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Taxa de desemprego em julho chega a 13,7%, com 12,9 milhões de desempregados

Heloísa Vasconcelos
mulher preocupada no computador, representando desemprego em julho

WhatsappLinkedInTwitterFacebookA taxa de desemprego em julho chegou a 13,7%, com 12,9 milhões de desocupados no […]

A taxa de desemprego em julho chegou a 13,7%, com 12,9 milhões de desocupados no Brasil. Dados são da pesquisa Pnad Covid-19, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

São 3 milhões de brasileiros a mais que na primeira semana de maio, quando a taxa de desocupação estava em 10,5%. 

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Dados consideram como desocupados apenas quem gostaria de trabalhar e ativamente está procurando emprego. Além deles, outros 28 milhões de brasileiros queriam uma ocupação, mas não estão buscando ativamente, somando mais de 40 milhões de brasileiros que gostariam de estar trabalhando em meio à pandemia.

Pnad Covid-19 busca identificar os efeitos da pandemia no mercado de trabalho e na saúde dos brasileiros. Foram considerados dados da última semana de julho, entre os dias 19 e 25.

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Informações são da Folha de S. Paulo.

Desemprego em julho cresce

Número de brasileiros que gostaria de estar trabalhando chegou a 40,9 milhões na quarta semana de julho. Na semana anterior eram 40,3 milhões e, em maio, quando começou série histórica, eram 36,9 milhões.

Dentre esses brasileiros que não buscaram trabalho, 18,5 milhões colocaram a pandemia como motivo ou o fato de não encontrarem uma ocupação na localidade em que moravam.

Na semana analisada pela pesquisa havia 81,2 milhões de pessoas ocupadas, número em queda quando comparado ao início de maio (83,9 milhões).

Dentro desse contingente, 8,3 milhões seguem trabalhando remotamente na quarta semana de julho. Na semana anterior eram 8,2 milhões e, no início de maio, 8,6 milhões.

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Nível de ocupação e taxa de informalidade

O nível de ocupação representa o percentual de pessoas efetivamente ocupadas entre aquela em idade de trabalhar. Nessa pesquisa, índice foi de 47,7%, comparado a 48% na semana anterior e 49,4% no início de maio.

A taxa de informalidade chegou a 33,5% com 27,2 milhões de pessoas trabalhando de forma informal ao fim do mês passado. Índice havia caído na última avaliação, da terceira semana de julho (32,5%), mas voltou a subir ligeiramente.

“As pessoas entram e saem da força de trabalho com muita facilidade. Com mais facilidade que a população ocupada, que é formalizada”, justifica a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira.

Entre os informais estão os empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira; empregadores e trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e pessoas que trabalham ajudando familiares sem remuneração.

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Pesquisa considera aspectos de saúde

Além da questão do desemprego, Pnad Covid-19 analisa a saúde das pessoas no mercado de trabalho.

No período analisado, 13,3 milhões de pessoas apresentavam pelo menos um dos 12 sintomas associados à gripe. Dessas, cerca de 3,3 milhões buscaram atendimento médico, sendo que 159 mil ficaram internadas em algum hospital.

No início de maio, quando a pesquisa começou, 26,8 milhões relataram algum sintoma gripal.

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