Ethereum: tudo sobre a segunda mais famosa criptomoeda do mundo!

Conheça nosso guia completo sobre o Ethereum e entenda mais sobre como funciona a segundo maior criptomoeda do mercado para investir com segurança.

Karina Carneiro
Karina Carneiro

Ethereum: tudo sobre a segunda mais famosa criptomoeda do mundo!

O Ethereum é a segunda criptomoeda mais popular do mercado, e investir nessa plataforma pode trazer uma série de vantagens para o usuário.

Com a popularização dos novos sistemas monetários eletrônicos, a tecnologia que viabiliza as moedas digitais está sendo cada vez mais explorada.

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Dessa forma, é possível originar novos métodos de transações virtuais autônomas seguras e acessíveis. 

No entanto, para investir com confiança, é importante conhecer como esse processo funciona na prática para tomar as melhores decisões.

Por isso, o iDinheiro preparou um guia completo sobre o Ethereum, explicando como a plataforma funciona e como você pode começar a investir em criptomoedas através desse sistema.

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Confira!

O que é Ethereum?

O Ethereum é uma plataforma de código aberto baseado na tecnologia blockchain, utilizada como suporte para transações com criptomoedas.

Além de oferecer sua própria moeda digital, a Ether (ETH), esse sistema também permite o acesso livre de todos os usuários.

Ou seja, qualquer pessoa pode carregar arquivos ou contratos na rede, desde que sejam escritos em uma das várias linguagens de programação aceitas pela plataforma.

Embora a tecnologia das criptomoedas tenha se popularizado a partir do Bitcoin, o Ethereum traz ainda mais inovações nesse segmento.

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Isso porque ele não disponibiliza apenas suas próprias moedas virtuais, mas também conta com um serviço descentralizado de transações abertas, onde o usuário pode atuar como vendedor, comprador ou minerador de códigos.

História do Ethereum

A primeira proposta do Ethereum surgiu em 2013 por Vitalik Buterin, um programador russo-canadense que tinha apenas 19 anos quando criou a plataforma.

Buterin já apresentava interesse pelo segmento de tecnologia por influência familiar, uma vez que seu pai se formou em Ciência da Computação.

No entanto, seu envolvimento na comunidade de criptomoedas começou em 2011, quando ele se tornou um dos co-fundadores da revista Bitcoin Magazine, atualmente uma das mídias de maior prestígio da área.

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Depois de escrever artigos para o portal, o jovem programador propôs o desenvolvimento de uma nova criptomoeda, mas que contasse com uma rede integrada, capaz de abrigar qualquer tipo de aplicação que os usuários criassem.

Em 2014, Vitalik apresentou seu projeto publicamente, que contava com mais 5 co-fundadores.

A plataforma leva o nome de Ethereum inspirado no éter luminífero, um meio invisível hipotético que seria capaz de propagar a luz.

O conceito seria uma referência à capacidade da plataforma de integrar milhões de transações simultaneamente, utilizando uma única rede blockchain

Nesse caso, a proposta é tão ousada e desafiadora quanto a teoria de propagação na luz pelo éter.

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Após o lançamento da proposta, seus fundadores deram início a uma campanha de crowdfunding, uma espécie de vaquinha online, para arrecadar os fundos necessários para lançar o sistema.

Estima-se que o valor arrecadado tenha sido de mais de $18 milhões de dólares, entre a venda de criptoativos e doações de instituições que buscam incentivar as transações com moedas digitais.

De acordo com o portal Valor Investe, do Globo, a Ethereum teve uma valorização de mais de 600% desde 2020, e a expectativa de especialistas é que a plataforma continue a valorizar ao longo dos anos.

Ether e Ethereum

É importante destacar que, por mais que a criptomoeda leve o nome de Ethereum, na verdade esta é a plataforma de código aberto.

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A moeda virtual nativa para as transações dentro do sistema é chamada Ether, também conhecida pela sigla ETH.

Em resumo, os usuários podem atuar na plataforma Ethereum e adquirir a criptomoeda Ether.

Como e quando surgiu a criptomoeda?

Apesar das criptomoedas terem se popularizado a partir da década de 2010, esse conceito vem sendo estudado há muito mais tempo.

Em 1989, a chamada DigiCash foi uma das primeiras tecnologias a trazer a ideia de moeda digital para o mercado financeiro. 

Além disso, também inovou o modelo de transações anônimas baseadas em códigos de programação criptografados.

