Nos últimos dias, os rumores de que o tesouro Nacional e a B3 estão discutindo a possibilidade de reduzir o valor cobrado dos investidores a respeito da taxa de custódia dos títulos do Tesouro Direto, estão se tornando cada vez mais fortes.

De acordo com informações apuradas pelo portal Valor Econômico, a ideia é que a taxa possa chegar ao patamar de 0,20% ou 0,15% ao ano. Isso significaria uma economia de até 10% no bolso do investidor, já que o valor cobrado atualmente é o de R$ 0,25%.

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Essas medidas estão sendo estudadas, graças às fortes críticas que os investidores estão fazendo em portais oficiais desde que a Taxa Selic passou a superar sua mínima histórica consecutivamente, chegando recentemente ao patamar de 2,25% ao ano.

Essa tarifa é cobrada de todos os investidores que possuem títulos no Tesouro Direto, qualquer que seja o seu formato. De pós fixado à pré fixado, a cobrança acontece regularmente. 

Como funciona a divisão da taxa de custódia?

Enquanto uma parte desta taxa é destinada para as corretoras de valores no primeiro ano de investimento, a outra metade acaba sendo direcionada para os órgãos responsáveis para que possam fazer a administração da quantia de investida de maneira adequada.

Relembre a recente redução

Em nota oficial, o Tesouro Nacional se manifestou dizendo estar sempre atento às possibilidades de reduções estruturais e financeiras, e que sempre está escutando seus consumidores para entregar uma boa experiência. 

Porém, é importante relembrar que em janeiro de 2019, o Tesouro Nacional anunciou um corte significativo para a época.

Até aquele período, a taxa cobrada anualmente era a de 0,30% ao ano, dividida semestralmente com cobrança automática nos meses de janeiro e julho. Desde então, a taxa cobrada passou a ser de 0,25%.

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