Conheça os principais tipos de empréstimos que existem no mercado e descubra como escolher o melhor para você!

Você já conhece os principais tipos de empréstimos do mercado? Além do pessoal e do consignado, existem mais alternativas interessantes. Confira!

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Julyana Andrade

Existem vários tipos de empréstimos disponíveis no mercado. Com isso, é normal ter dúvidas a respeito de qual é a opção mais adequada para as suas necessidades. Saiba mais sobre isso a seguir!

O crédito pessoal pode ser uma boa solução para quem quer realizar um projeto ou um sonho e até mesmo para lidar com urgências que aparecem de forma imprevista, principalmente durante uma crise. Também é uma alternativa para quem se planeja para sair das dívidas. 

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O mercado oferece vários tipos de linhas de crédito pessoal diferentes e, para algumas pessoas, surgem dúvidas como: “Qual é o melhor empréstimo pessoal?” e “Como fazer uma boa escolha?”.

Neste artigo, vamos mostrar os principais tipos de empréstimos que existem, destacando características, pontos positivos e negativos de cada um. Quer saber mais? Então, continue a leitura!

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Afinal, quais são os 9 tipos de empréstimo mais comuns?

Provavelmente você já viu diversas modalidades de empréstimos por aí, como é o caso do pessoal e do consignado. Contudo, existem várias outras opções no mercado que podem ser até mais vantajosas, dependendo do que você procura.

Veja, a seguir, uma lista com as principais opções e, logo abaixo, mais detalhes sobre quais os tipos de crédito existentes.

Tipos de empréstimo disponíveis5. Refinanciamento de imóvel
1. Empréstimo pessoal6. Antecipação da restituição do imposto de renda
2. Empréstimo consignado7. Antecipação do 13º salário
3. Empréstimo rotativo8. Empréstimo por penhor
4. Cheque especial9. Financiamento
Principais tipos de empréstimos

 1. Empréstimo pessoal

Essa modalidade é solicitada a um banco ou agência financeira, mediante assinatura de contrato. Antes que o documento seja aprovado, o solicitante passa por um processo chamado de análise de crédito.

A contratação costuma ser feita de forma bem ágil e é bastante acessível, especialmente quando se opta pelo empréstimo online. Ademais, o dinheiro pode ser utilizado pelo contratante da maneira que ele desejar.

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Contudo, é necessário estar atento às taxas de juros que são cobradas — e podem ser bem altas (dependendo da empresa que empresta), devido ao risco de inadimplência — e ao prazo para pagamento.

Empréstimo pessoal com garantia

Esse tipo de empréstimo funciona de forma parecida com o último, porém, exige que seja entregue um bem como garantia para o pagamento. Devido a isso, as taxas de juros dessa modalidade costumam ser menoresAs opções disponíveis são:

No entanto, é preciso tomar cuidado, já que o atraso de parcelas pode levar à perda do bem. Agora, se você já organizou as finanças pessoais, esta é uma excelente opção!

Existem várias empresas que trabalham com essa possibilidade, como é o caso da Creditas.

2. Empréstimo consignado

Esse tipo de empréstimo é oferecido a beneficiários do INSS, servidores públicos e colaboradores de empresas credenciadas. Nesse caso, o limite máximo para pagamento mensal é de, no máximo, 30% referente ao valor do salário do solicitante. 

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Além disso, as taxas de juros cobradas nessa modalidade costumam ser bem inferiores ao que é cobrado na maioria dos outros tipos de empréstimo, por exemplo.

A principal desvantagem dessa forma de crédito é que o pagamento das parcelas é feito pelo desconto em folha. Contudo, isso contribui bastante para que o valor dos juros seja menor, como mencionado anteriormente, devido à garantia de recebimento.

3. Empréstimo rotativo

O empréstimo rotativo está ligado ao uso do cartão de crédito. Se a fatura é paga com um valor inferior ao total, automaticamente o usuário pega emprestado com o banco a quantia que faltou.

Por sua vez, o banco realiza o pagamento desse valor, mas ele é cobrado nas próximas faturas, com juros que costumam ser bem abusivos.

