Conta em dólar para brasileiros: fundador do iFood aposta em fintech

Um dos quatro fundadores do iFood, Patrick Sigrist, é sócio da fintech Nomad Global, que oferece conta em dólar para brasileiros. Conheça iniciativa.

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Lilian Calmon

Um dos quatro fundadores do iFood em 2011, Patrick Sigrist, é também um dos criadores da fintech Nomad Global, que oferece conta em dólar para brasileiros. Em parceria com banco norte-americano, disponibiliza, ainda, um cartão de débito virtual nessa moeda.

A fintech dos sócios Sigrist, Eduardo Haber e Marcos Nader está funcionando há alguns meses, em fase beta, e conta com cerca de 300 clientes. A lista de espera no site tem 50 mil pessoas, que devem ser atendidas até o início de 2021. 

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Com informações da Exame.

Conta em dólar para brasileiros: inspiração veio da dificuldade dos sócios no Vale do Silício

A fintech nasceu há quase dois anos e teve como inspiração as dificuldades enfrentadas por eles quando trabalhavam e moravam no Vale do Silício (Califórnia).

“Percebemos à época como é muito burocrático enviar e receber dinheiro do Brasil para fora e vice-versa. Tive que chegar a ligar para confirmar uma operação”, contou Sigrist.

Haber completou dizendo que a ideia também tem a ver com a vontade de derrubar barreiras que existem para os brasileiros terem acesso a serviços e produtos financeiros no exterior.

“Em alguns setores, essas barreiras já foram derrubadas. Mas não no mundo financeiro. O brasileiro tem dificuldade de encontrar um banco estrangeiro no exterior, de enviar recursos para fora, de saber quais produtos pode acessar e assim por diante”, disse Haber.

Aplicativo já está disponível para Android e iOS

O aplicativo da Nomad Digital já está disponível para Android e iOS e tem como público-alvo clientes de alta renda (de R$ 50 mil a R$ 5 milhões como patrimônio financeiro).

A entrada em operação se soma a iniciativas de serviços que ampliam o acesso de brasileiros à moeda e ativos estrangeiros, que, embora ainda isoladas, estão ganhando escala.

“Quando pensamos na Nomad, já acreditávamos na tendência de globalização de serviços financeiros para os brasileiros. Mas, nos últimos meses, os ventos começaram a soprar a favor com mais força do que nós imaginávamos”, disse Haber, acrescentando que, com a pandemia, a força da tendência de digitalização do dinheiro foi antecipada em cinco anos.

Para ler a matéria da Exame na íntegra, clique aqui.

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