser praticado em qualquer data no futuro, mas geralmente é liquidado dentro de meses.

Existe a chance de liquidar o contrato antes do vencimento, caso o preço oscile o suficiente para atingir o retorno esperado pelo investidor. Nesse caso, ele pode vender sua negociação e ganhar com a variação, mesmo antes da data de liquidação.

Ainda, é importante considerar que o mercado futuro não atua de maneira tão simples assim. Isso porque é necessário levar em consideração que as posições são atualizadas diariamente. Isso significa que os preços oscilam periodicamente, e é necessário acompanhar essa movimentação, caso deseje continuar tendo rendimentos positivos.

Por esse motivo, é comum que investidores mais experientes atuem no mercado futuro, pois são capazes de analisar as oscilações e saber a melhor hora de vender seus contratos.

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Contratos derivativos

No mercado futuro, o investidor trabalha com contratos derivativos. Trata-se de um instrumento financeiro que deriva, ou seja, depende do preço de outro ativo.

Nesse caso, é importante entender que o negociante não compra, nem vende, diretamente, o produto tratado. Por exemplo, o investidor não negocia arrobas, sacas ou moedas diretamente, mas sim contratos que se comprometem com o valor acertado.

É por esse motivo que se chamam contratos derivativos, pois dependem dos preços de outros ativos. No caso, dos produtos aos quais os contratos se relacionam.

Além disso, embora o contrato seja fixo, os ativos derivados continuam com seus preços ajustados diariamente. Por isso, o investidor deve acompanhar as oscilações do mercado futuro, pois o preço do ativo concreto continua mudando, podendo trazer lucros ou prejuízos.

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Mercado futuro x mercado à vista

Além disso, outro termo que investidores iniciantes podem encontrar ao procurar saber mais sobre mercado futuro é o mercado à vista. Trata-se do segmento da Bolsa de Valores onde negociamos ações, ETFs, BDRs e fundos imobiliários. Existem algumas diferenças consideráveis entre as duas modalidades que é importante considerar.

Em um primeiro momento, a principal distinção entre as categorias é seu tempo de liquidação. O mercado futuro permite a negociação posterior, ou seja, o pagamento do contrato somente no seu vencimento, ou quando o investidor desejar. Contudo, é necessário que o investidor tenha em sua conta uma margem de garantia, para que seja possível firmar o contrato com mais segurança para ambas as partes.

Enquanto isso, o mercado à vista exige que o investidor desembolse uma certa quantia de capital para comprar o ativo. Além disso, o recebimento também é imediato, para quem atua vendendo. Isso porque, como o nome indica, sua liquidação é mais imediata, sendo finalizada em 2 dias úteis. Dessa forma, o valor é debitado da conta do investidor ao finalizar a negociação à vista.

logo idinheiroMercado à vistaMercado futuro
Produtos negociadosAções, BDRs, ETFs, FIIsOpções, commodities, moedas, juros
LiquidaçãoD+2, financeiraAté o vencimento, pode ser física e financeira
ExigênciasDinheiro na contaMargem de garantia

Na prática, essa é a maior diferença entre mercado futuro e mercado à vista, trazendo uma diferença significativa somente no prazo de liquidação e de pagamento. Contudo, a relação entre o preço dos contratos também muda, uma vez que o contrato derivativo do mercado futuro depende da precificação determinada no mercado à vista.

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Assim, em tese, o mercado à vista sempre irá atuar com o valor ativo no presente, enquanto o mercado futuro trabalha com uma negociação fixa, mas os preços dos derivativos podem ser diferentes.

Para que serve o mercado futuro?

Ainda, é comum que investidores iniciantes questionem a função do mercado futuro na Bolsa de Valores.

A princípio, a modalidade foi criada para a proteção de preços, já que oferece uma certa estabilidade para os negociantes. Isso porque o contrato derivativo garante a operação com base no preço negociado no passado, de modo que, mesmo que o valor oscile, a compra ou venda não sofrerá prejuízos significativos.

Além disso, é ideal para a atuação de especuladores, permitindo um cenário positivo para investidores que desejam aumentar seu patrimônio com base nas oscilações do mercado, fator que preocupa produtores e agropecuários. Nesse caso, investidores experientes, que acompanham o mercado, a economia e fatores como a política mundial, podem identificar as tendências que permitem aumentar seus lucros.

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Assim, podem vender os contratos futuros no momento mais propício, na alta de preços, enquanto trabalham para reduzir os prejuízos, garantindo um preço mínimo vantajoso na data de vencimento.

