A linha de crédito via maquininhas de cartão, criada através da Medida Provisória (MP) 975, deve chegar ao mercado a partir de setembro, segundo apuração do veículo de comunicação Valor Econômico.

Para esta nova linha de empréstimo, deve ser destinada a quantia de R$ 10 bilhões através do Tesouro Nacional. Essa medida, inclusive, é destinada para microempreendedores individuais (MEI’s) além de micro e pequenas empresas.

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A medida que foi aprovada na semana passada pela Câmara dos Deputados, prevê que a liberação do crédito aconteça bem em breve, justamente para dar conta das solicitações de empréstimo que outros programas do Governo não estão conseguindo suprir, como o auxílio do PRONAMPE.

Entretanto, ainda existe um processo a ser seguido para que a liberação aconteça, sem que as empresas entrassem em detalhes sobre os trâmites necessários para que a liberação aconteça. O Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC) pretende ajustar a destravar esse acesso ao crédito, que principalmente os pequenos empreendedores estão relatando nos últimos meses.

Este modelo de disponibilização de crédito deverá utilizar o histórico de recebimento dos lojistas em suas maquininhas de cartões para conseguir determinar um volume médio de recursos a ser concedido para cada negócio.

Desta maneira, o pagamento das prestações deverá ser de acordo com 8% do seu fluxo de recebimentos via cartões, sejam eles através de débito ou crédito.

Como vai funcionar o crédito via maquininhas de cartões

De acordo com as informações, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será o operador da linha de crédito, enquanto o risco da operação será assumido de maneira integral pelo Tesouro Nacional.

Enquanto isso, a liberação do crédito via maquininha de cartão contará com taxas de juros aproximadas de 6% e os beneficiados poderão contar com o prazo de 36 meses para poder realizar a quitação total da dívida, incluindo uma carência de até seis meses para a realização do primeiro pagamento.

O valor do crédito concedido, como falamos anteriormente, dependerá do fluxo de pagamentos recebidos pelo negócio e não poderá ultrapassar a quantia de R$ 50 mil por empresa.

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