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IBGE contrata 6,5 mil profissionais para pesquisa

Lilian Calmon
repclose no braço de recenseador do IBGEresentando IBGE contrata

O IBGE contrata 6,5 mil profissionais para pesquisa pelo prazo de até um ano, podendo ser prorrogado para a conclusão das atividades.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) contrata 6,5 mil profissionais para pesquisa pelo prazo de até um ano, podendo ser prorrogado para a conclusão das atividades. O objetivo é reforçar o seu quadro de pessoal e substituir servidores e empregados públicos.

O edital de abertura do concurso público deve ser lançado em até seis meses, quando serão informadas as remunerações.

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Com informações da Agência Brasil.

IBGE contrata: Edital deve ser lançado em até seis meses

O edital contempla os seguintes cargos:

  • Agente de Pesquisas e Mapeamento com 5.623 vagas;
  • Supervisor de Coleta e Qualidade com 552 vagas;
  • Agente de Pesquisas por Telefone com 300 vagas;
  • Supervisor de Pesquisas com 25 vagas.

As contratações poderão ser formalizadas a partir de janeiro 2021, desde que haja disponibilidade de orçamento específico.

A portaria do Ministério da Economia que autorizou o IBGE a contratar foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 11.

Na pandemia, pesquisas são por telefone

Na pandemia, o IBGE tem mantido suas pesquisas por telefone. O órgão destaca a importância de a sociedade compreender a relevância da continuidade da produção de informações no país.

Para confirmar a identidade do entrevistador durante o contato telefônico, ligue gratuitamente para 0800 721 8181.

Em agosto, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgada pelo IBGE mostrou que 8,9 milhões de brasileiros perderam seus empregos, principalmente os informais, por conta da pandemia. Essa situação deve piorar, dizem especialistas.

Isso porque o seguro-desemprego e o auxílio emergencial ajudam na manutenção das famílias que estão sem fonte de renda fixa. Contudo, com o fim e/ou a redução desses pagamentos, o cenário se agravará.

A questão é o quanto o mercado de trabalho será capaz de alocar os que perderam seus empregos na crise. Dos quase 9 milhões deles, 6 milhões não tinham carteira assinada.

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