Programa de educação financeira capacita gratuitamente empreendedoras afetadas pela pandemia

Conheça o ‘Ela Faz História’, programa de educação financeira oferecido gratuitamente a mulheres empreendedoras de todo o Brasil.

Rodrigo Salgado
Rodrigo Salgado

Está no ar o “Ela Faz História”, um programa de educação financeira oferecido gratuitamente a mulheres empreendedoras de todo o Brasil que tiveram os negócios impactados pela pandemia da Covid-19.

Em suma, a programação conta com workshops e cursos com foco em educação financeira, redes sociais para o impulsionamento dos negócios e formalização de burocracias.

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As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo site do programa. Além disso, materiais de apoio específicos sobre educação financeira também já estão disponíveis.

A iniciativa foi lançada na última quarta-feira, 4, e a expectativa é que mais de 50 mil mulheres sejam contempladas.

As inscrições ficarão abertas até o dia 31 de dezembro e, no total, o curso conta com 4h de carga horária.

Os módulos incluem não apenas orientações de educação financeira e de uso das redes sociais, como também planejamento, estratégias de negócios, tecnologia aplicada a finanças, fontes de microcrédito e administração de negócios em tempos de crise.

Trata-se de uma parceria do Facebook com a Aliança Empreendedora – entidade especializada em apoiar empresas, organizações sociais e governos a desenvolver modelos de negócios inclusivos.

Educação financeira, marketing digital e acesso a fonte de crédito para empreendedoras

A gerente de políticas públicas do Facebook do Brasil e Cone Sul, Andréa Leal, explica a importância educação financeira, marketing digital e acesso a fonte de crédito.

“Esses três componentes ajudam o pequeno negócio a prosperar. Vemos a crise também como uma oportunidade para aumentar a digitalização desses negócios. Antes, eram mais simples, não necessariamente tinham acesso a essas ferramentas. Agora, pelo isolamento social, de forma forçada, acabaram tendo que migrar para o online”, disse, em entrevista à Agência Brasil.

Ademais, dados do Relatório Global sobre a Situação das Pequenas Empresas, produzido por Facebook, Banco Mundial e OCDE, revelaram que negócios dirigidos por mulheres na América Latina têm 11% mais chance de fechar devido à atual crise sanitária. Por isso, o curso tem como foco o público feminino.

“Há uma presença maior de mulheres operando as microempresas, que são justamente os negócios que mais fecharam durante a pandemia. São, também, os com maior dificuldade para receber apoio financeiro e que estão concentradas nos setores mais afetados pelas medidas de isolamento. Então, isso tudo acaba causando maior impacto nas mulheres que atuam nesse setor”, conclui.

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