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Fintech do Bradesco compra app DinDin para fortalecer sua carteira digital

Lilian Calmon
Lilian Calmon
Close em mão de mulher segurando celular representando fintech do Bradesco compra DinDin

O Bradesco compra DinDin para fortalecer sua carteira digital, o Bitz, lançado em 14 de setembro. Nova aquisição faz parte de plano de conquistar mercado.

O Bradesco compra o app DinDin para fortalecer sua carteira digital, o Bitz, lançado em 14 de setembro. Com a fintech do banco, o cliente pode fazer o pagamento de contas pelo celular e usar QR Code para comprar em estabelecimentos com as maquininhas da Cielo. O dinheiro em carteira tem rendimento diário de 100% do CDI. A expectativa é que aquisição possa ampliar ainda mais os serviços do novo negócio.

O anúncio da compra foi feito na última terça-feira, 29, mas o valor da transação não foi divulgado. Gradualmente, os serviços da DinDin serão incorporados ao Bitz.

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Com informações da Exame.

Fintech do Bradesco compra DinDin: mais uma aquisição está prevista ainda em 2020

Em um prazo de três anos, o Bitz quer conquistar uma fatia entre 20% e 25% do mercado de carteiras digitais. “Devemos fazer mais uma aquisição ainda este ano, com o objetivo de acelerar a estruturação do time e de crescer o negócio”, afirmou o presidente-executivo do Bitz, Curt Zimmermann, em comunicado.

Para se tornar cliente, basta baixar o aplicativo, disponível para Android e iOS, e, em seguida, realizar o cadastro. Não há custo de abertura ou manutenção da conta. No entanto, pode haver cobrança de alguns serviços e transações. Consulte os valores clicando em “Pacotes e Limites” e, depois, em “Menu” na tela inicial do aplicativo.

Conheça a história da DinDin

Criada em 2016, a ideia dos sócios da DinDin era lançar uma carteira digital própria com ares de rede social. No entanto, eles logo perceberam que não ia funcionar no país. 

“O brasileiro não quer que as pessoas saibam com quem ela está transacionando dinheiro”, contou a empreendedora Stéphanie Fleury. Então, estudaram o mercado e mudaram o foco do negócio para contas digitais de pessoas físicas e jurídicas, com transferências gratuitas entre pessoas, permitindo o pagamento de contas e a recarga de celular pela plataforma, além de disponibilizar um cartão virtual para compras online.

Até 2018, a startup cresceu com capital próprio, quando decidiu fazer uma captação pela plataforma de equity crowdfunding EqSeed. Na época, a empresa conseguiu R$ 600 mil em 12 dias. Agora, com a sua venda, os investidores receberão o retorno do aporte feito.

“A aquisição é um evento extremamente positivo para a DinDin, para os investidores e também para a EqSeed. A saída aconteceu antes do esperado, normalmente leva de quatro a cinco anos, mas com a DinDin o retorno veio em dois”, disse o cofundador da EqSeed, Brian Begnoche.

Essa foi a primeira saída da EqSeed, que existe desde 2015 e já intermediou mais de R$ 34 milhões em investimentos em 26 empresas.

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