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No entanto, a falta de inovação e pesquisas no segmento fez com que a ideia não fosse bem-sucedida, assim como outras que a seguiram.

Dinheiro B

Em 1998, surge a descrição do “Dinheiro B”, que seria um sistema eletrônico de pagamentos totalmente anônimo.

Especialistas passaram a estudar essa concepção por conta da necessidade de diminuir a produção de moedas convencionais, limitar a escassez de metais preciosos e evitar uma hiperinflação.

Em tese, o modelo financeiro centralizado atual, composto por bancos, instituições financeiras e órgãos administrativos, levaria a esse cenário no futuro.

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Assim, as criptomoedas passaram a ser uma alternativa, e o avanço tecnológico permitiu que os sistemas fossem se aprimorando.

BitGold

Finalmente, em 2005, Nick Szabo desenvolveu a chamada BitGold, trazendo o conceito de contratos inteligentes e a prova de trabalho, onde o usuário deveria provar que executou uma tarefa para receber uma moeda digital.

Apesar desse sistema não ter tido sucesso, ele foi responsável por viabilizar o surgimento do BitCoin.

Bitcoin

Em 2009, o desenvolvedor conhecido pelo pseudônimo de Satoshi Nakamoto aprimorou todas as tecnologias que existiam até então, lançando o que seria a primeira criptomoeda bem-sucedida do mercado.

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Posteriormente, houve a criação de outros sistemas a partir dos códigos de programação promissores do BitCoin, inclusive o Ethereum.

Tecnologia blockchain

A base tecnológica que permite o desenvolvimento das criptomoedas é chamada de blockchain.

Para entender mais sobre o Ethereum e outras moedas digitais, é fundamental conhecer mais sobre esse conceito.

Basicamente, a maior parte dos dados existentes hoje tem um armazenamento centralizado. Por exemplo:

  • senhas;
  • logins;
  • dados bancários;
  • transações financeiras;
  • informações pessoais de perfil.

Esses bancos de dados ficam em grandes servidores de empresas como Google, Amazon e Facebook, por exemplo.

Entretanto, essa centralização torna as informações mais vulneráveis para sofrer roubo ou clonagem. 

Inclusive, polêmicas de compartilhamento indevido de dados por parte de grandes plataformas não são incomuns.

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Dessa forma, seria necessária a criação de um sistema que trouxesse mais segurança para as criptomoedas, uma vez que elas seriam constituídas apenas de dados virtuais armazenados na rede.

Blockchain

Assim, surge o blockchain, um sistema que fragmenta os códigos online que carregam informações pessoais.

Essa cadeia de blocos possuem arquivos com funções matemáticas chamadas hash. Elas são responsáveis pela codificação de dados sigilosos.

No entanto, o diferencial da tecnologia blockchain é que os blocos não são unificados, mas sim espalhados por vários servidores e redes.

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Assim, diminui-se a chance de roubo de informações, uma vez que elas estão segmentadas e codificadas. 

Dessa forma, quando ocorre uma transação com moedas virtuais, todos os dados desse processo sofrem criptografia, sendo enviados para os blocos com uma hash exclusiva.

Mineradores

Como os dados estão codificados e espalhados pela rede, é preciso uni-los e formar uma ligação entre cada bloco, para identificar as operações e os dados já armazenados.

As pessoas responsáveis pela decodificação e união das informações levam o nome de mineradores.

Os mineradores utilizam sistemas de programação apropriados para lidar com as criptomoedas, e devem fazer a descriptografia dos códigos da rede.

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Assim, a cada código identificado com sucesso, os mineradores ganham uma recompensa, criando uma nova moeda virtual que pertence a eles.

É por esse motivo que as criptomoedas são limitadas e tão valorizadas, pois a dificuldade da programação aumenta a cada nova moeda. 

Dessa forma, em algum momento do futuro, será impossível decodificar as informações, de modo que não terá como os mineradores criarem mais moedas, fazendo transações apenas com as que já existem.

Entenda na prática

Para entender como a blockchain funciona, pense em vários trens, que andam em trilhos que existem em todo o mundo.

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Cada trem possui diversos vagões, e cada vagão carrega seu próprio material. Mas esses vagões não estão ligados uns nos outros, mas espalhados pelo mundo.

Então, alguém precisa unir os vagões nos trens certos, para eles andarem nos trilhos corretamente.

