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Juro baixo e reforma reduzem em 15% a renda na aposentadoria, segundo especialistas

Karina Carneiro
aposentadoria

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A reforma da Previdência, atrelada ao novo patamar de juros básicos do País, representada pela taxa Selic, podem reduzir cerca de 15% do montante total da aposentadoria de um participante da previdência complementar, de acordo com a análise da consultoria Mercer.

Em casos onde fundos de pensão sejam envolvidos, o cenário se aplica para planos de contribuições definidas (CD). Aqui, o montante a ser pago ao contribuinte, da mesma forma que na previdência privada, dependerá do acumulado até a data da aposentadoria.

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De acordo com informações divulgadas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), cerca de 66% dos planos ainda estão em fase cumulativa, enquanto 33% dessas pessoas já são assistidas. 

O Superintendente da PREVIC, Lucio Capelleto, lembra da necessidade de governança com controle de riscos mais eficazes para o setor previdenciário. 

“Claro que a composição de ativos costuma ser diferente quando um plano entra em fase de acumulação. Neste caso, considerando as necessidades e possibilidades de investimentos, o apetite ao risco de ambas as partes costuma ser bem diferente”, disse. 

Contribuição para a aposentadoria

Com a nova regra da Previdência, o aumento da contribuição da aposentadoria é vista como obrigatória, caso a pessoa deseje ter um valor razoável no final da jornada.

Entretanto, os responsáveis sabem que esse método, infelizmente, não está no alcance de todos por conta da limitação de orçamento e principalmente, pela educação financeira envolvida com os participantes.

Por isso, será cada vez mais frequente que as pessoas montem sua aposentadoria de maneira individual, sem contar com qualquer auxílio do órgão público. 

Especialistas escutados em matéria exclusiva publicada pelo veículo de comunicação Valor Econômico, acreditam que no médio prazo, investimentos em renda variável comecem a ser vistos como uma oportunidade de crescimento e aposentadoria mais segura. 

Capelleto ainda acredita que a expectativa do cenário atual melhore até o fim do ano. “Os desafios do sistema são muitos, mas com a redução de juros nos patamares mínimos, as entidades estão fazendo seu dever de casa para essa nova realidade, tentando viabilizar um valor justo para quem está próximo de se aposentar”, finalizou.

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