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Captação da poupança bate recorde em setembro, entenda

Ana Júlia Ramos
Ana Júlia Ramos
Imagem de moedas representando o conteúdo de que a captação da poupança bate recorde em setembro

Captação da poupança bate recorde em setembro. Depósitos superaram saques em R$ 13,2 bilhões e voltou a atrair o interesse dos brasileiros.

A captação da poupança bateu recorde em setembro. Foram, ao todo, R$ 13,22 bilhões depositados a mais do que retirados da aplicação. Banco Central divulgou os dados, reproduzidos pela Agência Brasil.

A captação líquida foi 51% maior do que em setembro do ano passado. Na época, os brasileiros depositaram R$ 8,72 bilhões a mais do que haviam sacado.

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Nesse sentido, os dados apontam que a caderneta de poupança recuperou a atenção e interesse em meio à pandemia.

Saiba mais informações a seguir.

Captação da poupança bate recorde em setembro, saiba mais detalhes

O resultado obtido no mês de setembro é o maior já registrado para o mês desde o início da série, realizada no ano de 1995.

Agora, a poupança acumula uma entrada líquida de R$ 137,21 bilhões nos nove meses que compõem o ano de 2020. No início do ano, em janeiro e fevereiro, os brasileiros haviam retirado R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram.

Já em março, no início da pandemia do coronavírus, os depósitos começaram a superar os saques. Mesmo com a recuperação da bolsa de valores nos últimos meses, o interesse nessa aplicação segue em evidência.

Um dos motivos que justifica o movimento está relacionado com as oscilações do Tesouro Direto que ocorreram no mês passado. Assim, os investidores buscam por uma segurança maior, oferecida pela caderneta. Isso ocorre mesmo com um rendimento menor.

Histórico

Até o ano de 2014, os brasileiros faziam depósitos em uma quantidade maior do que retiravam dinheiro da poupança.

Na época, as captações líquidas chegaram no valor de R$ 24 bilhões. A situação, no entanto, mudou com o início da recessão econômica, em 2015.

Nesse sentido, os investidores passaram a retirar o dinheiro que tinham no investimento para pagar dívidas ou cobrir gastos necessários, já que o desemprego aumentava e a renda diminuía.

Por fim, a maior retirada líquida da história aconteceu no mesmo ano, quando R$ 53,57 foram sacados da poupança.

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