Na prática, os trilhos representam a rede de internet, os servidores globais e a computação em nuvem. Cada trem representa uma blockchain, ou “cadeia de blocos”, em tradução.

Os vagões são os contratos, as transações virtuais, os cadastros e todos os tipos de informações. 

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Dentro dos vagões, os materiais são as hash, ou seja, as codificações matemáticas que precisam de resolução.

Por fim, as pessoas responsáveis por unir os vagões são os mineradores, que identificam a relação entre cada bloco e decodificam eles.

Segurança da blockchain

Em tese, a tecnologia de criptografia da blockchain não é uma novidade. Diversas plataformas e códigos de programação já utilizavam essa codificação para enviar documentos na rede.

No entanto, o diferencial que torna esse sistema seguro é a ligação entre os blocos.

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Cada vez que um bloco surge, ele não apenas guarda as informações da sua hash, mas também da anterior.

Ou seja, o minerador precisa decodificar as informações daquele bloco e do bloco que o antecede, que também tem fragmentos em outras partes da rede.

Além disso, a cada nova informação adicionada, aumenta-se a dificuldade de decodificação, de modo que, exponencialmente, em algum momento do futuro será impossível continuar com essa cadeia.

No entanto, a segurança de alto nível dessa tecnologia foi o que permitiu o desenvolvimento das criptomoedas e outros sistemas, como o Ethereum.

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Ethereum vs. Bitcoin: quais são as diferenças?

O Ethereum é o segundo sistema mais valorizado do mercado, ficando atrás apenas do BitCoin, a primeira criptomoeda bem-sucedida.

No entanto, apesar de ambos utilizarem tecnologias parecidas, os dois conceitos são sistemas totalmente diferentes.

Para entender na prática, imagine uma comparação entre as empresas Apple e Amazon. As duas são líderes no segmento de tecnologia, mas oferecem serviços e produtos distintos.

O mesmo acontece com o Bitcoin e o Ethereum. Embora ambas atuem no mercado de criptomoedas, suas ocupações são muito diferentes.

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A moeda Bitcoin

A princípio, o Bitcoin foi desenvolvido para ser uma moeda virtual e atuar em transações online, de maneira autônoma.

Assim, é preciso recorrer a sites de terceiros para realizar negócios com essa criptomoeda, como compra e venda. 

Por exemplo, corretoras ou plataformas especializadas.

É como fazer transações com dinheiro físico. Para depositar ou fazer uma transferência, você precisa de uma entidade intermediadora, como um banco.

O mesmo ocorre com o Bitcoin, mas com a diferença de que essa moeda não pertence a nenhuma instituição financeira, sendo autônoma e autossuficiente.

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Além disso, o planejamento dessa criptomoeda visa sua restrição no futuro. Ou seja, existe um número limitado de Bitcoins no mercado, sem criação ilimitada.

Isso potencializa ainda mais sua valorização, e os mineradores se empenham para decodificar os registros e ganhar essas recompensas.

A plataforma Ethereum

Por outro lado, a plataforma Ethereum foi além do conceito instituído pelo Bitcoin, criando uma rede aberta de aplicações descentralizadas completa.

Assim, ela é mais que apenas uma criptomoeda, como o Bitcoin, mas sim um sistema que permite que qualquer usuário execute códigos de programação dentro do conjunto.

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Além disso, a comunidade que utiliza o Ethereum não está focada em obter moedas virtuais, mas sim fazer com que a plataforma e a tecnologia blockchain se desenvolvam e sejam mais acessíveis.

Nesse caso, a criptomoeda Ether funciona apenas como um combustível para o sistema continuar funcionando, e não o elemento principal.

Inclusive, muitos usuários descrevem a plataforma como um supercomputador descentralizado, que permite uma série de operações, entre elas, a negociação de moedas digitais.

No entanto, a acessibilidade do Ethereum também o transforma em um sistema mais vulnerável que o Bitcoin, embora ambos utilizem a tecnologia de blocos em sequência.

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Qual é o valor do Ethereum?

O Ethereum vem apresentando uma valorização crescente desde o final de 2020.

Inclusive, segundo o portal Business Insider, a moeda nativa atingiu uma cotação histórica em janeiro de 2021, alcançando o valor de $1.430 dólares.

Dessa forma, é preciso levar em consideração a conversão do dólar para o real. Na cotação atual, o dólar americano está valendo aproximadamente R$5,31. Assim, um ether teria uma cotação aproximada a R$7.595.