Com o ajuste diário, o mercado futuro também oferece negociações mais transparentes e dinâmicas, sendo uma alternativa interessante para perfis mais agressivos que buscam essa volatilidade em suas operações.

Características do mercado futuro

Além de entender o que é e para que serve o mercado futuro, também é importante conhecer as características dessa modalidade, caso esteja considerando atuar, de fato, nesse segmento. Para isso, é recomendável entender quais os principais critérios que descrevem esse mercado e seu funcionamento. Veja as principais características a seguir:

Código

Todos os produtos negociados no mercado futuro são identificados por códigos de 3 letras, que descrevem seu tipo. Dessa forma, é mais simples para o investidor localizar o contrato desejado.

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Depois das 3 letras, segue uma quarta letra, que identifica o mês de vencimento. Por fim, o código acompanha dois dígitos, que representam o ano de vencimento.

Os códigos de identificação de cada produto acompanham as seguintes determinações:

ContratoCódigo
Boi GordoBGI
MilhoCCM
Café ArábicaICF
Índice S&P 500ISP
DólarDOL
Mini DólarWDO
IbovespaIND
Mini índiceWIN

Enquanto isso, o código dos meses também segue uma ordem específica, de acordo com a seguinte tabela:

MêsCódigo
JaneiroF
FevereiroG
MarçoH
AbrilJ
MaioK
JunhoM
JulhoN
AgostoQ
SetembroU
OutubroV
NovembroX
DezembroZ

Nesse caso, se o contrato possuir o código BGIV22, significa que se trata de uma negociação de boi gordo, com vencimento para outubro de 2022.

Vencimento

Todos os contratos derivativos do mercado futuro possuem data de vencimento. Essa característica se refere ao dia de expiração do contrato, no caso, a data de sua liquidação.

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Nesse caso, o investidor que detém o contrato tem até o dia de vencimento para solicitar a operação de compra ou venda determinada em sua negociação.

Após o vencimento do contrato, é importante destacar que ele deixa de ter valor no mercado futuro. Isso significa que, após seu vencimento, o comprador e o vendedor do contrato passam a ter suas posições em aberto encerradas, e os ativos deixam de ser operados sob o valor inicial acordado.

Mesmo que seja possível adiantar o vencimento de um contrato, não é possível adiar a sua liquidação para além do período determinado.

Ajuste diário

Uma das características mais significativas do mercado futuro é o ajuste diário, que influencia diretamente na posição do investidor diariamente. Basicamente, trata-se de uma equalização automática da posição das pessoas que investem nessa modalidade, calculado diariamente ao final de cada pregão.

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A partir do ajuste diário, os investidores que possuem contratos, de compra ou venda, recebem a diferença verificada na forma de pontos, e convertida pela Bolsa em saldo financeiro.

Nesse caso, se o contrato receber um ajuste diário positivo, o investidor receberá a diferença em débito. No entanto, se o ajuste diário acusar um posicionamento negativo, a diferença será cobrada em créditos, e o investidor deverá arcar com o valor.

Isso funciona como um mecanismo de defesa, para que o mercado futuro possa operar de forma equilibrada, sem um grande impacto das oscilações.

O ajuste diário é cobrado imediatamente no dia seguinte para o investidor, de acordo com o valor do contrato no momento de fechamento do pregão.

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Liquidação física e financeira

A liquidação representa o momento final da operação no mercado futuro, quando ocorre a transferência dos recursos e valores combinados no passado. Essa operação é de responsabilidade da Câmara de Compensação e Liquidação da B3, que possui todas as estruturas necessárias para garantir que cada parte cumpra suas obrigações.

A liquidação mais comum é a liquidação financeira. No dia do vencimento do contrato, se calcula a diferença entre o valor de compra e a venda do papel. Esse acerto ocorre na forma de dinheiro, sem necessidade de envolver o ativo derivado.

Enquanto isso, a liquidação física é o contrário disso, onde o acerto é feito na forma de entrega física do ativo na data de vencimento do contrato.

Para investidores comuns, o mais prático é a liquidação financeira, uma vez que não existe a possibilidade de receber o ativo fisicamente, como um saca de milho ou um boi gordo, por exemplo. No entanto, determinados perfis, especialmente no mercado agropecuário, podem optar pelo pagamento por meio da liquidação física. Por isso, ambas as opções são garantidas pela Bolsa de Valores.

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Margem de garantia

Por fim, uma das principais características do mercado futuro é a necessidade de ter uma margem de garantia.

