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Como escapar do reajuste de contrato de aluguel prestes a vencer?

Lilian Calmon
Lilian Calmon
Visão aérea do balcão de negócios com moedas empilhadas, calculadora, recorte de casa e gráfico representando reajuste de contrato de aluguel

Para escapar do reajuste de contrato de aluguel prestes a vencer, uma opção é conversar com o proprietário. Saiba como realizar negociação.

Para escapar do reajuste de contrato de aluguel prestes a vencer, uma opção é negociar com o proprietário. Isso é especialmente válido para o inquilino que cuida do imóvel e paga o aluguel em dia. 

A instabilidade provocada pela crise econômica torna o contexto favorável a acordos, disse o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto. “É melhor negociar a correr o risco de ficar com o imóvel desocupado, o que dá um prejuízo imenso”, comparou.

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Conhecido como a inflação do aluguel, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) fechou o período de 12 meses até setembro com alta de 17,94%. Se esse aumento for aplicado integralmente, quem paga R$ 1 mil no aluguel hoje passará a pagar R$ 1.179,40 a partir de novembro.

Para Neto, a aplicação integral do IGP-M seria fora da realidade, porque ninguém teve reajuste de salário nesse patamar e muitos ainda estão com redução.

As informações são da Folha de S. Paulo.

Reajuste de contrato de aluguel: pesquise o valor médio cobrado na região

Um argumento válido para a negociação é saber se o aluguel está acima ou abaixo do valor médio cobrado na região, explicou o economista Eduardo Zylberstajn, pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e coordenador do Índice Fipezap.

Na maior parte das vezes, o contrato é feito por um período de 36 meses e, assim, é possível que esteja defasado. Por outro lado, ele pode ter sido assinado em um momento de valorização da região, seguido por uma estabilização. 

Comportamento do mercado deve regular a situação, diz especialista

Na opinião do vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Adriano Sartori, o comportamento do mercado é que deve regular a situação dos contratos que estão próximos do vencimento.

“A realidade no setor residencial é que ainda estávamos saindo de uma recessão, e o aluguel ainda não tinha subido muito quando veio a pandemia”, disse.

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