No entanto, existem outros fatores que influenciam na desvalorização da criptomoeda na conversão para reais.

Por isso, de acordo com o Portal do Bitcoin, do site UOL, uma moeda Ethereum está com cotação média de R$7.060 em janeiro de 2021.

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Além disso, é importante ressaltar que o valor das moedas virtuais costuma oscilar de forma bem rápida. 

E para conseguir acompanhar o valor real de mercado, é necessário acompanhar os portais e cotação e se aprofundar na valorização deste universo. 

Ethereum para Real: como fazer a conversão?

Vale a pena destacar como acontece a conversão da moeda nativa do Ethereum para o Real, a moeda brasileira.

É possível fazer esse cálculo de duas maneiras diferentes, considerando uma criptomoeda ether inteira, ou um real brasileiro inteiro.

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A princípio, uma moeda virtual do Ethereum tem cotação em dólares, ou seja, é preciso fazer duas conversões até o real, como mencionamos acima.

Nesse caso, o valor aproximado, neste momento, é de R$7 mil.

Enquanto isso, também existe a possibilidade de considerar fragmentos de ether, utilizando baixas unidades de real.

Atualmente, um real brasileiro pode comprar cerca de 0,00014 ether, segundo os dados de câmbio fornecidos pelo Google Finance em tempo real.

Assim, é interessante se atentar para as várias formas de conversão e escolher a alternativa que melhor combina com o seu perfil.

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Como comprar Ethereum?

Depois de conhecer mais sobre o Ethereum, muitas pessoas se sentem mais seguras em investir nesse segmento

No entanto, existem algumas orientações para comprar criptomoedas.

A princípio, indica-se que o investidor iniciante procure um site ou corretora de confiança. Inclusive, existem empresas especializadas na mediação de transações com criptomoedas, as chamadas Exchanges.

Com isso, o usuário poderá ter maior segurança na sua compra, além de poder contar com assistência de uma equipe especializada.

No entanto, é importante destacar algumas diferenças do Ethereum. Antes de mais nada, vale lembrar que é a plataforma que leva esse nome, e conta com sua própria moeda nativa, o ether.

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Ou seja, pessoas interessadas em investir no Ethereum irão adquirir a criptomoeda ether.

Além disso, por ser um sistema aberto, todos os usuários podem participar da comunidade, enviando seus próprios códigos de programação e fazendo decodificações.

Nesse caso, também é possível ganhar recompensas por trabalhos, de maneira mais acessível que outras moedas, como o Bitcoin, por exemplo.

De forma geral, se o investidor deseja apenas comprar a moeda, pode procurar uma empresa que atue nessa mediação e faça o depósito do saldo em reais. 

Assim, será possível finalizar a transação de maneira menos burocrática e demorada.

Oferta e procura

Um dos principais diferenciais das criptomoedas é sua autonomia. Ou seja, nenhuma instituição, seja financeira ou governamental, administra esse sistema.

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Isso significa que as moedas virtuais possuem autorregulação, ou seja, determinam seu valor a partir da oferta e da procura dos usuários.

Para comprar uma criptomoeda, é necessário fazer uma oferta da quantidade que você deseja investir, e o valor que está disposto a pagar.

Se existirem vendedores com a quantidade disponível e interessados na sua proposta, você poderá comprar as moedas naquele momento.

No entanto, se a cotação estiver maior que sua oferta, é mais provável que nenhum vendedor se interesse pela oferta. Nesse caso, é preciso aguardar uma queda no valor, ou fazer uma proposta maior.

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Criptomoedas como a Bitcoin possuem um número limitado em circulação, o que supervaloriza a espécie e, consequentemente, aumenta seu valor.

No caso do Ethereum, os preços são um pouco mais acessíveis por conta da plataforma aberta aos usuários, e do número crescente de ether em circulação.

Quais são as vantagens da criptomoeda?

Investir em criptomoedas pode trazer diversos benefícios para o usuário, especialmente no caso do Ethereum, é uma plataforma de popularidade crescente.

Por isso, confira as principais vantagens das moedas virtuais:

1. Segurança

A tecnologia blockchain é um dos sistemas mais complexos no quesito proteção de dados, de modo que as criptomoedas são extremamente seguras.

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Isso porque as transações são todas anônimas e sigilosas, e nem mesmo os mineradores têm acesso às informações dos envolvidos, somente aos dados da negociação.

Além disso, a criptografia é de ponta, com inúmeros sistemas e esquemas de decodificação matemática, o que diminui consideravelmente as chances de roubos ou fraudes.