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Caso o consumidor não consiga quitar o valor integral devido na próxima fatura, a instituição credora deve oferecer uma linha de crédito diferente, a qual pode ser parcelada e necessariamente oferecer condições mais vantajosas.

De todo modo, esse tipo de empréstimo deve ser evitado, em virtude das taxas de juros altíssimas que são cobradas quando ele é ativado.

4. Cheque especial

Essa é uma das operações de crédito que mais se assemelha ao empréstimo pessoal em termos de vantagens e desvantagens. Normalmente, os bancos já o liberam em forma de limite embutido na conta-corrente e ele pode ser utilizado a qualquer momento.

Porém, deve-se se atentar às cobranças de juros, que também costumam ser bastante abusivas. Para se ter uma ideia, as taxas podem chegar a 8% ao mês. A título de comparação, a Selic (taxa básica de juros) está em 2,75% ao ano.

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Também há cobrança de uma tarifa de 0,25% ao mês pela disponibilidade de valor acima de R$ 500. 

5. Refinanciamento de imóvel

Esse tipo de empréstimo ocorre quando o consumidor entrega um imóvel quitado em seu nome como garantia de pagamento. 

Devido à garantia, normalmente os juros oferecidos nesse tipo de empréstimo são menores e os prazos de pagamento maiores, chegando a até 20 anos.

Os principais pontos negativos são a burocracia na contratação e a necessidade de vistoria no imóvel. Além disso, como qualquer empréstimo com garantia, envolve o risco de perda de um bem. 

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6. Antecipação da restituição do Imposto de Renda

Nessa modalidade, é possível receber a restituição do Imposto de Renda antes da data indicada pela Receita. Todavia, para conseguir esse empréstimo, é preciso ser correntista e indicar o banco em sua declaração

As taxas de juros não são tão altas por haver garantia de pagamento — quando a restituição for, de fato, depositada. Um ponto negativo é o prazo curto, já que o empréstimo deve ser quitado necessariamente até dezembro.

Também há a possibilidade de a declaração de IRPF cair na malha fina e o contribuinte acabar não recebendo a restituição, não tendo como pagar o débito.

7. Antecipação do 13º salário

Esse tipo de empréstimo funciona de forma parecida com a antecipação da restituição de Imposto de Renda. Quando o 13º for, de fato, depositado, o banco ficará com o valor acrescido de juros, em troca de ter oferecido o crédito.

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Apesar dos juros mais baixos, traz pontos negativos como pouca flexibilidade para o pagamento e necessidade de pagar justo no final do ano, quando normalmente os gastos são maiores.

8. Empréstimo por penhor

Esse tipo de empréstimo é feito ao ceder um bem ao banco em troca de crédito. O Penhor Caixa é uma das opções mais conhecidas e aceita itens como joias, canetas, relógios e pratarias de valor.

Uma das principais vantagens é que esse tipo de empréstimo não envolve checagem em cadastros de crédito. Porém, juros e tarifas são comumente altos e o atraso nas parcelas pode levar à perda do bem.

9. Financiamento

O financiamento limita o cliente a utilizar o recurso cedido pela instituição em um fim específico, como a compra de um carro ou um imóvel. Portanto, podemos dizer que ele também é uma das operações de crédito que podemos considerar como um tipo de empréstimo.

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A instituição bancária empresta ao cliente determinado valor, que deve ser recebido em um prazo preestabelecido e com a correção de juros. No caso do financiamento, existe uma garantia, normalmente o que está sendo comprado com o crédito cedido. O atraso de parcelas pode, portanto, levar à perda do bem.

Pedir empréstimo vale a pena?

Algumas pessoas enxergam o empréstimos como um vilão para o orçamento, que pode levar a uma bola de neve em dívidas. Porém, a verdade é que tudo depende de planejamento e conhecimento sobre os tipos de empréstimo, taxas e juros envolvidos.

Em alguns casos, o crédito pessoal pode ser um aliado para tirar um projeto da gaveta e lidar com situações imprevistas.

Além disso, quando você está endividado, também há alternativas de crédito que podem facilitar bastante o pagamento da dívida, porque são mais baratas. Dessa forma, pedir empréstimo pode sim, valer a pena.