Os contratos derivativos negociados nessa modalidade só são liquidados no futuro, como seu nome indica. Nesse caso, não é preciso que o investidor tenha, necessariamente, o valor integral dos ativos comprados no momento da negociação.

Contudo, para não prejudicar a parte vendedora e trazer mais segurança para a operação, exige-se uma margem de garantia liberada. Trata-se de uma porcentagem do total do contrato que deve estar disponível no saldo do investidor no momento da negociação.

Dessa forma, ele poderá sustentar sua posição diante da negociação, mesmo sem possuir o valor inteiro naquele momento. Nesse caso, o investidor pode optar por ter ativos com alta liquidez que não necessariamente dinheiro em conta, como CDB de liquidez diária, ações ou Tesouro Selic.

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Contudo, ao longo dos dias, até a data de vencimento, é recomendável que o investidor busque disponibilizar o valor do contrato, especialmente por conta da ação do ajuste diário. Caso deixe para verificar essa precificação somente na liquidação, pode ter imprevistos, uma vez que o contrato pode realizar débitos do saldo no caso de ajustes em negativo.

Assim, a margem de garantia serve como uma segurança a mais para o vendedor e também para o investidor que está comprando, a fim de não comprometer todo o seu saldo de uma vez só.

Como investir no mercado futuro?

Antes de mais nada, para investir no mercado futuro, é necessário se registrar adequadamente em uma corretora autorizada. Isso porque somente essas instituições disponibilizam o home broker, a plataforma que permite negociações na Bolsa de Valores.

Depois de escolher uma corretora de sua preferência, basta analisar o mercado e fazer a negociação dos contratos desejados. No entanto, é importante considerar todas as situações, para investir corretamente e ter uma atuação positiva.

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Exemplo de investimento

Considere a seguinte situação fictícia de investimento. Um produtor de milho verifica que sua plantação irá render 100 mil sacas na colheita. No momento, em outubro de 2021, ele nota que o valor da saca está custando R$40. Nesse caso, sua renda bruta seria de R$4 milhões.

No entanto, a colheita ocorrerá somente em abril de 2022, e o preço da saca pode oscilar. Caso o preço chegue muito abaixo, ele terá prejuízo em sua renda. Assim, para se proteger, o produtor realiza a venda de suas sacas por meio de contratos derivativos no mercado futuro, mantendo o preço de R$40.

Posteriormente, ocorreriam três situações:

  • o preço da saca aumentar;
  • o preço da saca diminuir;
  • permanecer o mesmo valor.

Se a saca chegar a R$60, por exemplo, é possível optar por vender no mercado à vista, arrecadando R$6 milhões, e suprir o contrato futuro, que apresentou um prejuízo de R$2 milhões.

Enquanto isso, se a saca do milho atingir o valor de R$25, faltaria R$1,5 milhão para atingir a renda bruta estimada, mas, por conta do contrato no mercado futuro, ele chegará à quantia esperada de R$4 milhões.

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Essa situação se mostraria positiva para o investidor que comprou o contrato no caso do preço abaixar, enquanto traria prejuízo no caso do preço aumentar.

Veja no quadro os três casos:

logo idinheiroPreço do contrato em 10/2021Preço do contrato em 04/2022Saldo
Caso 1R$ 4 milhões
(R$ 40 x 100 mil sacas)
R$ 4 milhões
(R$ 40 x 100 mil sacas)
0,00
Caso 2R$ 4 milhões
(R$ 40 x 100 mil sacas)
R$ 6 milhões
(R$ 60 x 100 mil sacas)
Prejuízo de R$2 milhões
Caso 3R$ 4 milhões
(R$ 40 x 100 mil sacas)
R$ 2,5 milhões
(R$ 25 x 100 mil sacas)
Lucro de R$1,5 milhão

Vale ressaltar também que todo contrato tem um custo e, portanto, ele também deve ser considerado na conta. Assim, independentemente do resultado, o produtor precisa descontar esse valor do seu lucro ou acrescer ao prejuízo.

Tipos de contratos futuros

Para investidores inexperientes, que buscam conhecer mais sobre o mercado futuro, vale a pena conhecer os tipos de contratos vigentes na atualidade.

