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Fundos imobiliários têm o melhor patamar no ano desde a pandemia

Lilian Calmon
Lilian Calmon
arranha-céus representando fundos imobiliários na pandemia
Os fundos imobiliários sofreram desvalorizações na pandemia, mas agora começam a recuperar margem, conforme levantamento da Yubb. Entenda cenário.

Os fundos imobiliários vinham sofrendo desvalorização na pandemia. No entanto, de setembro para outubro, houve redução da margem média de queda de cerca de 20% para menos de 10%. O levantamento foi realizado pelo buscador de investimentos Yubb.

Com informações do Valor Investe.

Fundos imobiliários na pandemia: no acumulado do ano, o cenário ainda é de fragilidade

No acumulado do ano, no entanto, o cenário ainda é de fragilidade. Para ter uma ideia, apenas quatro fundos tiveram valorização em 2020. E os 1o maiores perdedores registram quedas de cerca de um terço do valor da cota ou mais.

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Para o fundador e CEO do Yubb, Bernardo Pascowitch, a redução na margem média de queda nos fundos deve ser vista com cautela. “Ainda vivemos um período de instabilidade, que só acabará quando houver uma vacina comprovada para a Covid-19”, afirmou.

Fundo Hectare CE é o campeão de valorização até agora

O fundo campeão de valorização até agora, segundo o ranking do Yubb, é o Hectare CE (HCTR11), gerido pela Hectare e administrado pela Vórtx.

Com patrimônio líquido de R$ 470 milhões e 30.769 cotistas no mês de setembro, o produto teve altas de 13,85% em outubro e de 8,74% no acumulado do ano. 

“É um fundo de crédito, chamado na indústria de ‘fundo de papel’. O que temos de diferente é um foco em lastro pulverizado. Para cada dívida que compro, tenho na outra ponta vários pagadores”, disse o sócio da Hectare, Eduardo Malheiros.

Além do Hectare CE, apenas três fundos subiram no acumulado de 2020. São eles o Green Towers (GTWR11, alta de 1,20% no ano), o REC Recebíveis Imobiliários (RECR11, alta de 1,18%) e o Mérito Desenvolvimento Imobiliário I (MFII11, 0,94%).

O GTWR11 é um fundo de tijolo, que investe em comprar ou reformar imóveis comerciais de escritórios. Já o RECR11 também é um fundo de dívida.

Para ler a matéria do Valor Investe na íntegra, clique aqui.

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