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No entanto, antes de pedir um empréstimo, deve-se conhecer as opções disponíveis e analisar a parcela de comprometimento financeiro com essa despesa, para ver se cabe no seu orçamento.

Qual o melhor tipo de empréstimo?

Como dito, antes de escolher o melhor empréstimo, é importante analisar qual a finalidade e o quanto as parcelas e juros podem comprometer o orçamento.

O ideal é pesquisar sobre o assunto, antes de contratar quaisquer operações de crédito, a fim de identificar quais modalidades de empréstimos se encaixam melhor em seu perfil. A partir daí, é só partir para a avaliação de qual instituição financeira oferece melhores condições.

Considerando a taxa de juros, normalmente os empréstimos que mais compensam são o consignado e os com garantias, que têm taxas mais baixas.

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De todo modo, para que o empréstimo não se torne um vilão no orçamento, é importante manter a organização das finanças e fazer um bom planejamento financeiro. Para isso, você pode usar aplicativos, planilhas ou mesmo o bom e velho caderninho de anotações — o que for mais confortável e prático para a sua rotina.

Como garantir uma boa escolha na hora de pedir empréstimo?

Além de conhecer os tipos de empréstimos e identificar o que apresenta a melhor proposta, existem outras ações que vão ajudar a fazer uma boa escolha. Veja algumas delas a seguir.

Avaliar se você precisa mesmo de um empréstimo

Antes de tudo, vale a pena se perguntar: “será mesmo que eu preciso de um empréstimo?“. Responda honestamente e veja se você realmente tem necessidade de ter dinheiro disponível com urgência. Se você pode planejar o seu objetivo com mais calma, o ideal é aproveitar o tempo para juntar o dinheiro necessário.

Usar uma planilha de controle de empréstimos e financiamentos

Sempre recomendamos avaliar as propostas disponíveis para identificar qual delas é a mais vantajosa para o seu bolso. Para isso, vale a pena usar uma planilha de controle de empréstimos e financiamentos. Por meio dela, você pode listar todas as empresas analisadas e fazer um comparativo com as taxas de juros e os prazos oferecidos.

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Ter essa informação de maneira bem visual facilita bastante na hora de comparar empréstimos e pesar os prós e os contras das ofertas das instituições. Assim, você consegue definir qual tem o melhor custo-benefício.

Ficar de olho no custo efetivo total

A preocupação com as taxas de juros é muito importante. Porém, você não deve olhar apenas para elas. Isso porque o que realmente determina o valor final a ser pago é o custo efetivo total. Além dos juros, ele abarca outros encargos, como impostos, taxa de cadastro e administrativas.

Portanto, na hora de pedir empréstimo, lembre-se de que nem sempre a melhor proposta é aquela que tem a menor taxa de juros. Dependendo dos outros custos, ela pode sair mais cara do que a alternativas, por exemplo. É por isso que você precisa analisar as informações com bastante cuidado antes de assinar o contrato.

Concluindo

Como você pôde ver, há diferentes tipos de empréstimos disponíveis no mercado. Cada um deles com características distintas e que podem ser vantajosas para determinados perfis.

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No final das contas, quem decide qual é a melhor opção é você mesmo — com base nas suas necessidades, no orçamento disponível e no prazo para pagamento, por exemplo.

Logo, mesmo que esteja em uma situação de emergência, vale parar um pouquinho, respirar fundo e analisar com calma as modalidades disponíveis, bem como as características delas. Só assim você garante uma escolha mais acertada.

Quer continuar acompanhando outros artigos e aprendendo um pouco mais sobre empréstimo? Então, fique de olho em outros conteúdos do blog sobre o assunto!

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2 comentários

  1. Louis

    Existe tanto comercial e de tamanho tão grande, no meio do texto, e não no final, (no modo celular) que mesmo assinantes, como eu, e que gostam/lecionam no tema, ficam com preguiça de ler, e portanto, não lêem os anúncios. Por favor, menos é mais. O artigo é muito útil mas o excesso de anúncios é péssimo !

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