O Brasil agora tem sua primeira emissão digital de Cédulas de Crédito Imobiliário (CCIs) autorizada pela B3, a bolsa de valores brasileira.

Grupo formado pelas fintechs Pontte, Mauá Capital, Vórtx DTVM, QI Tech e Uniproof criou conceito que permitiu digitalização.

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Agora, a emissão de CCIs é pode ser mais rápida e barata. Com isso, a Pontte projeta R$ 250 milhões em empréstimos para empresas e pessoas físicas neste ano.

Informações são do Valor Investe

O que são Cédulas de Crédito Imobiliário?

As CCIs são instrumentos que unificam em um único título o crédito imobiliário (decorrente de financiamento, empréstimo ou locação) e a respectiva garantia imobiliária, quando houver. 

Dessa forma, a securitização dos ativos se torna mais fácil e as taxas de juros cobradas aos clientes, mais baixas, devido à demanda de investidores pela modalidade de investimento.

Esse tipo de título tem remuneração por taxa de juros pré ou pós-fixada e inclui índices de preços de acordo com o direito creditório representado. 

As CCIS não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Emissão digital de CCIs será possível

A B3, como câmara registradora e de negociação das CCIs, concedeu a autorização para a emissão digital agora em agosto. Antes disso, todas as emissões eram feitas de forma física para o mercado de capitais, o que resultava em morosidade e custos mais elevados nesses tipos de transações.

Agora, com a digitalização, clientes poderão adquirir títulos sem necessidade de papéis e reconhecer firma. Isso, além de diminuir custos com cartório, agiliza o processo.

Digitalmente, é possível realizar todo o trâmite de emissão do ativo até a entrada do título no cartório de imóveis em um único dia. Isso mesmo em casos em que clientes, imóveis e o credor estejam em diferentes estados.

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