Ainda, se o investidor optar por uma corretora ou uma exchange, as operações serão ainda mais seguras.

2. Valorização

É inegável que as criptomoedas estão se tornando cada vez mais valorizadas, especialmente plataformas como o Ethereum, que tiveram um crescimento surpreendente nos últimos anos.

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Por isso, investir em moedas virtuais agora pode ser uma ótima alternativa para quem busca aplicações com alto retorno.

A tendência é que as moedas convencionais se tornem cada vez mais obsoletas, influenciadas pela diminuição de metais preciosos disponíveis. 

Assim, as criptomoedas também podem ser atribuídas ao futuro das transações comerciais.

3. Autonomia

Uma das principais características das criptomoedas é sua autonomia. Por sofrerem autorregulação, não existe a necessidade de interferência do Estado ou de instituições financeiras.

Dessa forma, diversos elementos são afetados de maneira positiva. Por exemplo, as taxas de câmbio ou de operação são quase nulas.

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Além disso, as criptomoedas não são atingidas pela inflação, diferente de outras modalidades financeiras.

Assim, o investidor de criptomoedas possui controle de todas as suas aplicações, tendo a liberdade de negociá-las como achar melhor.

Quais as desvantagens de investir em criptomoedas?

Por outro lado, existem alguns pontos menos positivos que devem ser ressaltados antes do usuário investir nesse segmento.

Por isso, confira algumas desvantagens das moedas virtuais a partir de agora:

  • pouco aceita;
  • valor de investimento.

1. Pouco aceita

Apesar da popularidade das criptomoedas no ambiente virtual, fora da rede são poucos os estabelecimentos que já trabalham com essa tecnologia.

Isso pode reduzir as alternativas do investidor na hora de usar essa modalidade para pagamentos diversos.

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Atualmente, os negócios que estão se adaptando para aceitar moedas virtuais são empresas de grande porte, em sua maioria, principalmente no Brasil.

Por outro lado, diversos países ao redor do mundo já contam com estabelecimentos parceiros desse sistema.

Segundo a Forbes, a República Tcheca é o país com o maior número de lojas comerciais que trabalham com criptomoedas. Ela é seguida da Argentina, em segundo lugar.

2. Valor de investimento

A valorização das criptomoedas é um aspecto positivo para investidores, mas pode ser uma desvantagem para quem quer entrar no negócio.

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Isso porque os preços podem ser pouco acessíveis para quem não possui reservas financeiras voltadas para essas aplicações.

Ainda, a limitação de algumas moedas, como o Bitcoin, as tornam ainda mais caras. Uma alternativa é optar por plataformas novas no mercado, como é o caso do Ethereum.

Como é feita a mineração das criptomoedas?

Usuários que desejam investir em criptomoedas sem comprá-las podem se tornar mineradores e ganharem recompensas de trabalho.

Como mencionamos, eles são os responsáveis pela integração dos blocos de códigos e registro de novas transações.

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Para entender melhor como funciona a mineração, imagine a seguinte situação:

Uma pessoa deseja fazer uma operação com sua criptomoeda, como uma venda ou transferência. 

Para isso, ela pode procurar uma corretora ou uma empresa especializada, por exemplo.

No momento da transação, é gerado um código único, que determina a realização daquela operação, com aqueles dados. Esse registro é imutável.

Entretanto, o código de blocos precisa ser inserido no livro de transações, que é a blockchain. Ou seja, anexar o vagão certo no trem certo.

Os mineradores, então, começam a decodificar os dados dessa transação, para incluir o registro no livro.

Quem conseguir descriptografar os dados recebe uma recompensa de trabalho, na forma de criptomoeda. 

Assim, é criada mais uma moeda que, futuramente, também pode ser parte de uma transação.

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No caso do exemplo, aquela moeda passou a ser oficialmente de outra pessoa, de maneira imutável.

Se esse segundo usuário quiser movimentar sua criptomoeda, será acrescentado mais um bloco de dados, dessa vez atrelado aos dados anteriores daquela moeda.

Ou seja, o livro de registros precisará constar a primeira operação e a solicitação atual. Isso vai tornando a mineração mais difícil.

Além disso, no caso das Bitcoins, elas são limitadas, o que significa que possuem um número finito de mineração.

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Por outro lado, o Ethereum continua a crescer indefinidamente, pois sua mineração é aberta ao público, sem limite de moedas.

