Conseguir rentabilidade em investimentos no Brasil não está sendo uma tarefa fácil. A Selic está em sua mínima histórica, a 2% ao ano, e a Ibovespa apresentou quedas nas últimas semanas. Nesse contexto, quais são as melhores opções para investir em setembro?

O mês que começa nesta terça-feira, 1º, chegou com saldo de perdas para muitos dos investimentos preferidos dos brasileiros e incerteza.

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Mas, ainda assim, existem opções para conseguir alguma rentabilidade, dos perfis mais conservadores aos mais arrojados.

Informações são da Exame.

Mercado exterior é otimista

Investir no exterior tem se mostrado uma opção atraente para os investidores que já tem uma carteira mais robusta. Algumas corretoras têm, inclusive, baixado taxas para incentivar investimentos.

E não é à toa: enquanto a bolsa no país passa por um momento difícil, em outros países a situação é bastante otimista, mesmo em meio à pandemia.

Nos Estados Unidos e na Europa as bolsas estão perto suas máximas históricas. O índice S&P 500 fechou no azul em agosto, com alta de 6,2%, em grande parte impulsionado por grandes empresas de tecnologia.

As bolsas europeias abriram em alta nesta segunda-feira, após dados mostrarem que a indústria chinesa avançou em agosto no ritmo mais intenso em quase uma década. 

Ao passo que, no Brasil, clima é de incerteza. Dessa forma, alguns títulos do Tesouro Direto e da bolsa, assim como fundos de ações, tiveram rendimento negativo.

A queda média de fundos de ações, como os que estão na categoria Índice Ativo, foi de 1,74%.

Melhores opções para investir em setembro

Nesse momento de incerteza muitas pessoas gastaram suas reservas de emergência. Para quem quer voltar a compor uma reserva, a melhor opção continua sendo o Tesouro Selic, mesmo com o juro baixo.

No caso de investidores com perfil moderado, uma boa opção nesse momento é investir fundos multimercado com baixa volatilidade. Isso porque, apesar de um pouco mais arriscado que investimentos de renda fixa, trazem uma rentabilidade maior.

Por outro lado, o aumento dos juros futuros em decorrência do risco fiscal maior devido à ameaça de o governo ultrapassar o teto de gastos afetou os preços dos títulos do Tesouro de longo prazo. 

Portanto, opções indexadas à inflação, como o IPCA+ 2026, não são tão rentáveis. Esse fundo teve queda de 2,51% em agosto.

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