Embora os derivativos mais comuns sejam commodities, é possível negociar outros produtos nessa modalidade. Confira o quadro abaixo, de acordo com a B3:

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SegmentoContratoCódigo de negociação

Ações e Índice
Índice Bovespa
Índice S&P500
Futuro de Ações
IND e WIN
ISP e WSP
B3SAO e outros
Taxa de jurosTaxa DI
Taxa Selic
Cupom Cambial de DI
Cupom de IPCA
DI1
DDI
OC1
DAP
MoedasDólar dos Estados Unidos
Euro
Libra Esterlina
Iene Japonês
Iuan Chinês
Outras
DOL e WDO
EUR
GBP
JPY
CNY
CommoditiesBoi Gordo
Milho
Café
Soja
Açúcar
Etanol
BGI
CCM
ICF
SFI
ISU
ETN

Tributação das operações no mercado futuro

Outro ponto que pode influenciar a entrada de novos investidores no mercado futuro são as tributações que incidem sobre essa operação.

Ao contrário de outros investimentos, que podem ser auferidos somente na declaração do Imposto de Renda anualmente, as ações de mercado futuro são apuradas mensalmente.

Atualmente, o valor é de 15% de alíquota sobre o valor, que deve ser pago até o último dia do mês subsequente.

Além disso, é importante ressaltar que o imposto sobre os ganhos só incidem sobre operações da mesma modalidade. Por exemplo, se o investidor atuar no mercado futuro, mas também apresentar lucros na venda de contrato por day trade, ou no mercado à vista, será cobrada a alíquota separadamente.

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Riscos de operar no mercado futuro

Por fim, depois de conhecer mais sobre o mercado futuro e como ele opera, é importante se atentar para os riscos dessa operação antes de iniciar, definitivamente, as suas atividades.

Em um primeiro momento, como todo investimento de renda variável feito na Bolsa de Valores, o investidor corre risco de mercado, isto é, da volatilidade dos preços. Afinal, o mercado está em constante mudança, e as alterações de preços podem impactar no seu contrato, de forma positiva ou negativa.

No entanto, uma das principais preocupações é, de fato, o ajuste diário, que pode incidir com débitos ou créditos sobre o investidor. Nesse caso, não estar preparado, com um saldo considerável de margem, pode trazer prejuízos financeiros para o negociante.

Além disso, é comum que investidores mais agressivos negociem contratos derivativos de um valor muito acima do que possui disponível no momento, operando com alavancagem. Entretanto, caso registre uma oscilação negativa, será necessário arcar com esse prejuízo, podendo minar a rentabilidade do contrato.

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Assim, é fundamental que o investidor tenha consciência das suas operações no mercado futuro, e esteja ciente que a oscilação de preços até a data de liquidação pode trazer cenários positivos e também negativos.

Vale a pena investir no mercado futuro?

Finalmente, o mercado futuro é apenas mais uma das modalidades de renda variável disponíveis para investidores mais experientes e agressivos, que desejam diversificar sua carteira com produtos distintos.

Nesse caso, pessoas que se interessam pelo segmento, especialmente pelo agronegócio, e enxergam oportunidades de crescimento podem aproveitar os benefícios do mercado futuro.

Além da proteção contra oscilações negativas, os contratos derivativos também trazem mais facilidade na hora de negociar produtos como commodities e moedas, por exemplo. Dessa forma, investidores que buscam um ativo diferenciado podem se interessar pelos contratos futuros. Contudo, é fundamental ter experiência e conhecimento de mercado antes de se arriscar.

Por conta das oscilações e possibilidades de alavancagem, é fundamental ter uma boa margem disponível, para não sofrer consequências negativas no saldo.

No entanto, depois de conhecer mais sobre a modalidade, vale a pena considerar o mercado futuro, se combinar com o seu perfil de investidor.

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Perguntas frequentes

  1. O que são futuros financeiros?

    Futuros financeiros, ou contratos financeiros, são uma negociação combinada entre duas partes para a compra e venda de um ativo sob determinado preço, em um determinado período no futuro.

  2. Como funciona o contrato futuro?

    As duas partes, de compra e venda, negociam o preço do ativo para uma determinada data de liquidação, e fecham o contrato com o preço praticado no presente. O contrato pode ser liquidado a qualquer momento até a data de vencimento.

  3. O que é o índice futuro?

    O Índice futuro é o derivado do Índice Ibovespa. Trata-se dos contratos associados ao índice da bolsa de valores brasileira, que estima um determinado valor para a data de vencimento.

  4. Para que serve o mercado futuro?

    O mercado futuro serve para proteger os agentes econômicos, investidores e produtores, das oscilações do mercado, além de facilitar o acesso à ativos derivativos por meio de contratos seguros.

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