Vale a pena se tornar minerador?

Os mineradores precisam utilizar máquinas específicas, com sistemas de programação avançados.

Isso significa que seria necessário um conhecimento avançado em tecnologia para começar a minerar.

Além disso, esse processo exige muita energia elétrica, o que provavelmente elevaria os seus gastos, por exemplo.

Ainda, no caso do Bitcoin, as minerações são limitadas, e, no futuro, esse processo se tornará menos viável e mais caro.

No entanto, o Ethereum é uma plataforma crescente, e pode ser interessante integrar a comunidade ainda no início. 

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Ele pode ser uma boa alternativa, principalmente pelo sistema aceitar várias linguagens de programação, sendo mais acessível para iniciantes que buscam aprender sobre mineração.

Quais cuidados devo ter ao adquirir criptomoedas em geral?

Seja através de compra ou de mineração, se você deseja adquirir uma criptomoeda, precisa tomar alguns cuidados simples.

Eles ajudaram a tornar sua experiência o mais positiva possível, além de assegurar a autenticidade das transações.

Por isso, confira algumas recomendações ao adquirir moedas virtuais:

  • utilize plataformas seguras;
  • acompanhe a cotação;
  • conheça sobre criptomoedas.

1. Utilize plataformas seguras

Usuários iniciantes costumam procurar sites e plataformas especializadas para começar a investir nesse segmento.

No entanto, é importante escolher empresas certificadas e confiáveis. Procure conhecer as avaliações online e conferir a experiência desses sites na área.

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Ainda, é recomendável procurar por corretoras que já possuem especialização em criptomoedas, e saberão como orientar as transações.

2. Acompanhe a cotação

As moedas virtuais possuem uma cotação relativamente variável, por conta da oferta e da procura, além das minerações.

Por isso, vale a pena acompanhar a cotação, especialmente se já estiver investindo nesse segmento.

A alta valorização pode ser propícia para vendas ou negociações, enquanto uma baixa indica bons momentos para adquirir mais criptomoedas.

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Esse hábito também traz uma maior segurança para o usuário, que não será pego de surpresa com um cenário diferente.

3. Conheça sobre criptomoedas

Antes de adquirir uma criptomoeda, é recomendável conhecer ao menos um pouco sobre essa tecnologia. Por exemplo, como funciona a blockchain e as minerações.

Dessa forma, você poderá investir com mais segurança e tranquilidade, além de dominar um pouco sobre a área.

Uma vez que as moedas virtuais não são reguladas por entidades físicas, o usuário tem total autonomia sobre ela, e precisa saber como proceder em suas aplicações.

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Claro, também existe a alternativa de contratar exchanges e corretoras especializadas, mas pode ser interessante conhecer o básico sobre esse sistema também.

Quando compensa comprar Ethereum?

De modo geral, o mercado de criptomoedas está favorável para o Ethereum. Ele registrou um crescimento recorde no último ano, e tudo indica que continuará a valorizar em 2021.

Por isso, é importante avaliar suas condições e objetivos pessoais antes de investir nesse segmento.

Os preços são mais acessíveis que o Bitcoin, por exemplo, com maior possibilidade de desenvolvimento, além de novas tecnologias.

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Além de ter sua própria moeda virtual, a comunidade trabalha para expandir o domínio das moedas virtuais, e possui código aberto.

Assim, pode compensar comprar Ethereum se você já tiver planos para investir nesse tipo de aplicação.

É seguro comprar Ethereum?

Conforme observamos ao longo do conteúdo, o Ethereum é uma plataforma aberta de criptomoedas que utiliza uma das tecnologias mais seguras do mundo.

A blockchain garante que todos os dados de transações permaneçam sigilosos, além de proporcionar a criação de mais moedas e a integração desse sistema no mercado.

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Ainda, o Ethereum possui uma atuação diferente do Bitcoin, que ocupa o primeiro lugar no segmento de criptomoedas.

Dessa forma, a plataforma promete um crescimento ainda maior nos próximos anos, com apoio de toda a comunidade ether.

Sendo assim, podemos concluir que é seguro investir em Ethereum e adquirir sua moeda nativa para fazer operações financeiras.

Se você está planejando comprar criptomoedas, lembre-se de procurar empresas especializadas e conhecer o básico dessa tecnologia.

Assim, sua experiência será ainda mais positiva, e você terá ainda mais autonomia na hora de administrar seus investimentos nesse novo segmento.

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