Saiba como investir em música no Brasil a partir de 8 reais

Investir em música no Brasil já é uma realidade. Saiba como ser dono de músicas, álbuns, coletâneas ou frações de ativos musicais.

Isabella Proença
Isabella Proença

Investir em música no Brasil já é uma realidade. A opção é ofertada pela BRODR, primeira empresa brasileira especializada na venda direta de frações de ativos musicais para pessoas físicas ou jurídicas.

A partir de 8 reais investidores podem comprar ativos musicais e receber rentabilidade com base no sucesso das músicas em plataformas digitais.

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Com menos de dois anos no mercado, a empresa surgiu após os sócios, Ricardo Capucio, Ricardo Drummond e Henrique Mascarenhas, identificarem uma tendência na indústria da música. Então, somaram forças e experiências para trazer ao Brasil um negócio conhecido nos EUA e na Europa.

O modelo aproxima artistas, compositores e produtores dos investidores.

A ideia é simples e unifica os interesses das pessoas e empresas em torno do mesmo objetivo: aumentar o valor e o crescimento das músicas. Esse mercado tende a crescer, já que os ativos tem real potencial de valorização nos próximos anos diante da explosão do consumo no digital.

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Como é investir em música no Brasil com a BRODR?

A BRODR vende os ativos musicais de forma direta e fracionada, gerando uma sinergia entre os autores, artistas, fãs e investidores.

Ao formarem essa aliança, todos trabalham juntos com sentimento de dono do produto e atuam diretamente no crescimento das projeções.

Os donos dos ativos musicais ou BRO’s (Brodr Right Owner) colocam à venda uma fração de sua obra, podendo ser uma faixa, um álbum ou todo o seu catálogo, mantendo sempre a maior porcentagem do ativo.

O investidor conquista o poder de comprar uma fração do ativo chamado de M-Share (Music Share). E, dessa forma, esta feita sociedade entre o BRO e o investidor. 

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Rendimentos

A cada play em uma música nas lojas e serviços digitais, os detentores dos direitos autorais da obra ou a propriedade da gravação recebem uma fatia do valor arrecadado com a sua utilização (publicidade veiculada e assinaturas dessas plataformas).

O rendimento ocorre na medida em que as músicas são ouvidas nas plataformas (YouTube, Apple Music, Tidal, Spotify, Deezer, etc).

Os valores a título de royalties são repassados mensalmente ou a cada trimestre diretamente aos investidores.

O papel da BRODR é receber os valores, conferir os relatórios e depositar automaticamente os rendimentos na conta de cada investidor.

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Os BRO’s ganham não apenas o adiantamento de receitas pelos ativos vendidos, mas pelo impulsionamento nas plataformas e nas redes sociais, graças aos sócios-investidores.

Funcionamento na prática

A oferta inicial de um ativo musical —  IRO (Initial Rights Offering) — ocorreu em junho deste ano e a repercussão foi positiva: os M-shares se esgotaram em menos de 2 horas.

Atualmente, está disponível na plataforma alguns M-shares do cantor e compositor gospel Guilherme Franco.

O ativo musical é composto por 300 canções interpretadas pelo Duo Franco e por cantores de renome nacional da indústria Gospel. Nessa oferta, a administração das obras é realizada pela Sony ATV.

Em breve, a BRODR disponibilizará ativos do mais variados estilos musicais.

Para mais informações, acesse o site da empresa.

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