A norte-americana Amazon lançou nesta terça-feira, 15, um e-commerce de luxo. Chamada de “Luxury Store”, a loja estará disponível dentro do próprio site da empresa, mas com uma proposta mais segmentada.

Até o momento, opção estará disponível apenas para membros selecionados do Amazon Prime nos Estados Unidos. Ainda não existem informações sobre uma possível expansão.

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Saiba mais sobre o serviço e como ele funcionará de forma prática.

Mais sobre o e-commerce de luxo da Amazon

A espécie de “e-commerce de luxo” oferece uma nova forma para marcas que desejam fazer uma exposição dos produtos na plataforma, mas de maneira segmentada para um público bem específico.

Com isso, terão acesso a recursos como a “vitrine virtual”, que permite uma apresentação mais detalhada e interativa de cada produto específico.

Para a inauguração da funcionalidade, primeira marca convidada foi a grife Oscar de la Renta, que trabalha no segmento de roupas. Novas grifes deverão ser anunciadas em breve.

A empresa já é uma das maiores vendedoras de roupas em todo o mundo e lidera o mercado online, mas estratégia visa um mercado ainda não tão explorado.

Empresas como a Nike desistiram de vender diretamente pela Amazon por sentirem falta de “relacionamentos mais diretos e pessoais” com os clientes. A ideia da gigante do e-commerce é justamente oferecer, além do luxo, um ambiente mais próximo dos compradores.

Ainda não existem mais detalhes sobre a funcionalidade, assim como possibilidades do serviço ser oferecido no Brasil.

De toda forma, o movimento de lançamento é interessante de ser acompanhado de longe, já que representa uma expansão ainda maior da empresa que já vem batendo recordes.

Em meio à novidade, empresa anuncia 100 mil novas vagas

Em meio à novidade divulgada pela empresa, estão abertas mais de 100 mil vagas de emprego nos Estados Unidos e Canadá.

A demanda por produtos vendidos de forma online cresceu durante o período, o que fez com que ações da empresa disparassem.

Este é o quarto grande movimento da empresa, que segue fazendo uma espécie de “contratação em massa” para suprir a capacidade de assimilar as demandas que só crescem.

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