Golpes financeiros na pandemia: conheça os 3 mais comuns e veja como se prevenir!

Os golpes financeiros têm crescido na pandemia, 300% no mundo, segundo relatório do FBI. Saiba quais os principais e como se prevenir.

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Lilian Calmon

Os golpes financeiros têm crescido na pandemia. Especialistas acreditam que isso ocorre porque as pessoas estão mais vulneráveis e os fraudadores se aproveitam. Para ter uma ideia, as tentativas de golpe cresceram 300% no mundo, segundo relatório do FBI.

“Grande parte dos consumidores costumam pensar que as fraudes são algo sofisticado, que por trás estão hackers, mas a maioria dos ataques é muito simples. As pessoas são o alvo”, disse o diretor da comissão executiva de prevenção a fraudes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Adriano Volpini, em entrevista ao Valor Investe.

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Golpes financeiros na pandemia: conheça os mais comuns

De acordo com a Febraban, os três golpes financeiros mais comuns na pandemia são: pescaria digital, falso funcionário e falso motoboy.

Pescaria digital

Por meio de links e perfis falsos, o fraudador rouba os dados da vítima. Durante a pandemia, esses ataques aumentaram 80%.

Portanto, não clique em links que pareçam estranhos, mesmo se enviados por algum conhecido, e prefira digitar o endereço do banco ou empresa no seu navegador. Também não abra arquivos de e-mail suspeitos.

Por fim, mantenha seus sistemas atualizados e não utilize computador público para fazer uma compra virtual. 

Falso funcionário

Nesse golpe, o fraudador entra em contato com a vítima, diz que é funcionário de um banco ou de uma empresa e informa supostas irregularidades na conta. Em seguida, pede dados pessoais e financeiros, realizando transações em no nome da vítima. Tal golpe subiu 70% nos últimos meses.

Por isso, é importante conferir a origem das mensagens e ligações desse tipo. Entre em contato com a central de atendimento do banco, por exemplo, antes de realizar qualquer cadastramento, pagamento ou transferência.

Falso motoboy

O fraudador entra em contato com a vítima, diz que é funcionário da central de atendimento de um banco ou da bandeira do cartão de crédito e informa supostas irregularidades. 

Depois, pede a digitação da senha no teclado do telefone para resolver o problema e diz que enviará um motoboy para retirar o cartão para uma perícia. E, com senha e cartão em mãos, o criminoso faz transações no nome da vítima. Esse golpe cresceu 65% na pandemia.

Para que isso não ocorra, retorne a ligação de um outro aparelho e não entregue cartão, smartphone, notebook ou qualquer outro aparelho para ninguém. 

Leia também este post para não ser vítima de golpe pelo WhatsApp.

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