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Fintech de open banking: Itaú Unibanco e Bradesco investem na Quanto

Lilian Calmon
Close em carteira em bolso de homem representando fintech de open banking

A fintech de open banking Quanto tem agora os bancos Itaú Unibanco e Bradesco como seus principais investidores; saiba mais.

A fintech de open banking Quanto tem agora os bancos Itaú Unibanco e Bradesco como seus principais investidores. Os US$ 15 milhões levantados na primeira rodada de captação também tiveram recursos de fundos como o Coatue e a Kaszek.

A aplicação do Itaú é um aporte direto do banco, submetido à aprovação do Banco Central, enquanto a do Bradesco foi realizada por meio do fundo Inovabra Ventures.

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Todos eles entram com participação minoritária e o fundador e CEO da Quanto, Ricardo Taveira, continua como controlador e executivo-chefe da fintech. 

Com o valor arrecadado, a Quanto quer acelerar contratações e expandir parcerias.

As informações são do Valor Econômico, da Época NEGÓCIOS e do site Startupi.

Fintech de open banking: regulação entra em vigor a partir de novembro

A regulação do open banking entra em vigor a partir de novembro. Já a sua implementação completa deve ocorrer até outubro de 2021.

A base do open banking é o conceito de compartilhamento de dados com o aval do cliente, possibilitando que as instituições financeiras distribuam seus produtos em plataformas de terceiros (varejistas e mercados online). Bancos e fintechs também podem incorporar produtos de terceiros nos próprios canais, desde que tenham o consentimento do usuário para isso.

“O open banking representa uma mudança na maneira como entendemos e consumimos serviços financeiros e é animador ver o mercado brasileiro abraçar esse movimento de maneira tão positiva. Temos no Brasil o potencial de liderar o uso de Open Banking no mundo, e essa rodada é prova disso”, destaca Taveira em entrevista ao site Startupi.

Criada em 2017, a brasileira Quanto atua com uma plataforma API de dados bancários, que funciona a partir da autorização do cliente para o uso das suas informações.

Em seu site, a fintech argumenta que “você deveria ser dono dos seus próprios dados e ter o controle de poder compartilhá-los para conseguir soluções bancárias melhores e mais justas”.

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