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Corte de juros, se houver, deve ser pequeno, reitera o presidente do BC

Lilian Calmon
Lilian Calmon
pilha de moedas com um relógio ao fundo desfocado representando corte de juros

Segundo Roberto Campos Neto, afirmou que caso haja corte de juros, deve ser pequeno. Corte pode ocorrer apenas se inflação estiver próxima da meta.

Na última quinta-feira, 1º, o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, reiterou que corte de juros, se houver, deve ser pequeno. 

“O Comitê de Política Monetária (Copom) entende que a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo monetário extraordinariamente elevado, mas reconhece que, devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno”, afirmou em sua apresentação em webinar promovido pelo J.P. Morgan.

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Atualmente, a taxa básica de juros, a Selic, está em 2% ao ano. Ela influencia todas as taxas de juros, como as de empréstimos. financiamentos e aplicações financeiras.

Com informações do Valor Investe.

Corte de juros: Copom não pretende reduzir o grau de estímulo monetário

O presidente do Banco Central repetiu que o Copom não pretende reduzir o grau de estímulo monetário, a menos que as expectativas de inflação, assim como suas projeções, estejam próximas da meta para o período.

“Eventuais ajustes futuros no atual grau de estímulo ocorreriam com gradualismo adicional e dependerão da percepção sobre a trajetória fiscal, assim como de novas informações que alterem a atual avaliação do Copom sobre a inflação prospectiva”, declarou.

Como a Selic afeta seu dia a dia

A Selic é a principal ferramenta do governo para o controle da inflação, que é o aumento dos preços dos bens e serviços. Quem decide o valor desse índice são os diretores do Banco Central que, a cada 45 dias, se reúnem no Copom para analisar a economia.

Se ela cai, os bancos podem emprestar dinheiro para seus clientes com juros menores. Isso estimula o consumo.

Quando ela sobe, porém, os juros cobrados em financiamentos, empréstimos e cartões de crédito ficam mais altos e as pessoas gastam menos, favorecendo a queda da inflação.

A desvantagem da Selic baixa é a queda do rendimento das aplicações de renda fixa, as favoritas dos brasileiros até então.

Leia também “Quais são as melhores opções de investimento com a Selic a 2%?”.

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